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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 208

(POV: CHRISTIAN BLACKWOOD)

Os dias tinham passado em um ritmo arrastado, mas tolerável. A Moon tinha mandado as fotos de todas as suas refeições pelo celular novo que deixei para ela, provando que tinha entendido as minhas ordens de cuidado. Eu estava satisfeito com aquela submissão silenciosa. O pai dela continuava apresentando uma melhora constante na recuperação do hospital, o que tirava um peso enorme das costas dela.

Eu estava na sala da diretoria da construtora lidando com uma dor de cabeça burocrática junto com o Rocco. O orçamento que tínhamos feito para erguer o novo prédio da prefeitura tinha voltado com valores absurdos. Com as novas taxas municipais e o custo elevado da mão de obra especializada, o projeto tinha ficado muito mais caro do que o planejado originalmente.

O Rocco se recusava terminantemente a fechar o negócio daquele jeito; ele odiava o prefeito atual e não daria margem para prejuízos ou concessões. Nós precisávamos de uma alternativa drástica para baratear a execução do projeto. A solução que encontramos foi repassar parte dos desenhos e do planejamento estrutural para os novos talentos que estavam sob o nosso teto.

Se usássemos os estagiários ou algum dos rapazes e meninas que estavam participando do concurso de arquitetura, o custo despencaria de imediato. Além disso, poderíamos encaixar essa entrega como uma pontuação extra na classificação final deles.

No meio dessa discussão de números e planilhas que o meu celular particular vibrou em cima da mesa de vidro. Peguei o aparelho e li a mensagem da Moon com alguns minutos de atraso. Ela avisava de forma direta que tinha recebido o convite de uma amiga para ir a uma festa e que estava indo e levando o celular com ela.

O sangue subiu quente para o meu pescoço na mesma hora, inundando a minha mente com uma onda de raiva. Digitei uma resposta curta e ríspida, ordenando que ela não saísse de casa de jeito nenhum.

Ela não respondeu.

Mandei outra mensagem exigindo um retorno imediato.

Nada. Enviei mais uma, e o silêncio no visor continuou.

A raiva travou os meus músculos. Deixei o Rocco na sala resolvendo o restante dos papéis e dirigi direto para o meu apartamento. Entre em casa, fui para o banheiro, liguei o chuveiro e tomei um banho rápido sob a água fria para tirar a sujeira do expediente e clarear os pensamentos.

Eu ia ensinar aquela garota a me obedecer de verdade, mesmo que para isso eu tivesse que amarrá-la na cama todas as noites. Sequei o corpo na pressa, peguei as chaves e uma nécessaire de couro preta onde eu guardava os meus equipamentos de restrição para esse mundo de obediência. Entrei no carro e dei partida.

Peguei a estrada de terra em direção à fazenda perto do lago. Estacionei o veículo em um canto escuro do estacionamento improvisado e passei os primeiros minutos apenas observando a movimentação de longe, controlando o meu impulso. Eu a avistei no meio do salão principal da festa.

CAPÍTULO 228 - O PREÇO DA DESOBEDIÊNCIA 1

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