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A babá é a mais nova obsessão do CEO romance Capítulo 168

Aayush deu um sorrisinho e suspirou:

— O aloo fry é um prato comum na Índia. Come-se batatas fritas e elas são extremamente populares, tanto em redes de fast-food quanto na culinária de rua. A batata é um ingrediente básico e muito consumido no meu país.

— Definitivamente, quero me mudar para a Índia.

Ele sorriu:

— A senhor jamais estaria tão segura quanto aqui.

— Aayush, uma curiosidade. Empresta-se dinheiro a juros na Índia?

Segurança! Algo que eu já não sabia se realmente tinha desde a ligação do Papai Noel.

Aayush me encarou e demorou um tempo para responder:

— Sim, empresta-se dinheiro a juros na Índia, mas a atividade é estritamente regulamentada pelas leis estaduais e pelo Banco Central da Índia. A agiotagem não autorizada, com taxas abusivas e métodos de cobrança intimidados é ilegal. É ilegal aqui também. A senhora sabe disso, não é mesmo?

— Se a agiotagem não é autorizada, significa que existe... sem autorização.

— Existe.

— E... o que acontece se alguém, por algum motivo, não pagar a dívida?

— Os juros são altos e os meios de coerção bem violentos.

— Nossa... pobres dos devedores na Índia.

— Não é muito diferente aqui. E... acontece em todos os lugares do mundo.

A porta se abriu como se uma ventania tivesse começado do nada.

— Maria! Maria! — Davi gritou, sorrindo enquanto corria na minha direção.

Retribuí o abraço:

— Oi, meu amor. Como foi a aula hoje?

— Podemos assistir um filme juntos?

— Podemos sim.

Aayush saiu, porque sabia que, assim como Enzo, Davi também gostava de exclusividade. Definitivamente, eu temia o meu bebê ter o sangue Asheton circulando nas veias.

Davi deu um pulo para a cama e agarrou-se a mim. Ele começou a querer assistir repetidamente o mesmo filme. E Jardim Secreto passou a ser o nosso companheiro nas horas vagas.

Senti as unhas cortadinhas arranhando levemente o meu braço. O olhei, deitado no meu ombro, e ri:

— O que significa isso, meu menino?

— Estou coçando antes de você sentir a coceira. — sorriu, fazendo aquela tentativa frustrada de piscar um olhinho.

— Eu já te disse o quanto você é incrível?

Ele passou a mão na minha barriga:

— Maria, você ainda vai me amar quando o seu bebê nascer?

Contive a lágrima que ameaçou escorrer pelo meu olho:

— Eu era a mais velha quando Will nasceu. E eu também tive medo que a minha mãe amasse mais ele do que eu. Mas sabe o que aconteceu?

— O quê?

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