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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 363

POV: CHRISTIAN

A palma ainda estava nas costas dela quando eu saí de trás.

Os dois vibradores continuavam no máximo. O zumbido preenchia o quarto junto com a respiração dela, curta, falha, o quadril tentando se mexer e não indo a lugar nenhum. A Moon choramingava contra a madeira, um som baixo, contínuo, de quem já tinha subido três vezes e caído as três.

Fui até a bancada. A vela de soja estava no suporte de metal, já derretida o bastante. Peguei o copo com gelo também. Voltei e fiquei em pé ao lado da cama, olhando o corpo dela daquele ângulo — curvado, preso, a bunda vermelha, os seios pendurados para os lados da cunha com os grampos, as meias de arrastão, as duas marias-chiquinhas desfeitas grudando no suor da nuca.

Inclinei a vela.

A primeira gota caiu no meio das costas.

A Moon deu um pulo inteiro contra o pilori, um ai agudo, a pele se contraindo em volta da cera quente. A gota escorreu um pouco e endureceu em uma linha irregular, branca contra o claro dela.

— Christian—

Segunda gota. Mais perto da lombar. Terceira na curva da nádega já marcada das palmadas. Ela se debateu o que as tiras deixaram, os pés puxando, os pulsos batendo de leve na madeira. O quadril subia e descia no vazio, fodendo os dois brinquedos sem querer, e cada movimento fazia a cera nova escorrer diferente.

Fui descendo. Costas. Cintura. A parte de dentro da coxa, bem perto de onde ela estava molhada. Uma gota na outra coxa. Uma na curva do ombro, tão perto da nuca que ela prendeu o ar antes mesmo de sentir. Os seios eu alcancei pela lateral — uma linha quente escorrendo do colo até o grampo do bico. Ela gritou nessa.

A pele dela ficou um mapa. Linhas brancas, gotas secas, outras ainda quentes se espalhando. E embaixo de tudo isso os motores não paravam. Eu via o abdômen dela contrair contra a cunha toda vez que o vibrador da boceta acertava o ponto, e via o ânus apertar em volta do outro.

Peguei um cubo de gelo.

Passei em cima da cera ainda mole no meio das costas. O contraste fez ela soltar um som que não era gemido e não era grito — era os dois. A cera endureceu na hora, rachando de leve. Desci o gelo pela coluna, devagar, até a base, e ela tremeu inteira, a pele se arrepiando em ondas. Passei na parte de dentro da coxa. Passei no seio esquerdo, em volta do grampo, e o bico dela ficou ainda mais duro, dolorido, o gelo escorrendo entre os dedos e pingando no lençol preto.

— Frio— ela ofegou. — Quente. Porra, Christian, eu não aguento os dois—

— Aguenta.

O gelo no clitóris durou dois segundos. Só dois. O piercing gelou, ela gritou meu nome, o quadril disparou para a frente e a madeira segurou o pescoço. Tirei. Ela ficou hiperventilando, a boca aberta contra a abertura do pilori, um fio de saliva escorrendo.

Deixei o copo na mesa de cabeceira. Peguei o violet wand.

O aparelho roncou baixo quando liguei. A luz violeta acendeu na ponta, um crepitar fino, elétrico, que ela ouviu antes de sentir. Vi o corpo dela tensionar só com o barulho.

— O que é isso?

Não respondi.

CAP. 388 -  Morrendo de tesão. 1

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