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Virgem Roubada pelo Mafioso Psicopata :CONTRATO DE SANGUE romance Capítulo 119

POV: DOMINIC FERRARO

Levantei-me de cima dela, meu coração martelando contra as costelas como se quisesse escapar do peito. A máscara de monstro estava no chão, estraçalhada pela própria fúria que ela despertava em mim. Passei a mão pelo seu rosto com uma ternura involuntária que me assustava mais do que qualquer arma apontada para a minha cabeça.

A tensão no quarto era tão espessa que chegava a doer fisicamente. Afastei-me para tirar a calça e a cueca, ficando completamente nu diante dela, sem defesas, sem armaduras. O desejo era uma dor latejante entre as minhas pernas, mas a razão ainda tentava gritar um último aviso desesperado.

— Eu não posso fazer isso aqui... não temos nem proteção, Alessia. Eu preciso parar — eu disse, mais para tentar me convencer do que para convencê-la.

Mas ela não aceitou o meu "não". Alessia engatinhou pela cama, movendo-se com uma graciosidade instintiva e predatória que me deixou paralisado no lugar. Ver aquela pele branca translúcida e os seios fartos balançando enquanto ela vinha na minha direção foi a visão mais tentadora e perigosa que já presenciei em toda a minha vida.

— Não faz isso, principessa... — pedi, mas minha voz não tinha autoridade nenhuma; era o súplica de um homem já derrotado.

Ela se sentou nos calcanhares diante de mim e, com as mãos trêmulas, mas decididas, segurou o meu membro. Eu fechei os olhos, a cabeça pendendo para trás, sentindo que estava fodido de todas as formas possíveis. Alessia me envolveu com as duas mãos e me levou à boca. Foi um boquete desajeitado, sem técnica, ditado apenas pela curiosidade e pelo que ela imaginava que deveria fazer, mas foi a sensação mais intensa que já senti. Eu não me movia; tinha medo de assustá-la, de quebrar aquele momento sagrado de entrega.

Ela explorava, brincava, movendo-se com uma curiosidade que me levava à beira da loucura. Quando ela finalmente parou e me olhou de baixo para cima, com os lábios úmidos e o olhar vitorioso de quem sabia que tinha me vencido, ela se levantou. Ficou diante de mim, encarando-me nos olhos, virou-me com as mãos e me empurrou para trás, fazendo-me cair sobre os travesseiros.

— Chega para trás — ela ordenou.

Eu me ajeitei nos travesseiros como se fosse uma ordem absoluta — porque, naquele momento, era. Ver a Alessia engatinhar sobre mim, com o cabelo prateado caindo pelos ombros e aqueles seios fartos balançando a cada movimento, era como assistir a uma deusa descendo do Olimpo apenas para me destruir.

— O que você está fazendo? — murmurei, sentindo que tinha perdido o controle do meu próprio corpo.

Ela se encaixou em mim, posicionando-se sobre os meus quadris com uma perna de cada lado, mantendo o equilíbrio precário entre nós.

— Eu li nos meus livros — ela sussurrou, com uma inocência que me fazia querer protegê-la do mundo e, ao mesmo tempo, destruí-la ali mesmo. — Eu descobri como funciona. Eu quero cavalgar em você, Dominic.

Olhei para ela ali, sentada sobre mim, parecendo um anjo que decidiu brincar de seduzir o demônio. A forma como ela falava era tão pura e, ao mesmo tempo, tão devastadora. Eu sabia que, a cada movimento que ela fizesse a partir de agora, eu estaria pregando um novo prego no meu próprio caixão. Eu estava assinando minha sentença de morte, e o pior de tudo é que eu estava ansioso pelo fim.

— Então faz, Alessia — rosnei, segurando a cintura dela com firmeza, sentindo o calor da sua intimidade roçando no meu membro latejante. — Cavalga em mim.

Segurei meu membro, guiando-o para a entrada dela. Meus dedos tremiam.

— Desce devagar, principessa. Eu não quero te machucar... ainda é a sua segunda vez.

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