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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 286

POV: ROCCO

O som agudo da buzina ecoou no teto do carro, cortando o barulho da tempestade que desabava do lado de fora. A Sky travou no meu colo, o corpo inteiro rígido por um segundo antes de explodir em uma gargalhada solta, limpa e contagiante. Ri junto com ela, a minha voz saindo grave, rascante, enquanto o meu peito subia e descia sem controle.

A gente parecia dois adolescentes inconsequentes fugindo da polícia. Eu, Rocco Blackwood, um homem de negócios que planejava cada segundo do dia e mantinha o controle absoluto sobre tudo e todos, estava no banco do passageiro do meu próprio carro, de calça aberta, com a mulher da minha vida montada em mim.

Nunca tinha feito sexo dentro de um carro na minha vida inteira. Nunca tinha feito uma rapidinha, nunca tinha me deixado levar de um jeito tão desordenado, sujo e visceral. Para mim, a dominação e o controle sempre foram uma necessidade biológica, uma ferramenta para manter a minha mente nos trilhos. Mas com a Sky, qualquer ilusão de controle simplesmente virava poeira.

Olhei para ela ali, no meu colo. O cabelo ruivo e molhado grudava na pele do pescoço, o peito subia e descia descontrolado, e os peitos fartos dela estavam completamente fora da blusa, com os bicos eretos e rijos roçando na minha camisa molhada a cada respiração.

O que essa mulher fazia no meu corpo não tinha explicação lógica. Eu nunca tinha usado drogas pesadas na vida, mas imaginava exatamente a sensação. Diziam que uma dose de heroína ou cocaína direto na veia trazia um choque de euforia instantâneo: uma onda gigante de calor cortando o cérebro, fazendo o sangue ferver, dilatando as pupilas e desligando qualquer resquício de dor ou razão. Uma descarga absurda de substâncias químicas que viciavam no primeiro segundo e deixavam o corpo implorando por mais, mesmo que aquilo te destruísse.

A Sky era a minha droga. A minha overdose particular.

A presença dela, o cheiro de chuva e de pele quente, o gosto da boca dela e o peso do corpo dela sobre o meu faziam o meu sangue queimar de um jeito absurdo. O Big Black continuava rígido como rocha, pulsando fundo no centro molhado dela. A musculatura da boceta dela estava tão apertada, tão quente e envolvente que parecia uma garra me espremendo.

— Vem aqui... — murmurei com a voz destruída pelo tesão, segurando a cintura dela com as duas mãos grandes.

Ajustei a pegada no quadril dela novamente, ajudando a erguer o corpo macio da Sky e descendo de novo, fazendo a minha pélvis ir de encontro à dela. O som da nossa umidade preenheu o espaço abafado do carro. A Sky soltou um gemido alto, rasgado, jogando a cabeça para trás. O pescoço ruivo dela ficou totalmente exposto para mim. Passei a língua pela pele quente da garganta dela, sugando a carne macia enquanto mantinha o ritmo.

Eu sentia o peso da bunda dela nas minhas coxas, o atrito constante da pele dela com a minha. Eu não estava apenas fodendo a Sky; eu estava me afogando nela. Minhas mãos apertaram as nádegas dela com força, puxando a carne para colar a entrada dela ainda mais fundo no meu membro.

— Rocco... — ela arfou, o corpo inteiro começando a tremer no meu colo. — Eu vou... ah, meu Deus!

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