(POV: DOMINIC)
— Você queria um monstro? — rosnei, o suor pingando do meu queixo no peito dela, misturando-se ao suor e às lágrimas que ela tentava esconder sob a máscara de ódio. — Pois o monstro acabou de acordar, principessa.
Beijei a boca dela com uma carência que me traía, chupei seus lábios e os mordi de leve, sentindo o gosto metálico. Passei as mãos pelos seios, pela barriga e depois voltei para seus cabelos, beijando sua testa, a ponta do nariz, o queixo e as bochechas.
Que merda eu estava fazendo? Era para machucá-la e eu a estava idolatrando. Estava tratando um sacrifício como se fosse uma divindade. Porra.
Saí de dentro dela com um som úmido e sugado que ecoou no quarto silencioso. O vazio que senti ao me retirar foi imediato e frio. Antes que ela pudesse respirar ou processar o que estava acontecendo, segurei-a pelos quadris — sentindo a maciez da carne que agora exibia as marcas avermelhadas dos meus dedos — e a virei de bruços com um movimento brusco. Ela agora era apenas pele branca e vulnerabilidade diante de mim. Puxei com força para que ela ficasse de quatro e ela empinou para mim; sua bunda formava um coração enorme, branco e macio.
Caralho, a bunda mais linda que já vi em toda a minha vida. E eu ia destruí-la. Ou tentar.
Eu a mantive ali, de quatro, a bunda branca, farta e perfeita empinada para mim sob a luz pálida do quarto. Era uma visão que eu tinha arquitetado mil vezes nos meus melhores pensamentos, mas agora que estava ali, a realidade pesava como chumbo. A pele dela era tão clara, tão pura, que cada toque meu parecia uma mancha definitiva, um pecado que nem o tempo seria capaz de lavar.
Para de pensar Dominic.
Que merda!
Para calar meus pensamentos eu desferi dois t***s estalados, um em cada nádega. O som ecoou como um chicote no silêncio sepulcral, e as marcas vermelhas subiram instantaneamente na carne pálida, desenhando o rastro da minha agressividade.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Virgem Roubada pelo Mafioso Psicopata :CONTRATO DE SANGUE