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Virgem Roubada pelo Mafioso Psicopata :CONTRATO DE SANGUE romance Capítulo 120

POV: DOMINIC FERRARO

Eu sabia que estava partindo o coração dela a cada estocada, e sabia, com uma clareza aterrorizante, que ela ia foder a minha mente para sempre. Mas ali, com ela cavalgando em mim, com o gosto do desejo na nossa saliva e o calor da sua pele colada na minha, eu não me importava em ser destruído. Se aquele era o meu fim, eu queria morrer ali mesmo, enterrado no paraíso que era o corpo dela.

Alessia estava no auge, movendo-se com uma fúria primitiva que eu não sabia de onde vinha. Ela esfregava o clitóris contra a base do meu membro com uma urgência que transformava o prazer em uma lâmina afiada, cortando meus últimos resquícios de sanidade. Forcei o quadril para cima, ajudando-a a ir mais fundo, até que o corpo dela travou em um espasmo violento. Ela soltou um grito abafado contra o meu pescoço, tremendo da cabeça aos pés, e a boceta dela começou a dar chicotadas no meu pau, apertando-me em ondas espasmódicas que me levaram ao limite absoluto do que um homem pode suportar.

— Caralho... — rosnei, sentindo que o mundo ia desabar.

Tirei-a de cima de mim com uma pressa bruta, meus músculos falhando sob a descarga de adrenalina, e gozei sobre o lençol branco, sentindo cada pulsação como uma descarga elétrica que percorria minha espinha. Ficamos ali, jogados, ofegantes, enquanto o silêncio do quarto era preenchido apenas pelo som ruidoso das nossas respirações descompassadas.

— Toda vez você faz essa bagunça, Dominic — ela murmurou após alguns minutos, com um sorriso sonolento e atrevido que quase me fez esquecer quem eu era.

— A culpa é sua por ser tão apertada que parece querer me arrancar um pedaço — rebati, tentando recuperar o fôlego e a postura de gelo que estava derretendo. — Agora chega. Vai tomar um banho, Alessia.

— Você também precisa de um banho — ela se inclinou, os cabelos prateados roçando o meu peito como seda. — Por que não vamos juntos?

— Não me provoca, principessa. Meu autocontrole já ficou lá no fundo daquela piscina.

— Eu vou provocar sim. Já que você vai me devolver de qualquer jeito, é melhor me foder bastante agora — ela disparou, o olhar carregado de um desafio amargo. — Assim eu não preciso sair caçando outra rola tão cedo quando chegar do outro lado da Itália.

O ciúme explodiu novamente, mas dessa vez veio misturado com um desejo sombrio e punitivo. Segurei-a pela mão com força e a puxei para o banheiro sem dizer uma única palavra, meus dedos cravados na pele dela.

Lá dentro, sob o jato de água morna que batia nos nossos ombros, a fúria e o desejo se fundiram em um só instinto. Virei-a de costas para mim, obrigando-a a apoiar as mãos contra o box de vidro. A visão era a definição da minha perdição: a bunda dela, grande e perfeita, empinada para mim, e a boceta rosada, pulsando em um convite escandaloso.

Dei dois t***s fortes em sua bunda. O estalo ecoou no banheiro e o vermelho que subiu na pele alva me excitou para caralho. Ela gemeu, um som que misturava dor e deleite. Dei mais dois do outro lado, com mais força. Talvez com a bunda marcada e ardendo ela pensasse duas vezes antes de tentar usar aquele biquíni ridículo para outros homens novamente. Passei a mão por cima do seu ombro e a apertei contra o meu peito, sentindo os seios dela contra os meus braços.

— Vou comer essa boceta sua todos os dias, até arder — sibilei no ouvido dela.

Ela sorriu, mesmo com a respiração falha.

— Eu não vou fugir, Dominic... não sei você — ela provocou, jogando a cabeça para trás.

Apertei seu seio direito com uma mão, enquanto a outra subia do ombro para o seu pescoço, imobilizando-a. Pedi para ela se curvar mais e desferi outro tapa estalado, deixando minha marca gravada ali.

— Gostosa do caralho — rosnei. Meu controle e minha consciência não existiam mais; só existia aquele corpo e aquela boceta moldada perfeitamente para o meu prazer.

Entrei nela com uma estocada só, bruta e sem aviso, ouvindo o gemido agudo dela ecoar nos azulejos molhados. Segurei seus seios com força, apertando a carne farta enquanto a possuía com um ritmo impiedoso, sentindo o calor da água e o calor do corpo dela me consumindo por inteiro.

Depois de um tempo, virei-a de frente, fazendo-a sentar no meu colo com as pernas entrelaçadas na minha cintura. Bati as costas dela contra o box, ditando um ritmo frenético e profundo. Alessia me abraçou pelo pescoço, escondendo o rosto no meu ombro, gemendo o meu nome como se fosse uma prece desesperada. Senti quando ela gozou de novo, as paredes dela me sugando como um vácuo, e tive que fazer um esforço sobre-humano para sair de dentro dela no último milésimo de segundo.

Terminamos o banho em um silêncio tenso, quebrado apenas pelo som da água escorrendo pelo ralo. Entreguei a toalha para ela, observando as marcas vermelhas dos meus dedos e da palma da minha mão na pele alva do seu quadril e na sua bunda.

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