POV: SKY BITTENCOURT
O Rocco soltou um urro rouco bem no meu ouvido, um som puramente animal. Sentindo as minhas contrações apertarem a rigidez dele até o limite, ele continuou metendo com vontade, até que senti o pau dele ficar tremer. Ele gozou dentro da camisinha.
Eu estava totalmente arruinada, com o peito esmagado contra as almofadas e a respiração cortada, achando que finalmente teria um descanso.
— Isso foi incrível.
— Ainda não acabou.
Ele avançou rápido, desfez o nó cego da camisa com os dedos ágeis e libertou os meus pulsos do encosto do sofá. Antes que eu pudesse entender o que estava acontecendo, ele segurou a minha cintura e me girou de frente no estofado com um puxão firme. Fiquei deitada de costas, com os peitos para cima, inteiramente exposta sob o olhar dele. Sem perder o ritmo, ele segurou os meus joelhos e puxou as minhas pernas fartas para o alto, dobrando o meu corpo e jogando as minhas coxas quase na altura do meu peito.
Minha intimidade ficou totalmente escancarada na beirada do sofá, vermelha, inchada e completamente lambuzada pelo mel do orgasmo recente.
O Rocco se posicionou de joelhos no meio das minhas pernas, o peito largo subindo e descendo de forma frenética, coberto por uma camada de suor que brilhava sob a luz da sala. Ele olhou para baixo, fixando os olhos verdes bem no meio das minhas pernas.
— Você é dona da boceta mais gostosa e apertada que eu já vi na minha vida, Sky — ele soltou, as palavras saindo arrastadas, a voz inteiramente destruída pelo tesão acumulado. — Vou te comer sem camisinha, depois você toma remédio.
Eu acenei, mordendo os lábios por causa da onda de excitação que me atingiu.
O Rocco ajeitou o pau que já estava duro feito pedra novamente e afundou de uma vez só na minha abertura.
Soltei um grito alto, a minha cabeça bateu no braço do sofá. Estava ardendo, uma queimação intensa por causa do atrito contínuo na pele que já estava sensível, mas a dor foi engolida por um prazer tão absurdo que o meu próprio quadril deu um solavanco para cima, implorando por mais.
Ele passou as mãos pelos meus seios, apertando com força, e depois enfiou os dedos dele dentro da minha boca, me obrigando a chupar a sua pele.
— Que delícia... — sussurrei entre os dentes, sentindo o rastro do meu próprio gosto.
Ele tirou os dedos da minha boca, apertou as minhas bochechas com força e me deu dois tapinhas leves no rosto, voltando a apertar os meus lábios logo em seguida enquanto metia em mim fundo, forte e devagar. Ele desceu a mão pelo meu pescoço e apertou firme.
Aquele aperto me fez sentir sensações incríveis, um calor que parecia dominar o meu bom senso. Me fez sentir dele, totalmente submissa e cheia de prazer em ser usada por ele daquele jeito na sala. Eu sorri no meio do beijo.
— Está gostando?
— Cala a boca, Rocco... me fode mais... — pedi, perdendo toda a pose de garota durona, enterrando as minhas unhas com força nos braços rígidos dele.
O Rocco me puxou ainda mais para perto dele, passou as minhas pernas para o lado de sua cintura e colou o corpo pesado por cima do meu, esmagando o peito dele contra os meus seios fartos. Ele enfiou as mãos por baixo das minhas costas, me suspendendo um pouco contra o corpo dele, e começou a me foder com uma força implacável. Eram estocadas brutas, profundas, um impacto carnal contínuo que fazia todo o meu corpo chacoalhar no estofado.
Ele abaixou a cabeça e esmagou a boca dele na minha, com um beijo violento e barulhento. A língua dele invadia o meu espaço com pressa, enquanto os dentes dele mordiscavam os meus lábios de leve. Enquanto me beijava daquele jeito selvagem, as mãos dele subiram para os meus seios, apertando a carne farta com força, deixando as marcas dos dedos dele desenhadas na minha pele alva.
O barulho úmido das nossas peles se chocando preenchia a sala, misturado com os meus gemidos abafados que escapavam entre os lábios dele. A queimação ali embaixo só aumentava, mas a sensação de ser preenchida daquele jeito por ele era um vício maldito. Eu queria mais. Queria que ele me quebrasse inteira se fosse preciso, contanto que não parasse.
O prazer subiu como uma descarga elétrica pela segunda vez, fazendo as minhas pernas tremerem ao redor do quadril dele. O Rocco percebeu que eu estava no limite e acelerou ainda mais as estocadas, desferindo golpes rápidos, secos e profundos que me fizeram perder totalmente o rastro da realidade. Eu já não sabia mais onde estava. No ápice, ele soltou um rosnado alto, puxou o pau para fora com um estalo úmido e descarregou tudo em jatos quentes direto na minha barriga.
Eu só conseguia tentar respirar, enquanto a minha boceta ardia e o meu interior se contraía em choques térmicos. Ele saiu de cima do estofado, se ajoelhou no chão bem na beirada e puxou as minhas pernas de uma vez para a borda.
— Rocco... o que você tá fazendo?
— Te fazendo gozar.
Eu ri cansada, sem forças para lutar contra a vontade dele. O Rocco abriu as minhas pernas com as mãos e passou a língua com força pela minha boceta, subindo direto para massagear o meu clitóris com a ponta da língua.
Eu gemi alto, tentando fechar as pernas pelo excesso de sensibilidade, mas ele me impediu segurando as minhas coxas abertas e continuou pressionando o meu clitóris, até me levar ao limite absoluto. Eu gozei novamente, mas dessa vez foi tão forte que me deu uma contração violenta, uma dor aguda no meu útero que fez o meu corpo inteiro tremer e travar.
— Ahhhhhhhhhhhhh! — gritei, sentindo o meu corpo inteiro flutuar e queimar ao mesmo tempo.

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