POV/ ROCCO
Enfiei um dedo, sentindo o interior dela me apertar e tentar me expulsar ao mesmo tempo.
Delícia.
Adicionei mais um dedo dentro da boceta virgem dela.
Movimentei a mão devagar para que ela se acostumasse com a espessura e com a invasão, enquanto inclinei o tronco para a frente, voltando a beijar sua boca com força para logo em seguida descer meus lábios direto para o seu mamilo direito e mordiscá-lo, fazendo-a gemer.
Caralho. O barulho mais gostoso e viciante que já ouvi na porra da minha vida.
Eu estava começando a ter ciência de que talvez, provavelmente, o taxista estivesse certo.
O aperto interno da boceta dela em meus dedos era a coisa mais saborosa que já tinha sentido na vida. As paredes internas e quentes se contraindo ao redor dos meus dedos de um jeito tão justo que quase me fez perder a cabeça. Comecei a masturbá-la com movimentos ritmados, um vai e vem firme e contínuo, enquanto mordia e chupava os peitos dela.
— Rocco... ah, meu Deus... — ela gemeu o meu nome, enquanto abria mais as pernas para mim e movimentava os quadris involuntariamente contra a minha mão.
Coloquei meu dedão sobre o clitóris e comecei a mexer e apertar em círculos, e ela retribuiu buscando mais daquela pressão, enquanto gemia e falava meu nome de forma involuntária. Meu nome nunca teve uma sonoridade tão bonita como quando vinha da boca dela.
Ajustei o ângulo do meu corpo, fincando o cotovelo esquerdo no colchão para erguer o tronco. Com os dois dedos ainda enterrados profundamente naquela quentura que me esmagava, usei a mão direita livre para segurar o queixo dela com firmeza. Inclinei a cabeça e a beijei de novo, mas não foi um beijo rápido. Foi um toque lento, pesado, focado em sugar o lábio inferior dela com uma calmaria calculada, fazendo a língua dela se enroscar na minha enquanto ela se desmanchava por inteiro debaixo de mim.
A pele da Sky estava pegando fogo. Desci a minha boca pelo queixo arredondado dela, mordiscando a linha macia do pescoço até alcançar a clavícula, deixando marcas vermelhas que denunciariam o meu estrago na manhã seguinte. Ela arqueou a espinha de uma vez, cravando as unhas nos meus ombros nus, soltando um gemido ruidoso que ecoou pelas paredes do quarto quatorze.
Afastei o meu rosto por um segundo para olhar para ela e apreciar o seu semblante de prazer. A Sky estava com as bochechas completamente coradas, os olhos castanhos esverdeados nublados pelo tesão, inteiramente aberta debaixo do meu corpo.
Retirei os meus dois dedos de dentro dela com um puxão lento, saboreando o estalo úmido que a sucção causou no ambiente. Ela soltou um suspiro sôfrego, sentindo a falta do preenchimento. Mas eu não dei descanso. Antes que ela pudesse fechar as pernas ou protestar, deslizei a minha mão direita, completamente ensopada pelo mel escorregadio dela, subindo pela barriga macia e pelo vão das costelas até alcançar o rosto dela.
Pressione meu polegar molhado direto contra os lábios carnudos da Sky, sujando a boca dela com a própria umidade que transbordava de suas pernas. Ela arregalou os olhos em choque, mas eu não recuei. Avancei com a minha boca e engoli os lábios dela em um beijo faminto, forçando a minha língua para dentro, obrigando a Sky a provar o próprio gosto viciante direto da minha boca. Ela soltou um som abafado contra a minha garganta, uma mistura de surpresa e submissão, correspondendo ao toque com uma urgência selvagem que quase fritou o meu juízo.
Afastei a boca a milímetros da dela, nossas respirações se chocando de forma caótica.

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