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Virgem Roubada pelo Mafioso Psicopata :CONTRATO DE SANGUE romance Capítulo 124

POV: ALESSIA LOMBARDI

Uma das mãos dele desceu lentamente pelo meu pescoço, mapeando o caminho com um calor que parecia incendiar minha pele. Ele passou pelo meu ombro e, sem aviso, apertou meu seio com força por cima da seda fina. O choque do toque bruto me fez arquear as costas, e eu precisei morder o lábio inferior para não soltar um gemido ali mesmo, no meio do corredor.

— Então você foi só beber água? — ele perguntou, a voz como um rosnado vibrando contra o meu ouvido, enquanto a mão descia possessiva para a minha cintura.

— Sim... — respondi, mas minha voz saiu falha, entregando a mentira.

Ele soltou um riso sombrio e a mão continuou descendo. Chegou às minhas coxas e começou a subir por baixo do tecido leve do baby doll, a palma áspera e quente apertando minha carne com uma urgência que me fez tremer. Ele beijou o lóbulo da minha orelha e desceu para o meu cangote, distribuindo beijos úmidos que me faziam perder o chão.

— Só beber água... pensei que não conseguia dormir porque estava sentindo falta de algo — ele provocou.

— Eu acho que você tem um ego muito grande, Ferraro — disse, tentando manter a voz firme, embora meu coração batesse descompassado contra as costelas.

— Isso com certeza. E além do ego, tem outra coisa grande também, não tem? Você sabe bem — ele sussurrou, e sua mão parou exatamente por cima da minha calcinha, o calor da palma atravessando o tecido fino. — Se eu colocar a mão na sua b***ta agora, Alessia... você vai estar molhada?

— Não. Óbvio que não — menti, me remexendo inutilmente para que ele me soltasse.

— Péssima mentirosa — ele sentenciou. Dominic enfiou o joelho no meio das minhas coxas e, com o pé, afastou os meus, abrindo espaço para si enquanto ainda mantinha preso meus pulsos acima da cabeça com uma única mão.

— Agora me diz: o que você está fazendo aqui, Alessia?

— Eu... eu estava indo ao banheiro, beber água — repeti a desculpa mais esfarrapada do mundo.

— Tem um banheiro no seu quarto — ele rebateu, arqueando uma sobrancelha, o olhar escuro devorando a minha confusão.

— É que... tinha uma barata. E eu não quis entrar lá — soltei, querendo me bater no segundo seguinte por uma desculpa tão ridícula.

— Desde quando você tem medo de barata? — Ele deu um passo ainda mais à frente, invadindo meu espaço até que não sobrasse um milímetro de ar entre nós. Um sorriso cínico brincava nos lábios dele, mas o tom de voz suavizou de um jeito que me desarmou completamente. — O que você quer, Alessia? Está precisando de alguma coisa?

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