(PERDÃO-- POSTEI ESSE CAPÍTULO ERRADO- Esse capítulo é O 331 antes do anterior 332- ok) - Vou corrigir... DESCULPEM!!!
(NOTA DA AUTORA: GENTE DO CÉU, ME PERDOEM! 🙈 Com mais de 400 mil palavras escritas nessa história, a cabeça da autora aqui deu um pequeno nó e eu acabei misturando os detalhes do passado nos capítulos anteriores! Passando aqui no início para deixar o registro 100% OFICIAL e corrigido do nosso universo:
OS PAIS DO NATHAN: Foi uma tragédia familiar terrível. A mãe traiu o pai, o pai descobriu tudo, matou a mãe e cometeu suicídio logo em seguida, deixando o Nathan sozinho no mundo com esse trauma gigante.
OS PAIS DO DIEGO E DA SAKURA: Morreram em um ACIDENTE DE CARRO na época em que a Sakura ainda estava doente enfrentando o tratamento. Por isso os dois irmãos ficaram sozinhos no mundo e o Diego virou esse homem superprotetor com ela!)))
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
POV: SKY
Chegamos ao restaurante no centro da cidade e encontramos a Sakura sentada em uma mesa redonda perto da janela. O ambiente estava fresco, com poucas pessoas naquele horário da tarde.
Nos primeiros vinte minutos, nos debruçamos sobre as pranchas e os cadernos de anotações. A Sakura confirmou o que o Diego tinha adiantado: a diretoria da Blackwood Engenharia tinha batido o martelo, a última fase do concurso seria dali a um mês e a entrega final exigiria o projeto executivo completo do Horizon Resort, desde o detalhamento de materiais até a planilha de custos fechada.
Dividimos as funções entre nós três, organizamos o cronograma e alinhamos a estratégia para manter a nossa equipe no topo da classificação. Éramos o time a ser batido e não íamos vacilar agora.
Só que, assim que fechamos os cadernos e a comida chegou à mesa, o clima mudou.
A Sakura mal tocou no prato. Ela ficou girando a taça de vinho na mão, com os olhos vidrados na toalha da mesa e uma expressão cansada, com olheiras fundas que a maquiagem leve não conseguia disfarçar.
— O que tá pegando, Sakura? — a Mon perguntou, apoiando o queixo na mão. — Você tá com a cabeça em outro planeta desde a hora em que a gente sentou aqui.
A Sakura soltou um suspiro pesado, engolindo um gole longo de vinho.
— Briguei com o meu namorado ontem à noite.
— De novo? — perguntei, observando o jeito tenso com que ela segurava a taça. — Mas vocês estão juntos há o quê? Uns dois meses?
— É... dois meses — ela respondeu, com a voz sem vida. — E ele é ótimo, sabe? É gentil, atencioso, me traz flores, me leva para passear, me respeita em tudo. O cara é perfeito no papel. Mas eu simplesmente não consigo me sentir viva perto dele. Parece que eu tô assistindo à minha própria vida através de uma tela de televisão, sem sentir nada.
Cruzei os braços sobre a mesa e olhei fundo nos olhos dela.
— Isso tem a ver com o Nathan, não tem?
O corpo da Sakura estremeceu de leve. Ela fechou os olhos com força, mordeu o lábio inferior e as primeiras lágrimas escorreram pelas bochechas dela.
— Tem — ela sussurrou, a voz quebrando. — Tem tudo a ver com o Nathan.
A Mon passou a mão nas costas dela com delicadeza.
— Sakura, daquela vez na sorveteria você me contou da tragédia da família dele — lembrei, puxando a minha cadeira um pouco mais para perto. — Você me disse que o pai dele matou a mãe e se suicidou logo depois, deixando o Nathan sozinho no mundo. Mas você disse que ele tinha feito uma coisa específica com você que quebrou a ligação de vocês dois. O que aconteceu de verdade?
A Sakura limpou o rosto com o guardanapo de pano, respirou fundo e começou a falar com a voz embargada:


Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário