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Virgem Roubada pelo Mafioso Psicopata :CONTRATO DE SANGUE romance Capítulo 118

POV/ DOMINIC

Eu não respondi com palavras. Eu não tinha mais palavras. Ataquei a boca dela e depois pelo o pescoço dela como um animal faminto, mordendo a pele macia com força suficiente para deixar uma marca roxa que duraria dias. Ela arqueou as costas, um suspiro surpreso escapando, mas eu não parei. Desci para o busto dela e, com um puxão brutal e possessivo, arranquei e depois rasguei aquele biquíni ridículo. O tecido estalou e cedeu, revelando os seios dela que caíram livres, balançando lindamente, úmidos e com os bicos já rígidos.

Abocanhei um dos mamilos com uma urgência bruta, sugando-a com força, usando a língua para torturá-la até ouvi-la soltar o primeiro gemido baixo de rendição. Segurei-a pela cintura, apertando a carne farta das suas nádegas contra o meu corpo molhado, sentindo o atrito delicioso e doloroso do meu membro ereto contra a barriga dela através da calça encharcada. Eu precisava dela nua, eu precisava dela agora, ou eu ia explodir.

E finalmente, ela cedeu. A muralha de gelo desmoronou sob a pressão do meu desejo. As mãos dela, antes paradas, enterraram-se no meu cabelo bagunçado com a mesma fúria que eu sentia. Ela puxou-me para mais perto, quase quebrando meu pescoço, e respondeu ao meu beijo com uma fome que espelhava a minha. Nossas línguas se encontraram em uma batalha frenética, úmida e desesperada. Não havia mais deboche, não havia mais medo. Havia apenas dois corpos molhados, colidindo em uma guerra onde a única rendição possível era o prazer absoluto.

A joguei na cama com uma urgência que beirava o desespero. Alessia caiu de costas, o cabelo prateado espalhando-se pelo linho branco como uma mancha de seda lunar, os seios balançando em um convite mudo que seria a minha ruína definitiva. Eu olhei para aquela imagem e soube, no fundo da minha alma manchada: ali eu estava assinando a minha própria sentença de morte. Eu sabia que ia dar errado, sabia que cada toque daquela noite tornaria a despedida do dia 17 um inferno impossível de suportar, mas eu queria aquele fogo. Eu precisava daquele pecado para me sentir vivo.

Subi sobre ela, sentindo o peso do erro mais delicioso da minha existência, pronto para ser destruído por completo por aquela mulher.

Ataquei o pescoço dela com mordidas e beijos que eram quase agressivos, sentindo o pulso dela martelar freneticamente contra a minha língua, como um pássaro enjaulado. Alessia jogou a cabeça para trás, o pescoço arqueado em um arco de pura entrega, soltando gemidos que despedaçavam o resto do meu juízo. Meus dedos cravaram na barriga dela, sentindo a maciez da pele quente, e depois desceram para as pernas, apertando a carne farta das suas coxas com uma força que eu sabia que deixaria marcas. Eu a queria marcada; queria que cada centímetro dela gritasse o meu nome quando eu não estivesse mais por perto.

Parei por um segundo, pairando sobre ela, meus pulmões queimando como se eu tivesse corrido uma maratona. Ela abriu os olhos — aquelas esmeraldas nubladas de luxúria e desafio — e me encarou de um jeito que me desarmou por completo.

— Esse seu olhar... esse seu olhar ainda vai foder a minha vida inteira — rosnei em voz alta, uma confissão que soou como um lamento fúnebre.

— Era exatamente o que eu queria que você fizesse comigo, Dominic — ela sussurrou, a voz carregada de uma promessa perigosa que me fez perder o que restava da razão.

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