POV/ ROCCO
Desliguei o motor do vibrador maior que estava no c* dela e o puxei para fora com um movimento firme.
Tirei a minha cueca e peguei o pacote na bancada, rasguei com os dentes e coloquei a camisinha no meu p, que já latejava de tanta prontidão. Derramei uma quantidade generosa de lubrificante anal direto na cabeça do meu membro e usei o resto para espalhar entre as nádegas fartas da Sky.
Fui até a mesa e peguei outro vibrador, um que vibrava em uma velocidade muito mais rápida, e brinquei com a ponta dele na entrada da b***** dela, roçando o silicone acelerado na pele quente.
— Eu quero você — ela me disse, a voz abafada contra o lençol.
— Você vai aceitar o que eu te der e é isso — respondi. Liguei o vibrador no máximo e o enfiei direto dentro da b***** dela. A carne farta se contraiu imediatamente ao redor do aparelho e ela gemeu alto.
Com a mão esquerda, afastei as abas da bunda dela, abrindo o caminho para o meu p, posicionando a cabeça bem na entrada apertada do c*. Deslizei a minha mão direita por baixo do quadril dela, espalmando a barriga macia até alcançar o clitóris, massageando a região com firmeza para que ela não sentisse tanta dor com o impacto inicial, e comecei a empurrar o meu p para dentro dela.
Enfiei a ponta direto no c* dela. A Sky soltou um grito alto, a testa se enterrando no lençol escuro conforme o muscle cedia ao diâmetro do meu p.
Empurrei o quadril para a frente com uma pressão lenta e contínua até entrar por completo, afundando até o talo dentro daquele calor absurdo, enquanto o vibrador a preenchia por completo na frente e eu continuava a masturbá-la com os meus dedos.
Parei totalmente imóvel lá dentro. Sentia o meu p latejar de forma violenta, a carne dela me apertando com tanta força que o sangue martelava na minha têmpora. Eu já estava com uma vontade avassaladora de gozar, sentindo o topo do controle escorregar pelos meus dedos, mas tencionei os músculos das coxas e segurei o ritmo.
Esperei alguns segundos até a respiração dela deixar de ser um chiado desesperado. Quando o corpo dela se moldou ao meu tamanho, comecei a meter devagar, em estocadas profundas e medidas para não machucar o tecido sensível. Ela gritava, gemia e se contorcia inteira debaixo do meu peso.
A Sky começou a gemer sem parar, um som rouco, entrecortado, que ecoava ritmado a cada pressão do meu quadril contra a almofada de posicionamento.
— Você vai gozar com o meu p no seu c*, Bittencourt — sussurrei com a voz grossa, o suor frio escorrendo pelo meu pescoço.
Desslides a minha mão direita para a frente, alcançando a virilha úmida dela, e comecei a masturbar o clitóris dela com movimentos rápidos e firmes, sem parar a pressão. O estímulo duplo destruiu o restante da lucidez da ruiva. Ela começou a balançar o quadril de um lado para o outro, gritando alto contra o colchão conforme as contrações iam se acumulando na b***** e no c*.
A Sky atingiu o ápice com um grito desesperado. O corpo dela se contorceu inteiro sob o meu peso e ela começou a gozar, derramando um calor absurdo enquanto o c* dela apertava o meu membro em espasmos violentos, rítmicos, me esmagando por dentro.
Aquela pressão me levou direto ao precipício. Não consegui segurar mais nada. Prendi o ar e gozei também, despejando tudo dentro da camisinha enquanto soltava um rosnado alto contra a nuca dela. Foi gostoso demais, uma descarga de adrenalina que limpou toda a tensão dos meus nervos.
Ela respirou fundo algumas vezes. Fiquei deitado sobre as costas dela por um minuto, ouvindo o som das nossas respirações deixando o ritmo mais lento. Segurei o quadril dela e saí de dentro dela com cuidado. Me afastei, retirei o meu membro e, em seguida, puxei para fora o vibrador da frente, que veio completamente ensopado pelo orgasmo dela.
Sentei na beirada da cama, retirei a camisinha com um estalo seco e olhei para trás, fixando os olhos na b***** dela que continuava exposta, vermelha e pulsando de leve, enquanto o Big Black já se prontificava para o próximo round.
— Caralho, ruiva... você é minha perdição — comentei, limpando o suor da testa com as costas da mão enquanto sentia o meu coração finalmente desacelerar.
— Isso foi... uauu... — ela me disse entre suspiros pesados, sem conseguir mover o corpo.
— Ótimo, agora vamos para o próximo round.
— O quê? — ela perguntou entre respirações sôfregas, tentando girar o pescoço.
— Vou terminar o que comecei — respondi, me levantando com o p duro e pronto para foder a b***** dela.

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