POV: SENHOR C
Segurei o massageador de silicone encostei a ponta bem na entrada do ânus dela, devidamente lambuzada de gel. Empurrei devagar, abrindo a passagem com calma enquanto ouvia a respiração acelerada da Moon.
Ajustei o pequeno vibrador que mantinha posicionado na parte da frente do corpo dela, deixando a vibração constante agir na intimidade para anestesiar os sentidos da garota. O corpo dela se contorceu inteiro sobre os travesseiros, o quadril vacilando enquanto o brinquedo deslizava para dentro e para fora do canal em um ritmo lento e cadenciado.
Inclinei o meu tronco sobre as costas nuas dela e aproximei os meus lábios do lóbulo da orelha macia. Mordisquei a pele sensível, descendo beijos quentes e calmos pelo seu pescoço. A pele da Moon arrepiou por inteiro, os pelos dos braços se erguendo enquanto ela soltava suspiros longos contra o travesseiro, distraindo a mente da invasão lá atrás.
Tirei o massageador com cuidado e peguei a peça do tamanho maior na minha caixa de acessórios. Despejei mais uma dose generosa de lubrificante na peça de silicone e a posicionei na entrada dela, empurrando a extensão com paciência até preencher o espaço.
— Está bom, ratinha? — perguntei perto da orelha dela, a voz grave e calma.
Ela soltou um arfar preso, cravando as unhas no travesseiro.
— Não está tão ruim como estava antes... mas parece que está me rasgando um pouco — ela confessou, com a voz falhada pela sensação.
Pousei a minha boca na curva do pescoço dela, deixando um beijo demorado e quente na pele limpa.
— É assim mesmo. O seu corpo só precisa se adaptar ao volume — murmurei, mantendo a mão firme para movimentar a peça em deslizes curtos, indo e voltando sem pressa.
Aos poucos, a resistência muscular do corpo dela começou a ceder. A respiração da Moon, que antes saía afobada e travada, foi ganhando um tom mais arrastado e fundo. O desconforto inicial deu lugar a um calor diferente, e o quadril dela começou a acompanhar o meu impulso no colchão.
Quando percebi que o canal estava perfeitamente dilatado e flexível, retirei a peça de silicone. Peguei o modelo maior, feito de borracha macia e anatômica, lambuzando toda a extensão com mais gel.
Encaixei a cabeça do brinquedo na entrada dela e empurrei com um movimento firme. A Moon soltou um gemido alto que ecoou pelo quarto, erguendo o quadril na minha direção enquanto o material afundava por inteiro dentro dela.
Movimentei a extensão de borracha para dentro e para fora, mantendo o impulso constante enquanto o corpo dela acompanhava o ritmo no colchão. Me afastei um pouco para observar a cena por inteiro. A intimidade da Moon estava completamente brilhante e úmida, escorrendo pelas coxas e provando que o prazer já tinha dominado cada pedaço dela.
— Como está se sentindo? — perguntei com a voz baixa.
— É estranho... mas é bom — ela confessou, arfando contra o travesseiro.
— Que ótimo. Porque hoje é a primeira e última vez que outro membro, mesmo sendo de borracha, entra em você.
Dei um tapa estalado na carne farta da bunda dela, ouvindo a garota soltar um gemido abafado.
— Ciúmes até de um objeto? — ela provocou, a voz falhada pela respiração curta.

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