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POV: SENHOR C
Passei as palmas das minhas mãos pelas costas nuas dela, descendo pela cintura fina até alcançar o quadril largo. A pele da Moon era absurdamente clara e macia sob os meus dedos.
— Fica de quatro para mim, ratinha — ordenei em um tom baixo e absoluto.
Ela obedeceu devagar, apoiando os cotovelos e os joelhos no colchão e erguendo o quadril na minha direção. A curva da bunda dela, desenhada pela meia arrastão, era uma visão espetacular na penumbra do camarote. Ajeitei o meu corpo atrás dela e inclinei a cabeça, descendo beijos provocantes pela parte interna das coxas e subindo pela pele sensível, mantendo a minha boca longe do clitóris onde estava a perfuração recente para garantir a higiene e a proteção do local.
A Moon soltou um gemido agudo, se contorcendo no lençol. Ergui a mão e dei um tapa estalado na nádega dela, vendo a pele avermelhar no mesmo instante. Segurei uma mecha do cabelo loiro dela perto da nuca, puxando com uma firmeza medida para erguer a cabeça dela.
— Você é minha, entendeu? — perguntei, dando mais um tapa na bunda dela.
— Sim... — ela respondeu com a voz falhada.
— Ótimo.
Deitei o meu peito contra as costas dela, segurando os seios fartos por baixo da renda. Apertei com força até ouvir um gemido misturado de dor e prazer sair da garganta dela. Os seios dela eram perfeitos, firmes, preenchendo as minhas palmas por inteiro.
Afundei o meu rosto na curva do pescoço da garota e puxei o cheiro quente da pele dela. Mordisquei a pele macia da orelha dela, ouvindo a respiração da Moon descontrolar.
— Se você não tivesse sido uma garota má e colocado esse brinquedinho na frente — murmurei perto do ouvido dela —, a gente estaria fazendo isso do jeito tradicional. Mas agora não resta outra opção além do meu caminho.
Ela soltou uma risadinha fraca, enterrando o rosto no travesseiro.
— A culpa não é minha...
Dei um tapa na bunda dela e a Moon arqueou as costas. Me afastei um pouco e olhei para o corpo dela, lindo e totalmente entregue na minha frente. Me abaixei, abri as abas das nádegas dela com as duas mãos e aproximei a minha boca com cuidado.
Em vez de ir com agressividade, passei a língua com extrema delicadeza, calma e calor, contornando a entrada da intimidade dela e descendo suavemente até o anel do ânus. Cuidei de cada toque para dar o máximo de carinho e sensibilidade, fazendo a carne dela responder com arrepios imediatos.
A Moon se contorceu no colchão, soltando um suspiro longo e manhoso.
— Delícia — murmurei na pele dela. — Não posso te masturbar e nem encostar no seu clitóris por causa da perfuração, mas o canal da sua buceta eu posso provar.
— Ahhhh... — ela gemeu alto, afundando as mãos no lençol.
Mordisquei a carne macia da bunda dela enquanto apertava as nádegas fartas, deixando a pele avermelhada sob a minha pressão. Voltei com a língua, lambendo o ânus e a entrada rosada da buceta dela com movimentos quentes e lentos, garantindo que ela sentisse todo o carinho e o desejo que eu tinha por aquele corpo.
— Quando você se recuperar, eu vou te foder com força — avisei, subindo para morder o lóbulo da orelha dela.
Me afastei um pouco, peguei três travesseiros altos na cabeceira e os acomodei embaixo da barriga e do quadril dela, deixando a bunda bem elevada e empinada na minha direção.
— Abre as pernas — ordenei.
Ela obedeceu, me dando a visão perfeita da intimidade dela completamente úmida e brilhante. Inseri o meu dedo mínimo devagar no canal da buceta dela. Estava absurdamente apertado e quente, o músculo interno pulsando e abraçando o meu dedo.
— Delícia — comemorei, dando outro tapa na bunda dela.
Peguei o frasco de lubrificante, despejei uma quantidade generosa na minha mão e pousei os dedos na entrada do ânus dela. Pressionei a ponta do meu indicador devagar, deslizando com calma na pele lubrificada.

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