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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 249

POV: SENHOR C

O calor dentro das minhas roupas pesadas era sufocante. Eu continuava com o moletom e a calça abertos, mantendo apenas o meu pênis para fora enquanto o meu corpo inteiro queimava de esforço físico. O suor grosso escorria pela minha testa, descendo pelo meu pescoço e molhando o tecido do moletom antes de pingar direto nas costas nuas da Moon. A máscara no meu rosto transformava a minha respiração em um sopro quente e abafado, fazendo o ar rarefazer dentro da minha boca.

O som do meu próprio coração batia acelerado e alto diretamente nos meus ouvidos, como um tambor descontrolado acompanhando o ritmo das estocadas. Meu quadril batia contra as nádegas fartas dela com um estalo constante e alto de pele contra pele. Tirava o pau quase inteiro, deixando a cabeça no limite do canal, e empurrava até o fim para depois voltar a tirar só a metade, moendo a intimidade dela com uma precisão calculada e sem trégua.

Girei a minha mão direita, soltando os pulsos dela para arranhar as costas nuas da garota de leve com as unhas e segurar a pele macia da sua nuca com firmeza. Inclinei o meu tronco e dei mais um tapa estalado na bunda farta dela, sentindo a pele dela queimar sob a minha palma.

— De quem você é? — perguntei perto da orelha dela, a minha voz saindo arrastada e pesada pelo esforço. — Responde para mim, Moon. De quem você é?

Ela não respondeu de primeira, mantendo a cabeça enterrada no travesseiro, completamente perdida na tempestade de sensações físicas que atravessavam a sua carne. Soltei mais um tapa seco e estalado na carne quente da sua nádega, exigindo a resposta com autoridade.

— De quem você é, ratinha? — repeti, cravando os meus dedos na cintura dela.

— Sou sua! Sou sua, sou sua! — ela gritou alto, a voz falhada, chorosa e manhosamente entregue ao meu comando.

— Está bom? — perguntei, cravando mais uma estocada funda que fez a cama ranger sob o nosso peso.

— Tá... tá muito melhor do que estava antes! — ela admitiu em um arfar desesperado, a cabeça balançando sobre o lençol.

— Essa é a minha garota — murmurei com um riso abafado e possessivo contra a pele do pescoço dela.

Como eu tinha acabado de me derramar inteiro na boca dela minutos atrás, o meu corpo demorava consideravelmente mais para alcançar o ápice do orgasmo. Tive que trabalhar o ritmo com brutalidade e disciplina. Aumentei a força das bombeadas, mantendo as estocadas firmes, secas e sem qualquer pausa para descanso. O suor encharcava o tecido da minha roupa e o calor da pele dela queimava contra a minha virilha.

Cada impulso do meu quadril exigia mais fôlego dos meus pulmões, acelerando ainda mais os batimentos do meu peito enquanto eu fodia o corpo da minha garota no escuro da cabine. A resistência e o aperto da carne dela massageavam o meu pênis sem parar, levando o meu limite físico à exaustão.

O calor na minha virilha começou a acumular de forma intensa, subindo como uma onda de choque pela minha espinha. Mantive o ritmo acelerado por mais alguns segundos longos, martelando o corpo dela contra o colchão, até sentir o meu membro pulsar forte e enrijecer no fundo do canal dela.

Segurei o quadril dela com força total e deixei uma parte do meu esporro descarregar direto no fundo do corpo dela, sentindo a carne do ânus dela se contorcer e apertar o meu pau em espasmos quentes.

Em seguida, antes de terminar de me esvaziar por inteiro, puxei o meu membro para fora de uma vez só e descarreguei o restante do líquido espesso e quente por cima das nádegas fartas e do final das costas dela, sujando toda a pele clara da garota.

Dei um último tapa estalado na bunda lambuzada dela, deixando a marca da minha mão na sua carne.

— A partir da semana que vem, você vai ao ginecologista e começa a tomar remédio para evitar gravidez — avisei, a minha respiração saindo pesada, ruidosa e desordenada sob o plástico da máscara.

— Tá bom... — ela murmurou com a voz rouca, quase sem forças, deitada no lençol.

Me afastei do corpo dela e caí de costas no colchão ao seu lado. Levei a minha mão até a máscara no meu rosto, puxando o plástico um pouco para longe do nariz para conseguir puxar o ar da cabine e não sufocar com o calor e o suor acumulados debaixo da peça.

A Moon desabou para a frente no colchão, soltando os braços e o corpo por inteiro sobre o lençol bagunçado.

— Uau... isso foi... muito intenso — ela soltou em um fio de voz, custando a recuperar o fôlego e com o peito subindo e descendo rápido.

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