POV/ ROCCO
O calor do corpo da Sky subia direto contra o meu peito nu. Senti os músculos das costas dela se contraírem quando comecei a passar as minhas unhas devagar pelas laterais da cintura dela, descendo pelas costelas até a curva do quadril farto. Minhas unhas arranhavam a pele clara com uma pressão média, desenhando trilhas pálidas que logo ficavam rosadas, fazendo o corpo dela se arrepiar inteiro debaixo de mim.
Ela balançava a cabeça de um lado para o outro, soltando gemidos roucos, totalmente entregue ao estímulo. Afastei o meu peso de cima dela e me ajoelhei entre as pernas abertas da minha ruiva. O zumbido dos dois motores preenchia o silêncio do quarto vermelho, ditando o ritmo daquela insanidade.
Levei a minha mão até a entrada do c* dela, onde o vibrador menor de silicone vermelho continuava latejando. Segurei a base do aparelho e o puxei para fora com um movimento lento, sentindo o músculo circular se contrair imediatamente para tentar fechar o vazio. A Sky soltou um gemido sôfrego, achando que receberia algum alívio, mas eu não dei tempo para ela respirar.
Enfiei o meu dedo indicador direto na abertura estreita e lubrificada, forçando a entrada ríspida. Ela arqueou as costas na mesma hora, os pulsos forçando as cordas de algodão soft na cabeceira da cama. Sem a menor cerimônia, empurrei o meu dedo médio logo em seguida, enfiando dois dedos de uma vez dentro do c* dela, esticando as paredes apertadas até o limite da elasticidade.
A Sky soltou um grito ruidoso contra o colchão, o quadril gordinho tremendo por cima da almofada triangular.
Usei a minha outra mão livre para espalmar a virilha dela até chegar no seu ponto sensível pressionando o meu polegar direto contra o clitóris que saltava de tanta umidade. Comecei a massagear a intimidade dela com movimentos circulares, pesados, enquanto os meus dois dedos continuavam fodendo o c* dela por trás em um ritmo contínuo e ríspido, quando ela arqueou as costas e seus gemidos aumentaram, ela estava perto do apíce eu parei.
Puxei os meus dedos de dentro dela. A Sky soltou um ganido de frustração, o corpo inteiro sofrendo um espasmo pela interrupção abrupta do prazer que estava prestes a explodir. Peguei o chicote de pontas trançadas que estava jogado ao lado do colchão.
— Rocco... Rocco, me deixa... eu quero g***** — ela implorou com a voz rouca, o choro misturando-se com a saliva que molhava o lençol. — Por favor, me deixa chegar lá.
— Não — respondi curto, a minha voz saindo grossa, colada na orelha dela. — Hoje não, Bittencourt. Você os vai fazer o que eu mandar.
— Por favor, Rocco. Por favor... faz parar, eu preciso descarregar isso — ela continuou suplicando, os joelhos dobrados para fora na posição de rã.
— Não. Não mesmo, ruiva — ditei a recusa, mantendo a tortura psicológica no ápice.
Desferi um golpe firme bem na nádega direita dela. O estalo do couro cortando o ar foi seguido pelo som do impacto na carne macia. A Sky soltou um grito alto, os ombros subindo com a dor aguda que reiniciou o sistema nervoso dela, afastando o orgasmo que estava na ponta do penhasco.
Sem dar descanso, desferi outro golpe na nádega esquerda. O couro mordeu a pele cheia de sardas com força. Dois vergões compridos e vermelhos subiram na mesma hora na bunda dela, contrastando com o óleo de massagem que brilhava sob a luz vermelha.
Aproximei o meu corpo por trás, segurando o quadril farto dela com as duas mãos grandes, fincando os meus dedos na carne até deixar marcas pálidas. Volteis a passar a minha língua por toda a extensão daquela pele castigada, deixando leves mordidas nas bordas das nádegas dela, ouvindo os dentes dela rangerem de tanta agonia sensorial.
Estiquei o braço e segurei a base do vibrador maior que ainda estava inserido na b***** dela, trabalhando na velocidade máxima. Puxei o aparelho para fora devagar, e inseri novamente, várias vezes em sua abertura rosada e então, com um movimento bruto eu retirei e enfiei no c* dela de uma vez só.
Ela gritou alto, balançando todo o corpo dela.

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