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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 103

POV: ROCCO BLACKWOOD

A Sky recuou a cabeça de uma vez, arfando, os olhos dilatados enquanto tentava puxar o oxigênio para dentro do peito. Ela segurou meus ombros nus, os dedos cravando na minha pele.

— Isso... isso não quer dizer nada, Blackwood — ela balbuciou, a voz saindo cortada, trêmula, mas carregada de uma teimosia irritante. — A gente se odeia.

Eu soltei um riso rouco, colando minha testa na dela, sentindo o calor febril que emanava de sua pele.

— Não vai mudar nada entre a gente, Bittencourt. Porque eu também detesto você.

Eu não dei tempo para ela retrucar. Avancei novamente contra aqueles lábios vermelhos e inchados, engolindo qualquer protesto. O beijo era uma colisão de línguas, bruto, necessitado, uma disputa por controle onde nenhum dos dois queria ceder. Dei dois passos largos para a frente, carregando o peso dela colado ao meu abdômen, e a joguei na cama.

A Sky caiu de costas no colchão macio. O impacto desalinhou completamente os cabelos ruivos, que se espalharam como uma cascata de fogo sobre os lençóis brancos. Com a queda, as pernas dela se abriram de forma desalinhada, e os seios fartos balançaram com o movimento, livres de qualquer amarra. O rosto dela estava rosado por causa do sangue que fervia sob a superfície.

Recuei um passo, ficando de pé ao lado da cama. Passei a mão pelo cabelo, bagunçando os fios molhados, e soltei o ar com força, estático diante daquela visão. Eu já tinha visto muitas mulheres nuas, já tinha desenhado linhas perfeitas em monumentos de concreto pelo mundo, mas nada me preparou para o que estava no meu colchão.

Ela não tinha o padrão magro de passarela, e era exatamente isso que me deixava em transe. O quadril largo, a barriga macia, a fartura de carne branca e a boceta rosada contrastando com o vermelho vivo do cabelo. Era um combo perfeito.

A Mona Lisa de Da Vinci ou qualquer quadro de arte de museu chique eram uma piada perto daquilo. A Sky era a obra mais linda, imponente e perigosa que eu já tinha visto.

O meu pau latejou com tanta força dentro da cueca que a pressão chegou a doer, o sangue correndo para a minha virilha em uma velocidade que quase me causou um derrame.

— Você é linda pra caralho, Bittencourt — soltei, a voz saindo num tom baixo, arrastado pelo tesão bruto.

Ela piscou, o choque do elogio desarmando sua pose por um segundo. Levantou a cabeça e olhou para o próprio corpo exposto e, num reflexo súbito de vergonha, tentou cruzar os braços sobre os peitos fartos, e fechar as pernas, tentando se esconder de miim.

— Para... para de me olhar desse jeito! — ela pediu, os olhos castanhos esverdeados brilhando de puro constrangimento. — Você me deixa completamente sem graça.

— Você é linda, por isso estou olhando. Não, na verdade estou te apreciando.

Ela levou as mãos ao rosto, visivelmente envergonhada.

Subi na cama de joelhos, avançando como um predador. Segurei os pulsos dela com firmeza, afastando os braços dela e prendendo-os contra o colchão acima da cabeça, e passei o olho pelo seu corpo novamente.

— Você é linda de verdade uma combinação perfeita de doçura e caos.

— Você deve dizer isso para todas.

Soltei os pulsos dela e espalmei minhas duas mãos nos peitos fartos. A maciez era absurda. Apertei a carne com força, sentindo os mamilos rígidos cutucarem as minhas palmas. Colei meus lábios na orelha dela, descendo os dentes pela linha do pescoço, mordendo de leve enquanto ela arqueava as costas, cedendo ao estímulo.

— Hoje eu vou te dar uma lição — sussurrei, a voz grave vibrando contra a pele dela. — E essa lição vai ser de graça.

Desci a minha boca para os seios dela. Abocanhei um dos mamilos com vontade, sugando e castigando a carne com os lábios enquanto a minha mão esquerda continuava apertando e massageando o outro lado. A Sky jogou a cabeça para trás no travesseiro e soltou um gemido sôfrego, alto, que reverberou direto na minha boca quando voltei a atacar os lábios dela.

A boca dela me engoliu, a língua dela se enroscava na minha com uma fome que me deixava completamente louco. Insanamente maluco.

O meu pau latejava de um jeito doentio, implorando para que eu arrancasse a cueca e me enterrasse nela de uma vez por todas. Eu queria rasgar qualquer protocolo da merda da minha empresa, esquecer o concurso e esquecer que eu era o CEO e que ela era minha funcionária. Queria esquecer o slow burn, as aulas e as sessões no clube e tomá-la ali mesmo. Mas.... eu não podia... infelizmente eu não podia.

Com qualquer outra mulher, eu já teria resolvido o meu problema e saído da cama satisfeito.

Mudei a minha posição para garantir o domínio visual daquele monumento de carne. Deitei de lado, me acomodando na lateral do corpo dela, mas sem relaxar o peso; firmei todo o meu porte no braço esquerdo, usando o antebraço como um pilar rígido de sustentação sobre o colchão. Essa angústia geométrica me dava o ângulo perfeito: meu peitoral tenso quase roçava na pele dela, enquanto meus olhos conseguiam mapear e assistir a cada reação, cada arrepio e cada centímetro por onde os meus dedos passavam.

Com o braço de apoio travado, desci a minha mão direita livre pela barriga macia dela, arrastando os dedos pela pele da barriga até chegar ao meio das pernas dela. Quando meus dedos tocaram ali, percebi que ela estava completamente encharcada. A boceta dela estava extremamente molhada, um calor abrasador e escorregadio que inundou os meus dedos assim que pressionei a entrada.

A Sky soltou um arquejo agudo, tentando fechar as pernas, mas eu me mantive firme entre as coxas dela, usando o meu próprio quadril de lado para travar qualquer tentativa de defesa.

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