POV: SKY BITTENCOURT
O Rocco se afastou por alguns segundos e foi até a cozinha. Quando voltou, ele trazia algumas pedras de gelo derretendo nas mãos. O choque térmico começou na mesma hora. Ele deitou o meu corpo de costas no estofado e começou a deslizar o gelo pela minha pele, passando a pedra congelada pelos meus braços esticados, descendo pelas minhas coxas e subindo até os meus seios. Ele alternava o frio extremo com o calor da boca dele que vinha logo atrás, sugando a minha pele arrepiada. Eu estava quase perdendo o fôlego, indo à loucura com aquela brincadeira sádica.
— Rocco... — gemi o nome dele.
Senti a mão direita do Rocco arrancar a minha calcinha com força, rasgando o tecido do lado esquerdo e na parte de baixo, me deixando completamente nua na frente dele. Tentei fechar as pernas por puro reflexo de timidez, mas ele não deixou. Ele segurou as minhas coxas com firmeza, abrindo o meu corpo, e rosnou que eu estava molhada demais para tentar me esconder.
O Rocco segurou a minha cintura farta com as duas mãos pesadas e, com um movimento firme e bruto, girou o meu corpo de uma vez só no estofado. Como os meus pulsos continuavam amarrados no alto do encosto, o tecido da camisa de linho torceu com força acima da minha cabeça, esticando os meus braços ao limite. O puxão me obrigou a apoiar os joelhos no colchão macio do sofá, deixando o meu peito colado contra as almofadas e os meus quadris empinados bem altos na direção dele. Eu estava de quatro.
O Rocco se posicionou bem atrás da minha bunda. Ele se ajoelhou no chão da sala, bem no vão das minhas pernas abertas, e soltou a sua autoridade máxima perto do meu ouvido:
— Eu não me ajoelho por ninguém, Bittencourt. Mas por você, eu encosto os meus joelhos no chão.
Eu soltei um gemido abafado, o meu coração batendo na garganta com o peso daquela submissão dele. Meus quadris se empinaram ainda mais para trás de forma involuntária.
— Pois eu vou te dar uma lembrança inesquecível — ele disse, abaixando a cabeça atrás de mim.
No segundo seguinte, senti as minhas mãos dele deslizarem pelas minhas nádegas. Ele apertou a carne farta, massageou com os dedos, me deu uma palmada estalada que ardeu a minha pele e voltou a apertar de novo. Eu apenas gemia e tratava de puxar o ar para dentro dos pulmões para não desmaiar de tesão. Eu já estava quase implorando para ele me foder.
Mas eu não ia inflar ainda mais o ego dele.
O Rocco abriu as minhas nádegas com as duas mãos, afastando cada lado com força, e enfiou o rosto ali no meio. Ele passou a língua quente e úmida por toda a extensão da minha virilha, subindo pela raiz interna das coxas e deixando um rastro de saliva na minha pele. Depois, ele desceu a boca e passou a ponta da língua de leve ao redor do meu ânus, bem em cima da região mais sensível, fazendo o meu corpo inteiro estremecer e travar na estrutura do móvel de tanto arrepio. Logo em seguida, ele direcionou o foco da boca para a minha boceta.
Me fazendo soltar um gemido totalmente exagerado.
Logo ele voltou com a pedra de gelo e passou na minha boceta, me fazendo arquear as costas e fechar as pernas.
O Rocco me deu um tapa estalado na bunda, que chegou a formigar.
— Pernas abertas. Na próxima eu vou bater mais forte.
O Rocco deu mais uma palmada firme na minha bunda, apertando a carne em seguida e abrindo os meus lábios com os dedos longos. Ele levou a boca inteira direto na entrada da minha boceta e abocanhou tudo de uma vez. Ele deu uma tremenda chupada que me fez soltar um grito agudo e empinar o bumbum ainda mais alto contra o rosto dele. No instante seguinte, ele começou a sugar com força enquanto abria mais a minha bunda para me foder com a língua.
— Ahhh! Santo Deus, como isso é bom! — eu disse, enlouquecendo de prazer, sentindo que a minha consciência estava prestes a sumir.
Minha excitação subiu tanto que o meu peito doía. Eu sabia que se ele continuasse daquele jeito, o meu corpo não ia aguentar.
Não tive tempo nem de pensar em pedir para ele parar. Segundos depois, os lábios do Rocco alcançaram o meu clitóris, abocanhando o ponto exato e sugando com uma pressão absurda, ao mesmo tempo em que os dedos dele entraram de forma abrupta e violenta dentro de mim.
Uma EXPLOSÃO de calor e prazer intenso tomou conta de cada músculo do meu corpo. No segundo seguinte, eu comecei a descarregar o meu primeiro orgasmo.
— Ahhh! Ahhh! Ahhhhhhh! — eu gritei, sem nem saber que estava gritando, sentindo o meu corpo inteiro incendiar e tremer em cima do sofá.
No minuto seguinte, senti as minhas pernas fraquejarem por completo e o meu corpo amoleceu contra o couro do sofá. Uma sensação gostosa de alívio e relaxamento percorreu toda a minha pele. Mas, por incrível que pareça, em vez de me fazer querer parar para descansar, aquele ápice só aumentou o meu desejo de sentir aquele homem, possessivo e gostoso, enfiado dentro de mim.
O Rocco se levantou do chão e se postou logo atrás do meu corpo. Senti o peito nu e o membro rígido dele encostarem direto contra a minha bunda, e eu estremeci inteira. Eu queria sentir aquele corpo pesado inteiramente sobre o meu, sem nenhuma roupa ou barreira nos separando. Ele se inclinou para a frente e voltou a distribuir beijos molhados pelo meu pescoço, reiniciando o meu caos.

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