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Amar Foi Perder o Controle romance Capítulo 334

Assim que entrou na mansão, o coração de Carolina disparou.

Se tivesse vindo sozinha, teria ficado apavorada. Ainda bem que Henrique estava ao seu lado.

Diante dela se abria um salão amplo e imponente. Logo na entrada, um grande retrato de família chamava a atenção.

A decoração clássica, com móveis de madeira escura e peças antigas cuidadosamente escolhidas, dava ao ambiente um ar sóbrio e elegante.

A sala estava cheia.

As pessoas se dividiam em dois grupos.

De um lado, os mais velhos estavam acomodados em poltronas e sofás ao redor da mesa de centro, tomando café e conversando com calma.

Do outro, os mais jovens se espalhavam pela área de estar do salão lateral. Como aquele espaço ficava perto da varanda, com uma grande estante ao lado, alguns liam ao sol enquanto conversavam, relaxados, sem pressa.

No instante em que Carolina entrou amparando Henrique, todos os olhares se voltaram para os dois ao mesmo tempo.

Os dois foram primeiro até a sala principal para cumprimentar o avô e os demais parentes mais velhos.

Havia gente demais. Carolina sentiu a respiração prender. O nervosismo era tanto que suas mãos começaram a suar, e ela mal teve coragem de erguer os olhos para observar o ambiente ao redor.

— Vovô, eu e a Carol nos atrasamos. Desculpa.

Henrique falou primeiro.

Carolina o acompanhou logo em seguida:

— Bom dia, vovô.

Augusto estava sentado, ereto, numa poltrona de madeira escura. O rosto se abriu num sorriso, e seus olhos se estreitaram de alegria quando ele levantou a mão.

— Não tem problema. Você ainda está se recuperando e, mesmo assim, fez questão de vir. Isso diz muito sobre você.

— Então era você mesmo, Carol. — Elisa, a tia mais velha, lançou um olhar surpreso e a examinou de cima a baixo. — Quanto tempo faz? Seis, sete anos? E olha só você... Ficou ainda mais bonita. Foi porque emagreceu? Já vai fazer trinta, não vai? E, mesmo assim, continua com cara de menina.

Carolina baixou a cabeça num cumprimento discreto.

— Olá, tia.

Elisa sorria com cordialidade, mas não havia delicadeza nenhuma em sua voz.

— Você e o Rick ainda nem se casaram, certo? Então por que está me chamando de tia?

Carolina ficou sem reação por um instante.

Então... Como deveria chamá-la?

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