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A babá é a mais nova obsessão do CEO romance Capítulo 102

Eu considerava Aayush mais que o meu simples assistente. Para mim, ele era um quase amigo. Mas eu sabia que não havia reciprocidade na nossa amizade. Todos sempre preferiram Zadock.

Por mais que eu fingisse não saber, era ciente de que amigos sinceros se conquistava. Mas preferia fingir para mim mesmo que Aayush estava ali não só pelo salário milionário que eu lhe pagava, mas também porque se sentia bem e a vontade de trabalhar ao meu lado.

— Já faz um tempo que eu estou pensando em dar um tempo da empresa, Aayush.

— Como assim, senhor Enzo? — ele ficou surpreso.

— Uma aposentadoria. Mas não vitalícia. Algo como umas férias longas... de alguns anos.

— Eu... não estou entendendo. Agora que o senhor conseguiu finamente ajustar tudo para que a empresa funcione do seu jeito... pensa em sair de cena?

— Quero mais tempo... com meu filho. Desejo viajar, sem ter pressa para voltar. Fazer coisas que nunca mais fiz depois que virei adulto.

Aayush arqueou a sobrancelha e olhou dentro dos meus olhos, como se estivesse desvendando a minha alma.

— Isso é só por Davi, senhor? Ou a senhorita Maria Fernanda também tem a ver com essa sua decisão repentina?

— Não... isso não tem nada a ver com Maçãzinha. — tentei me convencer de que aquela decisão não era baseada no fato de que eu mal conseguia trabalhar pensando que ela e meu filho estavam em casa, se divertindo e compartilhando afeto... sem a minha presença.

— Entendo, senhor.

Não, ele não entendia. O tom que Aayush usou era de quem não acreditava em mim. O problema é que... nem eu acreditava em mim mesmo quando as coisas tinham a ver com Maria Fernanda.

— Eu sei que os negócios são importantes. E também sei que se eu vendesse a H&A poderia sustentar no mínimo umas cinco gerações futuras dos Asheton. — levantei e fui até a janela, olhando para o nada — renunciei a muitas coisas nessa vida, Aayush, sempre pensando no meu filho. Todas as decisões que tomei foram por amor a Davi. Mas de que adianta eu ter a empresa... se isso significa ficar longe dele? Entendo que isso é o que pessoas normais fazem. Mas meu pai me deixou uma herança singela. E ainda assim eu conseguiria viver bem e sem precisar trabalhar usufruindo dela. Depois... o velho Harlow me tornou bilionário. E quando vendi tudo para Zadock, o velho certamente se revirou no caixão. Eu tenho tudo — suspirei — Mas o vazio ainda permanecia dentro de mim. — o encarei — mas agora o vazio foi preenchido. E de que adianta, se estou longe do que me faz ser feliz? As noites não me bastam mais. Preciso de mais... muito mais.

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