Entrar Via

A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 76

POV/ ROCCO

— Você precisa fazer isso, Fox — falei, a voz firme e séria, assumindo uma postura de tutor. — Você precisa se tocar. Precisa conhecer o seu próprio corpo, descobrir o que te faz arrepiar e o que você gosta de sentir. Você precisa aprender a chegar lá sozinha.

Ela tirou as mãos do rosto, confusa.

— Mas... você não vai fazer isso comigo?

— Eu vou. No futuro. E garanto que os melhores orgasmos da sua vida serão meus — afirmei, possessivo. — Mas não hoje. Eu não vou abusar da sua inexperiência. Quero que você teste os seus limites primeiro. Você tem alguma amiga? Alguma colega de confiança?

— Não sei... se minhas amigas sabem dessas coisas.

— Então procure uma amiga. Uma conhecida de confiança. A mulher que você tiver no seu círculo que seja mais experiente e que entenda de sexo. Peça conselhos a ela. Pergunte como funciona, peça ajuda para entender como o corpo feminino reage. Deixe o seu orgulho de lado e aprenda com quem sabe. Entendido?

A Sky franziu a testa, totalmente pensativa, absorvendo a ordem.

Ela vai procurar alguém.

Com certeza vai falar com uma mulher.

Ainda bem.

Eu mataria um se pegasse outro homem conversando sobre o corpo dela.

Eu mato o Gael com toda certeza.

Não quero nem imaginar uma cena dessa.

Droga!

Aproximei-me da cama. A Fox me olhava de baixo, os olhos castanhos fixos nos traços congelados da máscara de Dalí. Ela parecia um bicho acuado.

— Mãos para cima, Fox — comandei. A voz robótica saiu pausada e firme no ambiente.

Ela hesitou por um segundo. Mas obedeceu. Elevou os braços acima da cabeça, os pulsos claros contrastando contra a cabeceira escura. Peguei as algemas de pelúcia preta e as travei ali. Sem apertar. Apenas o suficiente para garantir a imobilização e tirar dela qualquer chance de defesa.

— O que você vai fazer? — a respiração dela já veio mais curta. O peito subindo e descendo depressa.

Não respondi. Caminhei até o balcão e peguei um gelo no balde de inox que tinha ido com o vinho. Voltei para a beira do colchão segurando dois cubos de gelo entre os dedos. Ela arregalou os olhos.

— Ah, não. Não, não, não! Gelo não!

Encostei a pedra congelada na curva do braço dela. A Fox deu um sobressalto na cama, soltando um arquejo agudo. O gelo começou a derreter, deixando um rastro de água fria que escorria pela pele quente. Desci o cubo lentamente. Passei pelos braços, contornei a linha do pescoço, deslizei por cima dos seios e depois entre eles, desci para a barriga e continuei descendo pelas pernas.

Fiquei um tempo ali. O contraste daquela pele absurdamente branca com o vermelho da renda era uma covardia. E as coxas... porra, eu era completamente fissurado nas coxas daquela mulher. Passei o gelo por toda a extensão daquela carne macia. Assisti a pele dela arrepiar por inteiro. Os poros se fechando com o choque térmico.

Ela já estava inteiramente vermelha. De frio, de tesão e de puro nervosismo.

Peguei a venda de cetim preto na cabeceira.

— Só confia em mim. Eu não vou te machucar — sussurrei perto do ouvido dela.

— Sim... — ela respondeu em um fio de voz, entregue.

Ajustei a venda sobre os olhos dela. No escuro, a Fox virou uma massa de pura sensibilidade. Comecei a apertar o corpo dela com as minhas mãos. Apertei a cintura larga, sentindo a moldura perfeita do quadril. Subi as palmas devagar pela lateral, espalmando por cima do colo do peito dela.

Eu estava doido para rasgar aquele sutiã.

Ergui o instrumento de couro e desferi a primeira palmada.

PÁ!

O som estalou forte no quarto. A Fox soltou um gemido alto, o corpo curvando de leve e afundando contra o travesseiro. A pele da bunda dela, extremamente alva, começou a ganhar um tom avermelhado e quente na mesma hora.

PÁ! PÁ!

Mais duas pancadas ritmadas, marcando a carne. Ela gemeu de novo, os dedos cravando com força no lençol. Como ela era muito branca e delicada, eu não podia bater com força total para não machucar de verdade. Eu tinha total noção do limite. Sabia exatamente o peso da minha mão.

Deixei o instrumento de lado e peguei o gelo novamente. Passei a pedra congelada direto na pele quente e vermelha da bunda dela, exatamente em cima das marcas onde eu havia batido. O choque foi imediato. Ela soltou um suspiro sibilado, totalmente ofegante, e se contorceu inteira na cama com a mistura de fogo e gelo.

Esfreguei o gelo devagar, deixando a água derreter com o calor do impacto anterior, e depois espalmei a minha mão quente por cima. Massageei as nádegas dela com força, espalhando a umidade e sentindo o sangue circular sob a pele castigada.

— Você é muito gostosa, Fox. Linda demais — a minha voz saiu mais grossa pelo modulador. A possessividade estalando em cada palavra.

Apertei a bunda dela com as duas mãos, sentindo a maciez da carne, e bati mais duas vezes com a palma aberta, uma de cada lado. Ela soltou um grito abafado e se contorceu novamente sob o meu toque.

Inclinei-me sobre o corpo dela, cobrindo as costas dela com o meu peito. Comecei a distribuir beijos molhados pela bunda dela, descendo pelas marcas vermelhas até a parte de trás das pernas. Aquelas pernas me deixavam completamente maluco. Subi de volta com a boca, passei a língua e mordisquei a pele sensível das costas dela. Desci um pouco mais, cravando os dentes de leve na lateral do quadril dela e subi os beijos em trilha até a nuca, fazendo-a dar um estremeção violento contra o colchão.

— Ah... isso é bom... — ela disse entre os gemidos, entregue ao estímulo.

— Eu sei... — afirmei, mordiscando a ponta da orelha dela, assistindo cada pelo do corpo daquela ruiva se arrepiar por inteiro. — Isso é só o começo...

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

E AI O QUE ESTÃO ACHANDO DESSA SESSÃO BDSM??

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário