Entrei no quarto com a Bela no colo, a porta batendo atrás de mim. O menino do hotel, provavelmente recém-saído do ensino médio, quase tropeçou nas próprias pernas pra largar a mala e sumir do corredor. Eu tinha demonstrado a minha impaciência pra me ver logo livre de terceiros. Precisava ficar sozinho com Bela o mais rápido possível.
— Obrigado, agora nos deixe sozinhos logo —, falei antes dele fechar a porta.
— Você gostou de me carregar por aí, né? — ela brincou, a voz rouca manhosa demonstrava as segundas intenções. Sorri de canto.
— Gosto.
Joguei ela na cama. Estava linda. Já era, desde sempre, mas agora, essa confiança a deixava ainda mais sexy. E era minha mulher, minha, e eu nem sabia se merecia tanto.
Ela ficou de joelhos no colchão, me puxou pela gravata.
— Vem cá.
Beijei seu pescoço, mordisquei a pele até sentir ela arrepiar, o cheiro do perfume dela me deixando louco.
Bela me empurrou contra a cama, subiu em cima de mim com a agilidade, ajeitando o tecido do vestido de noiva. Era um vestido simples, bem mais leve. Minha mulher não gostava de nada muito formal.
Senti seu peso em cima de mim, a pressão quente das coxas apertando meu quadril. Ela me olhou de cima, olhos brilhando de malícia, e puxou a gravata devagar, desfazendo o nó com precisão. Arrastou o tecido pelo meu pescoço e, antes de jogar no chão, passou a ponta pelo meu rosto, desenhando a linha do meu maxilar.
— Roupas não combinam com você.
— Ah, não? O que combina, então? — provoquei, tentando alcançar a cintura dela, mas Isabela segurou meus pulsos e prendeu minhas mãos acima da minha cabeça. Sentada na minha barriga, inclinou o corpo e mordeu meu queixo.
— Prefiro sem roupa nenhuma.
Meu pau latejou de tão duro. Eu queria rasgar aquele vestido, mas segurei a onda. Queria ver ela no comando.
Ela tirou minha camisa com pressa, depois se inclinou e lambeu meu mamilo… mordeu.
— Quero sentir você dentro de mim, — sussurrou, e passou a língua pelo meu abdômen, descendo até o cinto.
Ajoelhou-se entre minhas pernas, soltou a fivela, deslizou o zíper da calça lentamente, e puxou a peça até o meio das coxas.
Meu pau estava duro, pulsando, pronto pra ela. Bela olhou o volume, mordeu o lábio inferior e, com um sorriso sacana, puxou minha cueca pra baixo. O pau saltou pra fora, grosso, vermelho, as veias latejando. Ela não tirou os olhos de mim enquanto segurava a base, passando a língua devagar pela cabeça, lambendo o líquido que já escorria. Senti um choque percorrer meu corpo, um calor subindo das bolas até o peito.
— Eu amo esse pau, — ela disse entre gemidos, e antes que eu respondesse, engoliu metade de uma vez, a boca quente e úmida sugando com força. Segurou meu quadril com as duas mãos e começou a chupar a cabeça, enfiando o pau cada vez mais fundo na garganta, me olhando como se estivesse me desafiando a aguentar.
A sensação era absurda, a língua girando na glande, os lábios apertando cada centímetro. Bela soltava uns gemidos baixinhos que me deixavam ainda mais no limite. Eu tentei segurar, mas ela sabia exatamente como me torturar.
Tirou meu pau da boca, cuspindo saliva nele, antes de voltar a chupar. Dessa vez ela ia rápido, a sucção mais forte. O barulho molhado da boca dela me deixou maluco. Senti as bolas ficando pesadas, o corpo inteiro arrepiado.
— Porra, Bela, assim eu vou gozar, — avisei, mas ela chupou mais forte, me olhando com cara de safada. Senti o prazer chegando, não consegui segurar, explodi na boca dela, gozando no fundo da sua garganta.
Bela não reclamou, engoliu tudo, limpando meu pau com a língua até não sobrar uma gota. Fiquei tremendo, quase sem ar, enquanto ela lambia a cabeça sensível, olhando pra cima, rindo, com meu pau na boca.
Ela subiu o corpo em cima do meu, os olhos brilhando de orgulho, beijou minha boca e senti meu gosto na língua dela, o que me deixou excitado de novo.
De uma só vez, virei o corpo dela até que ficasse de bruços na cama. O vestido erguido o suficiente pra que a visão fosse perfeita: o desenho da bunda, empinada pra mim. Abri suas pernas, ergui o vestido até ver a calcinha molhada, que empurrei pro lado. Senti o calor escorrendo pela buceta. Ela gemia baixinho, se esfregando no lençol.
Não aguentei. Rasguei a calcinha e ela soltou um gritinho. A bunda ficou toda exposta pra mim. Ela riu, olhando por cima do ombro.
— Me faz gozar logo, não aguento mais.
Eu obedeci. Passei a língua na bunda, descendo até a entrada da buceta, que já estava molhada. Chupei devagar, sugando o clitóris com vontade, enfiando dois dedos dentro e sentindo ela tremer na hora. O gosto dela era viciante. Ela se contorcia, gemendo alto, e eu não parei até que gritasse meu nome, a buceta pulsando nos meus dedos, gozando pra mim.
Mas eu não parei.
Chupei até ela quase me empurrar, mas segurei firme, sentindo o gozo dela escorrendo na minha boca. Lambi cada gota, até ela ficar com o corpo mole.
— Agora você me fode, — ela sussurrou, a voz rouca e manhosa, quase implorando.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Babá "Feia" e o CEO