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Após meu noivo fugir, casei com seu pai. romance Capítulo 11

Cap.11: Quem é o homem que me casei.

Após pensar, Hanna se levantou com deboche e um sorriso irônico.

— Senhora... como posso fazer acordo com uma mulher que veio até aqui já ofendendo a minha mãe, uma mulher que já faleceu, e ainda caçoando de sua deficiência como se você fosse muito melhor? Como eu disse por dentro você é podre e amarga. Eu jamais faria um acordo com uma mulher como você. Não preciso derrubar ninguém, afinal... Como você disse, eu sou casada com um homem importante. Se eu quiser dinheiro, não será tão difícil já que eles são bilionários. Por isso, eu tenho que saber os limites da minha ganância e saber o que tenho em minhas mãos e usá-las. E para você, eu desejo apenas um pouco de compaixão por si própria. Você está horrível! E ainda se acha no direito de falar de mim!

— A única que está fedendo aqui é você, e que conhecerá em breve o inferno.

— Sim, sim! Te encontro lá então, porque não existe outro lugar para você também! — asseverou Hanna se aproximando dela para colocá-la para fora, mas Liara correu de seu toque sentindo nojo.

— Não se atreva a me contaminar, já é nojento demais estar no mesmo ambiente que você! — asseverou Liara, lhe dando as costas e se retirando rapidamente.

— Hum! Ainda diz querer um acordo, ela pensa que sou burra mesmo? Pensa? — asseverou Hanna baixinho voltando para a penteadeira, suspirando aliviada. — Raios... Ainda bem que eu estava fazendo isso caso contrário ela tinha me descoberto. — murmurou pegando um lenço umedecido, já pronto para continuar a limpeza de pele.

Após se limpar, ela seguiu até a cozinha e se pôs a cozinhar para si. Não sentia falta de nada, apesar de se manter sempre atenta ao seu celular.

— Por que não pesquisar um pouco? — suspirou ela, começando a pesquisar sobre Morgan. E como esperado, estava lá.

William Morgan Farrugia, o magnata mais bem-sucedido tanto em negócios de alto risco como também considerado um homem caridoso. Ele usa seu dinheiro para ajudar dezenas de instituições beneficentes e trabalha diretamente com crianças.

— Hum! Um homem que ama crianças? — se perguntou Hanna com deboche. — Aquele homem não parece nem amar a si próprio... — continuava a ler pensativa. — Aqui diz que ele também investe em pesquisas para tratar doenças raras, mas como... — murmurou contrariada. — Se ele me trata dessa forma, sentindo nojo de mim, como pode ser que ele faça essas coisas? Ah... é claro! É só uma fachada. Nunca que aquele homem faria algo desse tipo, é só para manter sua imagem como uma figura poderosa e admirável por se importar com as outras pessoas. Sim! Senhor Morgan, você é um magnata filantrópico de fachada! — asseverou com convicção.

Hanna passou a primeira noite naquele lugar e pela manhã, bem cedo, se levantou e começou sua nova rotina planejada. Ela tinha que cuidar de seu rosto antes que alguém a visse.

Enquanto isso, Morgan acabara de receber alguém: uma mulher de terceira idade usando um terninho elegante com uma rosa no bolso. Seu cabelo curto arrumado todo para trás e postura ereta demonstravam ser alguém importante na mansão.

— Já faz meses que não venho aqui. O que está acontecendo? — perguntou após cumprimentar Morgan de forma calorosa.

— Sei que desde que minha avó morreu você não tem tido tanto trabalho na mansão, mas... como você é uma mulher de confiança estrita da família, você é a pessoa mais adequada para a missão que tenho.

— E o que seria? — perguntou ela, suspirando pesadamente ao comprimir os lábios.

— Você já sabe que um Farrugia se casou às pressas, certo? — perguntou ele, encarando-a nos olhos e percebendo seus lábios entreabrir.

— Bom... você verá. Ela se chama Hanna Ortiz.

— Céus... Sim! Filha daquela mulher que morreu desfigurada? Você foi ao enterro? — perguntou ela apreensiva.

— Não ousaria. Não sou da família e nem amigo dela, apenas arquei com as despesas por respeito. — Disse ele, mas a governanta Loryana riu com ironia.

— Não acredito! Afinal, você até mesmo financiou pesquisas para descobrir que doença ela tinha, sem falar que o filho que ela teve, aquele que nasceu no mesmo período que o seu, também nasceu com a doença. Só não sei da menina, como ela está?

— Lory... Ela é horrível em todos os aspectos, só isso. Agora vá até lá e a visite. A sua missão é manter-se atenta a ela, sempre. Ela não pode sair daquele anexo, exceto se forpara sair da mansão e ir fazer algum tratamento. — Avisou ele com um tom de desprezo. Então Lory percebeu que ele não gostava dela realmente.

— Tudo bem, eu vou até lá me apresentar. E não se preocupe, manterei o sigilo sobre tudo.

— Por favor, além disso... Não permita que Liara vá até lá. Ela pode tentar usar Hanna para prejudicar nossa família. Apesar de ter ela perto, ainda temos alguém que não é de confiança, e seria um problema se Liara revelar as cláusulas do contrato. — Morgan a alertou. Então ela seguiu até o outro anexo para encontrar Hanna.

Assim que entrou, seguiu até o andar de cima. Pensou que Hanna estava no quarto, bateu à porta, mas ninguém atendeu. Então entrou e encontrou o quarto vazio. Ela seguiu ao redor do quarto observando tudo, até mesmo os lençóis da cama, percebendo uma marca rosada que poderia indicar algum ferimento. Em seguida, foi até a penteadeira e viu os medicamentos e a substância de cor rosada. Franzindo o cenho, confusa, comparou com o que a mãe de Hanna usava no passado.

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