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Virgem Roubada pelo Mafioso Psicopata :CONTRATO DE SANGUE romance Capítulo 142

POV: ALESSIA LOMBARDI

Dominic não perdeu tempo. Ele aproveitou a umidade que ele mesmo deixou em minha b***** e lambrecou o próprio pau, usando o calor daquela entrega para lubrificar minha entrada traseira. Senti a ponta dele pressionar, invadindo um território que ainda me fez arfar de surpresa e tensionar os dedos contra o lençol de seda. Ele empurrou com uma lentidão sádica, preenchendo-me centímetro por centímetro, expandindo meu corpo de uma forma que me deixou sem fôlego. Parou quando estava totalmente dentro, e ficamos estáticos por alguns segundos, apenas sentindo a pulsação um do outro e a eletricidade que vibrava entre nossas peles.

— Está doendo, Alessia? — ele sussurrou perto do meu ouvido, a voz rouca e carregada de uma preocupação que ele raramente demonstrava.

— Dói... mas está mais gostoso do que dói — confessei, enterrando o rosto no travesseiro enquanto ele começou a se mover devagar, respeitando o meu ritmo e a profundidade da nossa conexão.

Ele apertou minha bunda com força, as mãos marcando minha pele clara, e começou a sussurrar que eu era linda, que era maravilhosa e que ele nunca sentiu nada parecido por ninguém. Eu me senti em um sonho. O Dominic Ferraro que o mundo conhecia era um bloco de gelo, mas aquele homem que me possuiu no c* com tanta adoração pareceu outra pessoa. Eu temi que, ao voltar para a Sicília, ele voltasse a ser a estátua de pedra de sempre, mas naquele momento eu não quis pensar no amanhã. Eu só quis que ele terminasse de me marcar como sua.

Dominic intensificou as estocadas, segurando meus peitos por baixo e apertando-os com força contra as palmas das mãos. Enquanto me f**** por trás, ele deslizou uma das mãos para frente, encontrando minha b***** já sensível e começou a estimular meu clitóris com movimentos circulares e firmes.

— Vou fazer você gozar, principessa — ele prometeu contra a minha nuca, a respiração quente me arrepiando inteira.

Ri entre gemidos, a audácia dele alimentando meu próprio fogo interno. Quando o prazer finalmente me atingiu, meu corpo inteiro estremeceu em espasmos incontroláveis e eu senti Dominic chegar ao limite logo em seguida. Ele gozou fundo dentro do meu c* e, ao retirar-se, deixou o restante do seu rastro quente espalhar-se pelas minhas costas. Ele passou a mão pela p****, espalhando-a pela minha pele em um gesto de pura marcação territorial.

— Você é minha — ele sentenciou, dando um tapa estalado na minha bunda que ecoou pelo quarto.

Virei o pescoço e sorri para ele, os olhos brilhando com o reflexo daquela noite de entrega.

— Com muito prazer e algoz.....

— Vem, vamos tomar outro banho — ele disse, puxando-me pela mão com uma possessividade que eu já tinha aprendido a amar.

No banheiro, a água morna ajudou a relaxar meus músculos exaustos, mas a tensão sexual ainda estava lá, vibrando no ar saturado de vapor. Enquanto eu me lavava, Dominic não conseguiu manter as mãos longe de mim; ele acariciou meus seios e traçou o contorno das minhas curvas, observando como a água escorria pelo meu corpo. Percebi que ele já estava pronto para outra rodada, o desejo brilhando em seus olhos escuros mais uma vez.

Ajoelhei-me no chão do box, ignorando o impacto da cerâmica fria contra meus joelhos, e olhei para ele com um desafio estampado no rosto.

— Você disse que queria preencher todos os buracos hoje, Dominic... mas ainda não gozou na minha boca. Será que você aguenta?

Ele soltou um riso sombrio e baixo, os olhos fixos nos meus, devorando cada expressão minha.

— Você está me provocando, Alessia?

Não respondi com palavras. Apenas envolvi o pau dele com os lábios, chupando-o com uma determinação que o fez arfar e segurar o meu cabelo com uma força bruta. Continuei até que ele não aguentasse mais, sentindo o ritmo dele acelerar conforme a minha boca o levava ao limite. Dominic gozou na minha boca, e eu engoli a maior parte, sentindo o gosto forte e característico da sua possessão. Deixei um pouco escorrer pelo canto dos lábios e, com o dedo, arrastei o líquido branco até o meu peito, espalhando-o sobre o meu coração.

— Você esqueceu de me marcar aqui — provoquei, olhando-o de baixo para cima, com as lágrimas de esforço ainda secando nos meus olhos. — Para que todos saibam que eu sou sua.

Ele deu um tapinha leve e carinhoso no meu rosto, um sorriso de puro triunfo surgindo em seus lábios.

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