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Virgem Roubada pelo Mafioso Psicopata :CONTRATO DE SANGUE romance Capítulo 141

POV: ALESSIA LOMBARDI

Dominic me fez levantar da cama com um puxão firme e possessivo, observando meu rosto ainda ofegante, com os lábios inchados e marcados pelo b****** que eu acabei de lhe dar. Ele não gozou; o brilho sombrio e faminto em seus olhos dizia que ele estava longe, muito longe de terminar o que começou. Eu o via ali, parado como um predador que acaba de encurralar sua presa favorita, exalando aquele magnetismo bruto que sempre me desarmava. Sem dizer uma única palavra, ele indicou com um gesto seco que eu me virasse. Obedeci prontamente, sentindo o calor dos lençóis sob meus joelhos enquanto apenas girava o corpo e empinava a bunda para ele, oferecendo-me em uma posição de entrega total que parecia incendiar o ar entre nós.

Imediatamente, senti o impacto de um tapa forte em minha bunda. O som estalado ecoou pelo quarto silencioso da Fortaleza, fazendo minha pele arder instantaneamente e meu corpo estremecer de uma antecipação que beirava o masoquismo. Dominic se abaixou atrás de mim, segurando meu quadril com mãos de ferro que pareciam querer fundir seus dedos à minha carne. Ele enterrou o rosto entre minhas pernas, passando a língua com uma lentidão torturante por toda a extensão da minha b***** e subindo, milímetro por milímetro, até o meu c*. O choque térmico da sua língua quente contra a minha pele sensível e a pressão deliberada daquela carícia me fizeram soltar um grito abafado contra o travesseiro, enquanto minhas unhas se enterravam na seda do colchão.

Enquanto sua boca trabalhava com uma voracidade técnica na minha b*****, senti-o inserir um, depois dois dedos dentro do meu c*. A sensação inicial foi dolorida, uma pressão invasiva que me fazia tensionar cada músculo do corpo, mas o prazer que ele causava simultaneamente com a língua e os lábios era muito maior — uma onda avassaladora e rítmica que mascarava qualquer desconforto, transformando a dor em um combustível para o meu tesão. Dominic deu um tapa leve na minha b*****, um carinho perverso que servia apenas para me lembrar de quem estava no comando, e puxou meu cabelo prateado com força o suficiente para me fazer arquear as costas e olhar para o teto, expondo minha garganta.

— Isso aqui é para você lembrar de mim, Alessia — ele rosnou contra a minha pele, a voz vibrando de uma forma que eu sentia lá no útero. — Para você nunca esquecer que é minha. Entendeu?

Ele passou as unhas por toda a extensão das minhas costas, desenhando trilhas que ardiam como brasas e deixavam marcas vermelhas que gritavam sua posse. O ardor dessas marcas me trouxe um prazer ainda mais visceral; ele estava me tatuando com o seu desejo antes de me devolver ao mundo lá fora. Dominic posicionou-se atrás de mim, usando a umidade que ele mesmo criara para facilitar o caminho, e começou a me f**** com uma força brutal e implacável. Cada impacto me jogava para frente na cama, e eu sentia cada estocada ecoar profundamente, uma pressão que parecia querer alcançar minha alma. Ele mantinha o controle absoluto, puxando meu cabelo para me manter erguida e distribuindo beijos mordidos pelos meus ombros e nuca, enquanto o ritmo das suas investidas se tornava cada vez mais frenético e barulhento.

Senti o momento em que ele chegou ao seu limite absoluto. Dominic apertou meu quadril com tanta força que eu sabia que deixaria marcas roxas, e gozou fundo dentro da minha b*****, inundando-me com seu calor e sua essência. Ele desabou sobre minhas costas por um momento, o peso do seu corpo musculoso me esmagando contra o colchão, enquanto sua respiração pesada e errática soprava contra a minha nuca. Eu não gozei, mas a sensação de ser preenchida por ele dessa maneira era o suficiente para me deixar em um transe profundo, flutuando em um mar de sensações.

— Nossa... eu não acabei com você ainda? — ele perguntou, recuperando o fôlego e dando um tapa estalado na minha bunda antes de se afastar ligeiramente.

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