POV/ ALESSIA
Dominic segurou a alça da minha calcinha e, com um movimento fluido, a tirou pelos meus pés e jogou em qualquer canto do chão. Ele se abaixou, e eu não hesitei. Enterrei meus dedos no cabelo dele e puxei o rosto dele para mais perto, querendo que ele se livrasse da barra do meu vestido e descobrisse por conta própria como minha b * * * * * estava quente, molhada e ansiando por ele.
— Então não vamos falar disso — respondi, com a voz embargada enquanto sentia o hálito quente — Não precisamos conversar. Só faz o que você sabe fazer de melhor.
Dominic apertou minhas coxas com uma força bruta, uma pressão que eu sabia que deixaria marcas roxas na manhã seguinte, e dobrou a seda do meu vestido, enrolando o tecido nos dedos para expor minha intimidade ao ar frio do quarto. Ele me forçou a abrir as pernas e eu tive que me escorar na cômoda ao lado para não perder o equilíbrio, sentindo a textura da madeira contra minhas mãos enquanto ele se abaixava, encaixando-se perfeitamente no meu centro até que a língua dele me encontrou.
Ele me invadiu completamente. A língua do Dominic subia e descia com uma urgência selvagem, traçando círculos pesados e úmidos antes de focar exatamente onde ele sabia que eu era mais vulnerável. Ele sugava com uma voracidade que me fez soltar um gemido rouco e desesperado, o rosto dele pressionado contra mim sem se importar com o rastro de saliva que deixava.
Minhas pernas começaram a tremer de forma incontrolável. Eu era apenas um amontoado de nervos e desejo, sentindo a língua dele trabalhar de um jeito técnico e faminto no meu clitóris . O estalar úmido da língua dele no meu ponto sensível era a única música que meu cérebro conseguia processar. A pressão aumentou, o ritmo ficou frenético, e eu senti meu corpo entrar em curto-circuito.
— Dominic... — meu sussurro saiu quebrado, uma súplica rouca que implorava por misericórdia.
Eu explodi. O orgasmo veio como uma onda de choque violenta que me fez arquear as costas contra a parede com força. Eu gozei na boca dele, sentindo os espasmos me sacudirem da cabeça aos pés, e ele não recuou. Ele continuou ali, firme, bebendo cada gota do meu prazer, engolindo minha essência com uma satisfação que eu sentia vibrar no meu próprio ser.
Quando ele finalmente se levantou, o olhar dele estava selvagem, escuro de uma luxúria nua. Ele segurou meu rosto e me beijou com uma fome brutal, possessiva. Senti o gosto de mim mesma na boca dele, uma mistura inebriante que me deixou tonta.
Dominic não me deu tempo para recuperar o fôlego. Enquanto nossas bocas se devoravam, as mãos dele voltaram para baixo. Ele enfiou dois dedos em mim com força, em um ritmo rápido e implacável, dando estocadas profundas enquanto sua outra mão agarrava meu seio por cima do decote do baby doll, apertando o mamilo com uma precisão dolorosa.

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