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A babá é a mais nova obsessão do CEO romance Capítulo 170

Maria Fernanda riu e senti que relaxou. Descansou as costas no meu peito e deitou a cabeça no meu ombro:

— Eu não quero um cortador de grama.

— O que você quer? — perguntei.

— Posso pedir qualquer coisa?

— Sim... menos transar com outro homem.

Maçãzinha desenhou com os dedos algo na minha mão que envolvia sua barriga submersa.

Era agora que ela pediria o celular, a saída da mansão, ou que eu me suicidasse na sua frente. Prometi que lhe daria o que quisesse, mas sabia que não poderia cumprir.

— Eu quero um psiquiatra.

— Um... psiquiatra?

— Não só um psiquiatra. Também quero outra coisa.

— O quê?

— Eu quero fazer compras no shopping.

Compras no Shopping? Desde quando Maçãzinha gostava de gastar o meu dinheiro?

— Pedirei que Aayush a leve no shopping e você pode comprar tudo que quiser.

— Eu não quero ir com Aayush. Quero ir com você e Davi.

Senti meu coração acelerar. Dentre mil coisas que ela poderia pedir... Maçãzinha queria...

— Quero que vocês dois me acompanhem no ultrassom que a doutora agendou. E que depois que soubermos o sexo do bebê... a gente vá comprar as roupas para nosso filho ou filha... juntos.

Eu achei que era impossível amar aquela mulher mais do que eu já amava. Mas estava enganado. Ela era o ar que eu respirava, o sangue que corria nas minhas veias. Maçãzinha era cada batida do meu coração.

— Eu realizarei seu pedido.

— Mas você nem é a fada madrinha. — riu, ainda alisando a minha mão.

— Eu sou o seu marido, o que é ainda mais mágico.

— Idiota. — bateu na minha mão, de leve, rindo.

Sorri, embora ela não conseguisse visualizar por estar de costas para mim. Maria Fernanda me divertia, me fazia rir, dava vida àquela casa. Ela tinha ficado nua minutos antes na sacada. Ainda assim... eu não conseguia ficar bravo com Maçãzinha.

Alisei sua barriga:

— Ele já mexeu?

— Eu acho que não.

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