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A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna. romance Capítulo 65

— Essa é boa! — um dos machos riu, dando um tapa na própria perna, porém, a alegria dele durou pouco, porque a cabeça dele foi de encontro com a mesa.

— Porra, Dalton!

— Por acaso vocês acham que eu sou algum fracote? Que eu vou ter medo da porra de uma fêmea? — Dalton perguntou e olhou primeiro para o estrago na testa de Peter, antes de focar em Jared. — Aquela vadia não passa disso!

— Ela é gostosa… — Jared deu de ombros. — Olhar pra ela de perto, mesmo depois de ter se batido e tá meio bagunçada… Ela é um tesão. A gente podia brincar antes de dar fim nela.

— Má ideia. — Peter respondeu, com a mão na testa, enquanto Ryan oferecia a ele um pacote de lenços de papel. — Misturar negócio com prazer, esse tipo de prazer, nunca dá certo.

— Fala isso porque ela não é o Ryan. — Jared comentou e Dalton sacudiu a cabeça, apenas.

— Calem a boca! A gente precisa decidir como vai fazer as coisas. Não podemos deixar qualquer pista, ou nem vamos receber o restante do pagamento!

Aquilo serviu de incentivo para que os machos se calassem. Enquanto isso, Lucretia não ouvia nada. A porta tinha isolamento acústico.

Ela fechou os olhos, tentando organizar os pensamentos. Ela não tinha ideia do que deveria fazer. Os braços dela doíam, principalmente o esquerdo. A cabeça latejava. E não era só pelo baque. Quando ela ainda estava no carro, ela se lembrou de ter acordado por um breve instante, o suficiente para sentir algo sendo colocado na frente do rosto dela por um vulto. E aí sim, tudo ficou escuro.

Aquele macho a tinha drogado. Então, a levou até ali. E ela só podia tentar se comportar até que alguém a salvasse. Lucretia esperava que Rhys fosse rápido, porque a situação era realmente complicada. Ela não confiava que o raptor só estava tentando mexer com o psicológico dela ao mencionar que se “divertiriam”. E se não fosse uma brincadeira? E se ele realmente se forçasse em cima dela?

“Se ele fizer isso e Rhys chegar aqui…”

E depois, e se Rhys estivesse envolvido? Lucretia queria chorar.

Ela era o tipo de pessoa forte, que engolia o choro e seguia em frente, fazia o que era necessário, porém, desde a véspera da cerimônia de acasalamento, muitas coisas tinham acontecido. Muitos problemas, muita pressão, muito… tudo! E, agora, como se já não bastasse, como se ela não tivesse o direito de relaxar um pouco, ela tinha sido raptada. Talvez inclusive por um violentador. Mas ele não era o cabeça por trás daquilo.

E outro ponto que a estava matando? Kali não estava com ela. Kali, tinha sido silenciada dentro dela. Lucretia não sentia prata contra a pele dela, nem muito perto, então, a explicação só podia ser wolfsbane. Provavelmente na droga que a manteve desacordada, o que a fizeram inalar. E, por conta disso, Kali estava presa, inalcançável. E Lucretia esperava que fosse um “por enquanto”. Com o lobo, ela poderia tentar enviar uma mensagem ao pai.

A notícia do sumiço de Lucretia começou a se espalhar. Infelizmente, mesmo que ele desse a ordem. uma pessoa contava para alguém da família, que era de outro bando, e assim, a fofoca chegou até os ouvidos de Deidra.

Ela colocou a xícara de chá na mesinha, olhando para a mãe.

— Tem certeza, mãe?

— Absoluta! — Jeane respondeu, sorrindo. — E o melhor? Nós não temos qualquer envolvimento. Portanto, estamos limpas!

Jeane bebericou da xícara, contente, em uma quase dança.

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