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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 154

POV: ROCCO BLACKWOOD

Segurei o corpo da Sky com firmeza e a deitei devagar sobre a superfície lisa do mármore da cozinha. Fiquei parado por um segundo, apenas escorando o meu peso por cima dela, sentindo o meu coração acelerado martelar contra as minhas costelas como uma britadeira. O meu peito subia e descia junto com a respiração frenética dela, o sangue correndo quente pelas minhas veias. Apertei de leve a carne farta dos seus seios, e a ruiva abriu um sorriso curto, totalmente entregue ao momento.

Desci minhas mãos até o cós da calça de moletom dela e puxei o tecido para baixo com um movimento firme, jogando a calça de qualquer jeito no chão da cozinha. Ela já estava sem calcinha por baixo. Com as pernas entreabertas, a intimidade dela estava visivelmente molhada, brilhando sob a penumbra da cozinha de um jeito que quase me fez perder o juízo. Era perfeita, lisa, desenhada, rosada, com os lábios externos gordinhos e fartos que eu faria questão de devorar com a minha boca.

Abri as pernas dela de vez, expondo a nudez completa da Bittencourt. Ela cruzou as duas mãos sobre o rosto em um segundo, tentando se esconder de mim por puro reflexo de vergonha diante da minha avaliação.

— Pshhh... não precisa ter vergonha, Bittencourt. Não de mim — sussurrei, a voz saindo em um rosnado totalmente rouco. Eu entendia perfeitamente a timidez dela, o peso daquela primeira entrega, e isso só me deixava mais obcecado.

Peguei o pote de sorvete de novo. O meu sangue rugia nos ouvidos, eu queria muito me enterrar nela de uma vez só, vencer aquela barreira e reivindicar tudo, mas era a primeira vez dela e eu precisava que ela lembrasse de cada detalhe. Eu tinha a obrigação de fazer aquela noite ficar gravada na alma dela com ferro e fogo. Queria que toda vez que ela olhasse para a porcaria de um sorvete, lembrasse do meu toque, já que ela se alimentava mal, pior que uma condenada.

Espalhei a massa gelada pelas coxas grossas dela, descendo o creme frio pela pele quente. Avancei com a boca, passando a língua pelo rastro doce. A Sky deu um sobressalto na mesa, os poros inteiramente arrepiados pelo choque térmico, as unhas cravando nos meus ombros.

Puxei o corpo dela mais para a frente na quina da mesa, abrindo ainda mais as suas pernas e deixando a intimidade dela escancarada para o meu comando. Peguei mais um pouco de sorvete e depositei direto sobre o clitóris dela. Ela soltou um gemido agudo que preencheu a cobertura, ecoando no silêncio da noite.

Inclinei a cabeça e passei a língua de baixo para cima, experimentando o gosto dela misturado com o sorvete. Senti o sabor dela invadir os meus sentidos. Era o melhor gosto da minha vida inteira, absurdamente viciante.

Abri os lábios externos com os meus dedos, analisando a entrada estreita, e passei a língua novamente de cima a baixo, devagar, várias vezes, sentindo a textura macia se contrair contra o meu rosto. Enfiei a ponta da língua em sua abertura estreita, sentindo o aperto daquela carne intocada e imaginando quando o meu membro finalmente entrasse nela.

Subi a língua e chupei o seu clitóris, pressionando a musculatura ali com força, depois apertei com o meu polegar fazendo círculos rápidos, enquanto enfiava a língua dentro dela e chupava seus lábios com dedicação.

A Sky começou a se contorcer inteira no mármore, tentando fechar as pernas pelo excesso de estímulo, mas eu não deixei. Segurei as coxas dela abertas com firmeza, dominando o espaço.

Chupei os lábios grandes dela, sugando e me deliciando com o sabor único que ela tinha. Enfiei um dedo dentro dela de vez, descobrindo que ela estava extremamente molhada por dentro. Internamente, as paredes dela me empurravam e me puxavam para o fundo ao mesmo tempo, uma tortura deliciosa que fazia o meu membro doer de tanto sangue acumulado.

Continuei fazendo o movimento de vai e vem com o dedo, enquanto a minha boca sugava o clitóris dela.

— Rocco... Rocco... ah... — ela gemeu contra mim, aumentando o ritmo da respiração. A contração interna dela aumentou tanto que prendeu o meu dedo com força, e o corpo dela EXPLODIU. A Sky se contorceu inteira na mesa e gozou, descarregando tudo.

— Arghh... Rocco... — ela continuou gemendo o meu nome, choramingando de prazer.

— Isso, amor. Foi bom? — perguntei, a voz falhando pelo tesão acumulado.

— Melhor que sorvete — ela balbuciou, com os olhos nublados.

— Ótimo. A próxima vez vai ser no meu pau — disse para ela, ainda inserindo e tirando o meu dedo de dentro dela devagar, trazendo o mel dela para fora.

Chupei os meus próprios dedos sujos dela e depois passei a língua por tudo, lambendo e limpando a intimidade dela completamente, sem deixar sobrar nada.

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