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Virgem Roubada pelo Mafioso Psicopata :CONTRATO DE SANGUE romance Capítulo 104

POV: DOMINIC FERRARO

As palavras dela eram como ácido sulfúrico sendo despejado sobre uma ferida aberta. Ela queria o monstro? Eu daria o monstro, ou pelo menos a carcaça oca de um, mesmo que isso significasse o meu próprio fim. Joguei-a no centro da cama com uma força que fez a estrutura de madeira estalar e o colchão gemer sob o impacto. Não esperei. Meus movimentos eram movidos por uma mistura tóxica de adrenalina e ódio — não dela, mas de mim mesmo. Abri as pernas dela com um solavanco agressivo, expondo a pele alva, quase translúcida sob a penumbra, e o brilho da umidade que já nos marcava como um selo de pecado. Meus olhos bicolores mapearam cada centímetro dela com uma possessividade que me assustava; eu a queria com uma fome que beirava a insanidade, mas o meu peito parecia estar sendo esmagado por uma prensa hidráulica.

Apoiei meu peso sobre ela e a beijei, mas não foi um beijo; foi uma invasão territorial. Minhas mãos apertaram os seios dela com uma urgência bruta, os dedos enterrando-se na carne farta e macia. Conforme eu apertava, sentia o tremor fino que percorria o corpo dela, uma vibração que me desarmava. Eu precisava que ela estivesse pronta, precisava que o corpo dela me recebesse sem danos, mesmo que a alma dela clamasse por destruição. Inseri meu membro devagar, sentindo o calor e o aperto imediato que parecia querer me fundir ao seu corpo, me prendendo em uma armadilha de prazer da qual eu não queria escapar.

Alessia soltou um riso curto, seco, carregado de um escárnio que me atingiu mais que o tapa. Eu me movia com uma cautela que me denunciava, uma hesitação típica de quem idolatra o que está tentando quebrar.

— Que monstro... que covarde — ela sibilou contra o meu pescoço, o hálito quente disparando descargas elétricas pela minha espinha.

Aquelas palavras quebraram o resto do meu autocontrole e da minha dignidade. Se ela queria destruição, se ela queria sentir o peso da minha mão, eu começaria pela privação do ar. Levei minha mão ao pescoço dela, não para sufocar de verdade, mas para prender. Meus dedos fecharam com uma força controlada, sentindo a pulsação frenética e desordenada da veia jugular dela sob a palma da minha mão. Apertei, cortando o oxigênio apenas o suficiente para que os olhos dela dilatassem em um pânico erótico, para que o mundo dela desaparecesse e sobrasse apenas eu, o seu carrasco e o seu amante.

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