(🔥 ACHO QUE VOCÊS VÃO FICAR COM CALOR 🔥)
POV: SKY
O meu corpo estava queimando por dentro. Não era um calor comum, era uma chama líquida e pesada que descia direto para o meu baixo-ventre, fazendo a minha calcinha encharcar em questão de segundos e o meu centro pulsar em um ritmo descontrolado. Eu precisava dele. Precisava sentir a pele dele, a firmeza do corpo dele, a presença física do Rocco me preenchendo até não restar espaço para nenhuma dúvida, nenhum trauma e nenhuma memória ruim.
Segurei a gola da camisa social do Rocco com as duas mãos e comecei a puxar o tecido com força, querendo arrancar os botões no puro desespero do momento.
— Aqui não dá, Sky — ele murmurou contra a minha boca, a voz falhando e falhando feio enquanto as mãos grandes dele subiam pelas minhas costas e apertavam a minha bunda por cima da saia lápis com uma firmeza que me fez arfar. — A gente não pode transar no chão de um elevador travado...
— Cala a boca — decretei, colando meus lábios nos dele em um beijo pesado, desajeitado e faminto. Mordi o lábio inferior dele com força, sentindo o gosto amargo do café que ele tinha tomado minutos atrás misturado ao sal das minhas lágrimas e ao impacto do nosso contato. — Cala a boca e não fala nada. Eu preciso de você agora.
O Rocco soltou um rosnado baixo que vibrou direto na minha caixa torácica. A sanidade dele simplesmente ruiu. Em um movimento rápido e decisivo, ele enfiou as mãos por baixo das lapelas do meu blazer, puxou o casaco pelos meus ombros e o tirou de mim sem cerimônia, jogando a peça de qualquer jeito no chão frio de metal do elevador.
Fiquei apenas de saia e blusa de alcinha. O ar do elevador bateu gelado nos meus ombros expostos, criando um contraste absurdo com a quentura que emanava do peito dele.
O Rocco enfiou a mão livre por baixo da minha blusa, apertando o meu peito por cima da renda do sutiã com uma pressão firme que me arrancou um gemido rasgado. Ao mesmo tempo, a boca dele desceu para o meu pescoço. A língua quente dele passou pela minha pele, lambendo a curva macia até a clavícula, distribuindo chupaços famintos e mordidas fracas que me faziam tremer da cabeça aos pés.
— Eu te amo — ele rosnou contra a minha pele, a respiração queimando o meu pescoço. — Te amo tanto que tô ficando completamente maluco por você.
— Eu também te amo — respondi com a voz rouca, afundando os dedos no cabelo preto da nuca dele, cravando as unhas no couro cabeludo dele para trazer a boca dele de volta para a minha.
Ele se ajeitou no piso, encostando as costas na parede fria de metal para me dar sustentação, mantendo o meu corpo montado sobre as coxas dele. O tecido da minha saia tinha subido pelas minhas coxas, acumulando na altura do meu quadril.
Eu queria fricção. Queria rasgar o tecido, quebrar o espaço entre nós dois e sentir a carne quente dele pressionando a minha de todas as formas possíveis.
Sem pedir licença e sem hesitar um segundo, o Rocco deslizou a mão grande pela minha coxa exposta. A palma quente dele subiu pela minha pele arrepiada até alcançar a borda rendada da minha calcinha. Ele empurrou o tecido fino para o lado com os dedos e tocou direto na minha umidade.
O Rocco soltou um assobio baixo, a respiração vindo pesada e descontrolada contra a minha orelha.
— Nossa... você tá ensopada, Sky.
— Isso é o que você faz comigo — soltei o ar pela boca, a voz falhando enquanto o meu quadril dava um movimento espontâneo para a frente, buscando o contato. — Você me deixa assim só de chegar perto.
O comentário pareceu incinerar o último resquício de autocontrole dele. Ele enfiou dois dedos de uma vez dentro de mim, afundando na minha umidade quente até a base, preenchendo o meu espaço interno de um jeito avassalador.

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