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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 72

(Troquei de corretor então o cap pode ter erros- Desculpe)

POV: ROCCO BLACKWOOD

As imagens daquela sexta-feira no quarto Tártaro nº 02 insistiam em ocupar cada espaço da minha mente. Geralmente, eu sou um homem extremamente controlado; quase nunca perco o domínio das minhas ações ou das minhas reações. Mas ver aquela mulher vestindo apenas aquela lingerie de renda vermelha na minha frente fez o meu cérebro dar uma pane completa. Eu precisei, literalmente, fugir daquele quarto para não quebrar minhas próprias regras. Agora, estou me preparando psicologicamente para o próximo encontro. Estou louco para ver o que ela decidirá através das cláusulas do contrato. Pressionei a Eleonora para entrar em contato com ela imediatamente; a ruiva pode me odiar com todas as forças como Rocco Blackwood, mas eu ainda a terei em meus braços como Hades, Dom Nível Zero.

As duas semanas que se passaram foram extremamente corridas. A Blackwood C.O. estava com vários projetos simultâneos e no meio da criação de novas filiais em outros lugares, o que me exigiu viagens e reuniões intermináveis.

Graças a Deus, o Christian chegou para me ajudar a dar conta de toda essa organização. Meu primo é um ranzinza, um verdadeiro novo velho, metódico, perfeccionista ao extremo e que gosta de ter o controle absoluto de tudo. Encarreguei ele de vários desses novos projetos e, honestamente, sinto muito pelos funcionários que vão ficar sob a gerência dele, porque o Christian não deixa passar um milímetro de erro.

Enquanto isso, os meus sócios seguiam em órbitas completamente diferentes. O Nathan continuava totalmente distraído e sem foco, tudo porque a Sakura estava trabalhando no mesmo andar que a gente; eu diria que ele não está conseguindo dormir absolutamente nada, a julgar pelas olheiras horríveis que ostenta no rosto. Já o Diego estava super na paz, tranquilo e feliz porque a irmã e o trabalho iam bem, e ele já tinha voltou a frequentar o Ambrosia para poder dominar algumas submissas e relaxar.

Eu, por outro lado, continuava atolado em um estresse absurdo com a empresa. No início da semana, precisei de um momento de distração e a Cecília resolveu me dar um carinho embaixo da minha mesa de mármore. O problema foi o timing. A Bittencourt empurrou a porta da presidência sem bater e nos pegou no flagrante.

Sinceramente, eu não sei si fiquei contrariado com a interrupção ou feliz por vê-la ficar tão terrivelmente irritada. É bom irritar aquela ruiva; ela fica ainda mais linda quando está furiosa, com as bochechas pegando fogo. porra, agora eu me pego olhando para a tela deste computador e pensando exatamente nas reações dela.

A verdade é que a Sky está o tempo todo no meu subconsciente. Estou ficando obcecado, e tenho plena consciência de que isso não é normal.

Para piorar, adquiri um novo hobby: Stalker. Aproveitei a tecnologia que o curso do concurso exigiu para implementar nos aparelhos de todos os funcionários já que eles estavam trabalhando na rua e precisávamos monitorar o tempo de trabalho e o intervalo de almoço e passei a acompanhar a localização deles.

Claro que usei a desculpa de ficar responsável pela auditoria da equipe da Sky para saber tudo o que estava acontecendo com ela. Comecei a trombar com a ruiva em vários lugares pela cidade. Se era por causa do GPS ou se era apenas o destino e a pura coincidência zombando da minha cara, eu não sabia, mas estava funcionando.

O meu controle quebrou de vez quando ela resolveu beijar o Gael bem na minha frente, no meio do setor, claramente para me provocar. Mandei o RH lascar uma advertência formal por escrito no sujeito no mesmo minuto. O Nathan veio brigar comigo na sala de reuniões logo em seguida, furioso, perguntando de onde eu tinha tirado aquela lei maldita dentro da empresa sobre relacionamentos profissionais, já que eu mesmo tinha rolos ali e nunca tinha ligado para isso.

Mas a Sky não pode. Com ela é diferente, e o Nathan que fosse reclamar com as paredes.

A sexta-feira da reinauguração da orla finalmente chegou. Eu passei a tarde soterrado de trabalho, revisando as notas técnicas do concurso. Eu odeio ter que avaliar e dar nota para as pessoas, o clima fica pesado e o Christian passa o tempo todo me corrigindo para garantir que eu não seja injusto com as holdings concorrentes. Precisando esfriar a cabeça antes do evento oficial, resolvi fazer algo super aleatório: atravessar a rua para tomar um sorvete.

Na verdade, eu tinha avistado a Sakura de longe e queria aproveitar para perguntar se ela estava bem após o desentendimento no pátio dela e do Nathan, mas vi que ela estava acompanhada da ruiva que não saía dos meus pensamentos.

Peguei meu expresso duplo no balcão e caminhei calmamente pelo estabelecimento de terno cinza. Foi quando o sotaque furioso e a voz reativa da Bittencourt ecoaram no salão, me fazendo estancar no lugar.

Aproximei-me por trás da cadeira de mansinho, sem que ela ou a Sakura realizassem a minha aproximação. E o meu ego, que já era do tamanho do Everest, inflou de uma maneira monumental ao ouvir a boca daquela ruiva abusada me chamando de "detentor de todo conhecimento da porra do Universo" enquanto descrevia o meu abdômen esculpido à mão.

Sorri de canto, arqueando as sobrancelhas e curtindo cada segundo daquela ruína profissional que ela estava cavando para si mesma.

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