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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 301

POV/ ROCCO

— Mesmo assim... pede a pílula, tá?

— Eu vou pedir — garanti, deixando um beijo no queixo dela. — Vou pedir a pílula, o relaxante e um prato reforçado de comida.

— Quero sorvete de sobremesa.

— Só se comer o arroz, o feijão e a carne primeiro.

— Tá bom, papai — ela respondeu com um biquinho dengoso.

Voltei a deslizar para dentro e para fora dela, sentindo a musculatura da Sky me apertar a cada investida. No meio do movimento, ela ergueu as mãos e cravou as unhas nas minhas costas, puxando a pele com força.

— Ai — soltei um gemido baixo.

— Isso é para você saber que você é meu — ela sussurrou com a boca colada na minha orelha.

De repente, a Sky apoiou as mãos nos meus ombros e me encarou de um jeito diferente, com os olhos apertados em dúvida.

— Você me contou tudo mesmo que tinha para contar? — ela perguntou, a voz saindo mais baixa. — Sinto que ainda tem alguma peça solta nessa história...

Congelei o quadril dentro dela no mesmo segundo.

A verdade pesou no meu peito. Eu sabia que o acidente terrível do pai dela tinha ligação direta com os mesmos negócios podres que mataram os meus pais na Inglaterra anos atrás. Havia uma teia perigosa do passado ligando as nossas famílias.

Mas o pai dela ainda estava debilitado na cama do hospital. Se eu contasse isso agora, a Sky ia desmoronar, e eu não podia colocar essa carga em cima dela sem ter todas as respostas confirmadas. Eu precisava esperar o pai dela receber alta, olhar no olho daquele homem e entender tudo antes de falar qualquer coisa.

Olhei bem no fundo dos olhos verdes da Sky, acariciando o rosto dela com a ponta dos dedos.

— Entre nós dois tá tudo claro, Sky. Eu te amo, e nada nem ninguém vai impedir a gente de ficar junto.

Ela soltou o ar dos pulmões, acreditando nas minhas palavras, e fechou os olhos, relaxando os ombros na cama.

Voltei a movimentar o quadril com calma, preenchendo o corpo dela em um ritmo constante e apaixonado. Eu já não tinha mais nada para gozar de tão exausto que estava, mas não queria sair de dentro daquela mulher por nada no mundo.

Fiquei ali, deslizando devagar, beijando o pescoço dela, sentindo o gosto salgado do suor na pele macia da Sky e segurando o corpo dela contra o meu, sabendo que tudo o que eu precisava para o resto da minha vida estava bem ali, debaixo de mim.

Apoiei o meu peso com um braço e desci a boca para os seios fartos da Sky, chupando a pele macia antes de subir direto para a boca dela. A mordida foi correspondida na hora; ela riu contra os meus lábios quando apertei a carne macia da cintura dela.

— Fica de quatro para mim — murmurei no ouvido dela.

A Sky obedeceu sem reclamar, virando o corpo no colchão e ficando de quatro na minha frente. A visão daquela bunda redonda em formato de coração arrebitada para mim fazia qualquer resquício de sanidade sumir da minha mente.

Encaixei o meu pau na entrada dela de novo, entrando de uma vez só. Segurei uma mecha do cabelo dela com uma mão, puxando de leve para firmar o pescoço dela, e dei um tapa estalado na nádega direita. O som ecoou no quarto enquanto eu acelerava o ritmo, batendo o quadril firme contra ela. Passei as unhas pelas costas arrepiadas da Sky, sentindo cada músculo do corpo dela tremer.

Estiquei a mão livre por baixo da barriga dela e levei os dedos até a frente. O clitóris dela estava inchado, hipersensível de tanto atrito do dia todo. Quando encostei a ponta do dedo ali e fiz uma pressão circular, ela soltou um gemido agudo, o corpo arqueando no colchão.

— Desculpa, meu amor... tá doendo? — sussurrei, diminuindo a velocidade.

— Tá tudo bem... — ela arfou, com a voz embargada pelo tesão. — É bom que eu vou passar o resto da semana lembrando que você esteve aqui dentro o dia inteiro.

Aquilo arrebentou qualquer freio que ainda restava. As paredes internas dela começaram a contrair com força ao redor do meu membro. Foi um aperto absurdo, um espasmo atrás do outro. A Sky jogou os braços na cama, soltou um grito alto e se derreteu inteira, gozando até perder as forças nas pernas.

— Ai, ai, ai... — ela gemeu, caindo de lado no colchão, tremendo sem parar.

Deslizei para fora dela com cuidado, joguei a proteção no lixo e me deitei ao lado dela, puxando o corpo mole da minha mulher para colar no meu peito.

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