(PORQUE PEDIRAM MUITO... MAS ESPERO COMENTÁRIOS SE GOSTARAM OU NÃO NO FINAL. OU SE ESPERAVAM QUE AS COISAS ACONTECERIAM ASSIM, AGORA E DESSA FORMA?)
POV: ROCCO BLACKWOOD
Segurei a nuca dela, enfiando os meus dedos com força no meio daqueles fios ruivos, e esmaguei a minha boca na dela em um beijo bruto e desesperado. Abri os lábios dela com a minha língua, invadindo o espaço dela com uma fome cega, misturando a nossa saliva em uma colisão quente e barulhenta.
Deslizei as minhas mãos pelas costas dela descendo e depois subindo até a nuca, depois descendo com pressa pelos braços e pelas coxas fartas, apertando a carne dela com uma força que ia deixar marcas da minha posse por dias. O corpo dela estava totalmente colado ao meu, me esmagando contra o mármore da cozinha.
Afastei a minha boca da dela por um milésimo de segundo, os nossos lábios brilhando pela umidade, o meu peito subindo e descendo de forma frenética enquanto eu tentava buscar o oxigênio.
— Se eu começar agora, Bittencourt... eu não vou parar.
A Sky segurou os meus ombros largos, as pupilas dela totalmente dilatadas pelo desejo.
— Cala a boca, Blackwood. Você fala demais. Mais ação e menos fala.
Agarrei a barra do moletom velho dela e puxei a peça para cima com um movimento violentíssimo, arrancando a roupa e a jogando de qualquer jeito no chão. A visão que surgiu na minha frente quase me fez perder o juízo por completo.
A Sky estava apenas com um sutiã vermelho de renda, as curvas fartas e a pele alva totalmente expostas sob a luz fraca da cobertura. O contraste daquele vermelho com o ruivo do cabelo dela era uma covardia. Joguei os fios acobreados dela para trás dos ombros largos, inclinei o corpo e passei a minha língua quente pela linha da clavícula dela, chupando a pele clara até ouvir o gemido ruidoso dela ecoar nos azulejos.
— Você é linda, Sky. Perfeita.
Ela encolheu os ombros de leve, um tremor de vergonha passando pelo corpo dela enquanto ela desviava o olhar para o lado, tentando esconder as marcas reais da sua anatomia.
— Eu tenho umas gordurinhas... uns pneus de michelão bem aqui na barriga, Rocco — ela murmurou, a gagueira de timidez voltando com tudo.
Segurei o queixo dela com os dedos firmes, forçando aqueles olhos castanhos a olharem direto para mim, sem nenhuma rota de fuga.
— Isso só te deixa mais linda, Bittencourt. Mais preciosa. Eu quero cada centímetro dessa carne farta.
A Sky se esticou para a frente, cravando as unhas com força nos meus ombros largos e me puxando para um beijo faminto. Ela me beijou de volta com uma energia que quase me fez perder o equilíbrio na quina da mesa. Quando afastou os lábios apenas um milímetro, os olhos castanhos dela estavam fixos nos meus, brilhando com uma seriedade assustadora.



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