Enzo sentou-se na cama e me puxou para o seu colo. Novamente minhas pernas encontraram lugar em seus quadris e os braços o envolveram. Nossos olhos se encontram e ficamos ali, sem dizermos nada, enquanto ele alisava minhas costas lentamente.
— Como nunca transou com outra pessoa... acho que está na hora de eu te mostrar todas as posições possíveis.
— Posso ser um brinquedo bem articulável.
— Você sempre tem resposta para tudo?
— Na maioria das vezes. — ri.
— Irei beijar cada pedacinho do seu corpo... e saber onde te dá mais tesão. Quero sentir todos os seus orgasmos. E depois, fazer tudo de novo.
— Tudo hoje? Ou... vamos deixar um pouco para outro dia?
Ele arqueou uma sobrancelha:
— O que você prefere?
— Eu sempre fui muito calma. E procrastinada. Acho que podemos... fazer cada dia um pouquinho. Tipo... três a quatro vezes.
— Por dia?
— Se não for muito ruim para você, claro.
— Para mim pode ser. Você aguenta?
— Acho que vamos ter que descobrir. E você, aguenta?
— Maçãzinha, eu gozei a minutos e — pegou a minha mão e botou no seu pau, já ereto — olha como estou de novo. Vamos ver quem aguenta mais? — propôs.
— É uma proposta justa.
Explorei seu pau, que estava todo lambuzado de sêmen.
— Gosta disso?
— Do seu pau? Sim, eu gosto.
— De sexo.
— Eu acho que... gosto muito.
— Acha que consegue chupar meu pau?
Arregalei os olhos, preocupada. Olhei para o pau, envolvido na minha mão:
— Podemos deixar para... próxima semana? Preciso treinar antes.
— Treinar? — Enzo me tirou de seu colo com agilidade e me jogou na cama — Vai treinar como? Com outro?

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