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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 521

POV/ NATHAN

Ela mordeu meu lábio inferior, de propósito, e gemeu de novo, mais alto, só para me ver engolir o som outra vez. Desgraçada. Sempre. Beijei mais fundo para calá-la, a língua na dela, e o quadril encontrou um ângulo que fez o riso morrer no peito dela. As pernas se fecharam nas minhas costas. Os calcanhares. A mão livre desceu, apertou a cintura com mais força, puxando-a contra mim a cada estocada, como se pudesse tê-la mais perto do que já estava.

Senti ela.

Não só o corpo. O jeito que a respiração mudava quando eu ia até o fundo. O jeito que as unhas roçavam minhas costas e paravam, lembrando do silêncio. O jeito que o interior dela me sugava quando eu saía quase todo e voltava. Quente. Apertado. Molhado o bastante para o movimento ser fácil e mesmo assim intenso demais para um homem que tinha passado anos fingindo que não queria exatamente aquilo.

Beijei a boca. O maxilar. O peito. Apertei o seio com a palma, o mamilo entre os dedos, e ela arqueou em silêncio, a boca aberta no meu ombro, os dentes roçando a pele para não gemer. Passei o nariz no cabelo dela. Inspirei. O mesmo cheiro de sempre. O quarto. A rua. Ela.

Eu sabia o outro jeito.

Sabia apertar. Sabia fazer uma mulher gozar até as pernas não aguentarem. Sabia o couro, a ordem, o controle. Com Sakura, nada daquilo veio. Só a vontade de ir devagar. De sentir o calor dela. De olhar o rosto. De cuidar. Como se ela fosse a coisa mais frágil e a mais forte que eu já tinha segurado, e as duas ao mesmo tempo.

A mão dela desceu pelas minhas costas. As unhas, leves. O quadril encontrou o meu. Aprendemos o ritmo no silêncio, o som reduzido à respiração, à pele, à cama cedendo um pouco e voltando. Passei o polegar pelo clitóris entre uma estocada e outra, e o corpo dela apertou em volta de mim, um tremor começando nas coxas.

Sakura empurrou meu peito.

Não para eu sair. Para eu virar.

Rolei de costas, ainda dentro dela, e ela veio junto, as pernas de cada lado da minha cintura, o cabelo preto caindo para a frente, os seios à mostra na luz baixa do abajur. Ficou sentada. Ofegante. Olhou para baixo, para o ponto em que estávamos juntos, e depois para mim, aquele sorriso torto, o canto esquerdo primeiro.

Começou a se mover.

Sem jeito no primeiro vai-e-vem. Eu segurei a cintura com as duas mãos e a ajudei, guiando o quadril, mostrando o ritmo. Sakura aprendeu rápido. Subiu. Desceu. Devagar, porque a cama, porque Diego, porque qualquer pressa faria o colchão cantar. Mesmo assim eu fiquei louco. Ela em cima. O cabelo. Os olhos escuros. O corpo esguio com aquelas curvas se movendo sobre o meu, me engolindo inteiro a cada descida.

Apertei o peito direito.

Sakura soltou o ar, a cabeça caindo para trás, e as próprias mãos subiram. Apertou os seios, os mamilos entre os dedos, o tesão passando por cima da vergonha, e eu quase gemo. Quase. Travei o maxilar. A outra mão foi à cintura, depois ao outro seio, o polegar no mamilo enquanto ela continuava, mais firme agora, o movimento dela, o meu só acompanhando.

Puxei a nuca dela para baixo.

A boca encontrou a minha. Bagunçada. Quente. Ela gemeu dentro do beijo e eu engoli outra vez, a mão na nuca, os dedos no cabelo preto, o quadril subindo para encontrá-la no meio do caminho. Sakura riu contra minha boca, sem ar, e sussurrou um “Nathan” que morreu no meu lábio. Continuei beijando. Continuei sentindo. O interior dela me apertando a cada descida, quente, molhado, o ritmo ficando menos cuidadoso e mais necessário, a cama reclamando um pouco e os dois congelando, rindo no silêncio, e depois continuando mesmo assim.

Ela acelerou.

As coxas tremendo dos dois lados da minha cintura. Os seios balançando. A boca aberta. Eu segurei a cintura com força, ajudando, puxando, sentindo o aperto dela mudar — mais fundo, mais ritmado, as paredes se contraindo em volta de mim numa sequência que eu conhecia e mesmo assim me pegou desprevenido.

Sakura gozou em cima de mim.

O corpo inteiro travou. A buceta apertou o pau numa pulsação atrás da outra, quente, justa, molhada, sugando, e ela caiu para a frente, a boca no meu ombro, um gemido alto demais que eu abafei com a palma no último segundo. As contrações não pararam. Vinham. Voltavam. O quadril dela ainda tentando se mover e não conseguindo. Eu continuei dentro, sentindo cada uma, o polegar no clitóris, o outro braço nas costas dela, e o próprio corpo não aguentou.

Gozei dentro.

Fundo. Colado. O nome dela entre os dentes, sem voz, o quadril travado no dela enquanto ela ainda pulsava em volta de mim, quente, apertada, me milhando até o fim. Ficamos assim. Ela em cima. Eu dentro. Os dois sem ar.

Sakura caiu no meu peito.

O cabelo preto espalhado. A respiração descompassada contra a minha pele. Passei os braços nas costas dela e apertei, beijei o topo da cabeça, os fios lisos na boca, o coração ainda disparado. Fiquei acariciando a coluna, de cima para baixo, sem pressa. A pele quente. O suor. O silêncio da casa, milagrosamente intacto.

Ela começou a se soltar.

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