POV/ SENHOR C
Ergui a minha palma direita e dei um tapa firme na nádega farta dela, fazendo o som estalar alto no quarto e a carne estremecer e avermelhar na hora sob o impacto do meu toque.
— Você vai aguentar. Vai aguentar até eu me satisfazer — ordenei com a voz grave, a autoridade cortando qualquer tentativa de manha ou recuo.
Segurei a cintura dela com mais força, cravando os meus dedos na sua pele para impedir que ela se movesse um milímetro. Inclinei o meu quadril para a frente e afundei o meu pau de uma vez só, vencendo a resistência final e entrando até a base da minha virilha.
O corpo dela cedeu um pouco para baixo com a força da investida e com o peso do impacto, mas reagi no mesmo instante, ajustando a minha pegada nos seus ossos do quadril e puxando a bunda dela de volta para o alto, mantendo o meu membro cravado por inteiro dentro do seu corpo.
Enquanto ela agunizava.
A Moon ficou completamente imóvel por alguns segundos, travada sobre o colchão. A respiração dela saía pesada, entrecortada e ruidosa contra o travesseiro enquanto a minha extensão preenchia cada milímetro do seu espaço interno, queimando e esticando a sua carne no limite da capacidade dela.
— AII.. Isso doi... — ela clamou.
— Se você ficar quieta, vai se acostumar melhor — murmurei, mantendo a pressão constante da minha virilha colada na bunda dela, dando tempo para os músculos dela relaxarem ao redor da minha espessura.
Deslizei a minha mão livre pelas costas nuas dela, subindo pelos ombros arrepiados até alcançar a sua nuca. Enrolei os meus dedos nos fios macios do seu cabelo loiro, puxando com uma firmeza medida para erguer o seu rosto do travesseiro e expor o seu pescoço.
— Ai... é tão grande... tão grosso — ela soltou em um fio de voz falhado, manhosa e vulnerável, me permitindo sentir o tremor leve que passava pelas suas pernas. — Nossa... acho que não vou nem conseguir sentar amanhã.
Inclinei o meu tronco sobre as costas nuas dela, colando o meu peito na pele quente, levantei a mascara e deixei beijos lentos, profundos e quentes na curva do seu ombro e na pele arrepiada da sua coluna, descendo os meus lábios passo a passo até a dobra da sua cintura.
— Essa é a intenção, amora — respondi com um riso baixo contra a pele dela, sentindo a carne do seu quadril finalmente ceder à pressão e começar a abraçar a minha espessura com um calor absurdo.
Puxei a cabeça dela ligeiramente para trás pelo cabelo, obrigando a Moon a soltar o ar pela boca enquanto a minha mão livre descia para massagear a lateral do seu quadril.
A pele dela estava em carne viva de tesão e sensibilidade, e cada respiração que ela soltava no colchão fazia os seus músculos apertarem ainda mais o meu pênis lá dentro. Passei a ponta da minha língua pela curva da orelha dela, sentindo os pequenos arrepios se espalharem pelos seus braços esticados.
— Olha como você me recebe bem quando para de teimar — murmurei bem perto da orelha dela, mantendo o quadril colado ao dela, sentindo a pulsação quente dentro do corpo da garota responder ao meu toque possessivo.


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