Bela Flor - Romance gay Capítulo trinta e três

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POV: Hyun-suk

Ver Jaejun completamente animado e interessado a cada coisa nova que vemos no museu me deixa completamente feliz.

Ele observa cada coisa com entusiasmo e lê suas explicações desenfreadamente, apontando e me mostrando uma a uma como se seu cérebro trabalhasse a mil por hora, e sinceramente? Isso me deixa bobo.

ㅡ Woah, olha, Hyun, é da dinastia!

Eu olho os objetos de ferro espalhados numa mesa central e aprecio-os.

ㅡ Woah, essas eram as espadas que os hwarang usavam!

Sorrio ao ver Jaejun quase correr pelo salão e abrir seus olhos no máximo para cada uma das placas explicativas.

O vejo sem sequer piscar, parecendo um garoto ao balbuciar o que está escrito em uma delas.

ㅡ Os cinco códigos de honra hwarang. ㅡ ele diz.

Aproximo meu corpo do seu a fim de ouvi-lo e sorrio ao vê-lo citar cada um dos códigos com astúcia.

ㅡ Obediência ao Rei, Respeito aos pais, lealdade para com os Amigos, nunca recuar ante o inimigo, e só matar quando não houver alternativa.

ㅡ Eles pareciam ser homens distintos. Davam a vida por sua terra e gente.

ㅡ Não é? Hyun, isso é tão fantástico! Eles eram incríveis!

Jaejun realmente parece apreciar a história e seus pontos bons e ruins. Ele lê cada placa exposta e faz questão de me contar ou explicar a história por trás, e eu que nem sequer me interessei por isso na juventude, me vejo completamente apaixonado a tudo, apenas porque Jaejun tem um jeito único de contar.

ㅡ Você deveria mesmo pensar em cursar história. Você explica tudo muito bem, se criasse materiais didáticos como da forma que fala, os alunos coreanos seriam o número um no mundo.

ㅡ Até parece... ㅡ ele ri sem jeito, mas me olha de soslaio e sorri tímido ㅡ Você acha? ㅡ ele pergunta, desviando o olhar para frente.

ㅡ Tenho certeza. ㅡ respondo-o, abraçando por trás.

ㅡ Hyun, as pessoas vão nos olhar.

ㅡ Elas já estão olhando. ㅡ sussurro, fazendo-o me olhar sobre o ombro. ㅡ você é lindo, acha mesmo que não te olharão? Seria até um pecado não olhar.

Jaejun vira e toca sutilmente meu peito, empurrando-me devagar.

ㅡ Seu bobo.

Continuando a apreciação de tudo ao redor, eu continuo sendo o ouvinte de Jaejun, até apreciando o que ele me mostra com verdadeira curiosidade, sentindo o interesse aflorar a cada nova vez.

Quando o passeio infelizmente chega ao fim, eu sinto a tristeza do meu garoto por simplesmente não poder ficar mais.

ㅡ Você quer um sorvete? ㅡ pergunto.

Ele me olha, piscando com lentidão, mas é quando aponto para uma sorveteria a poucos metros de nós, que o vejo sorri, assentindo e logo dizendo:

ㅡ Eu pago!

Vejo-o agora sair na frente. Ajeito os óculos de sol em meu rosto e sigo-o, sentindo prazer em apenas contestar que Jaejun se animou outra vez.

ㅡ Eu quero dois sorvetes ㅡ Jaejun diz, parando no balcão. Paro ao seu lado e sinto-o me abraçar pela cintura. ㅡ qual sabor você quer?

ㅡ De creme.

ㅡ Woah, é o meu favorito! ㅡ diz sorrindo grande. ㅡ dois de cremes, por favor, e o meu o senhor pode encher de confeitinhos em formato de estrelas.

Olhando ao redor, busco uma mesa vazia. Há uma no canto com bancos de couro inclinados.

Jaejun faz o pagamento e busca os potes com sorvete, me entregando o sem confeitos. Aponto para a mesa e sigo na frente, vendo-o fazer o mesmo trajeto que o meu.

ㅡ O banco é grande demais para uma só pessoa sentar.

Eu sinto o tom de riso na fala de Jaejun, mas não me importo em dividir o banco com ele. Espero-o sentar contra a parede e sento na ponta, olhando-o.

ㅡ O que foi? ㅡ Jaejun pergunta, rindo.

ㅡ Ainda estou tentando adivinhar o que você quer aprontar hoje. ㅡ falo numa falsa dúvida, sei bem o que Jaejun planeja e isso me deixa um pouco nervoso. ㅡ pedimos o meu vinho favorito, e até ficamos mais bonitos... Hoje é mesmo uma data especial.

Ele vira de lado no banco, levando a colher com seu sorvete até a boca.

ㅡ Podemos dizer que sim.

ㅡ É nosso dia? ㅡ pergunto fazendo-o rir ㅡ namorados comemoram essas coisas, não é?

ㅡ Comemoram, mas não é data nenhuma de namoro. Aliás, estamos namorando oficialmente há uma semana apenas.

ㅡ Ah... Ok.

ㅡ Hyun bobo...

ㅡ Só quero lembrar de todas as nossas datas, vou me esforçar muito para isso.

ㅡ Mesmo?

ㅡ Uhum. Talvez eu esqueça uma ou outra, mas não todas. Isso eu garanto.

Jaejun ri e toma seu sorvete em seguida. Sinto desejo de beijá-lo, principalmente por observar seus lábios sujos com o creme, mas observo a forma em como ele parece parar e congelar, focando os olhos num ponto qualquer, enquanto os arregala de forma engraçada.

ㅡ Está tudo bem? ㅡ Pergunto, o tirando do transe.

ㅡ Hyun... Se um dia eu te entregar algo meu, você irá cuidar, não é?

ㅡ Com toda certeza do mundo. Independente do que seja. Tudo o que vem de você é precioso, Jaejun.

ㅡ Mas... E se for o meu corpo, você... também cuidará?

Meus olhos vagam pelo rosto curioso dele.

ㅡ Fala em que sentido? Nas práticas?

Jaejun mordisca o lábio, olhando ao redor para logo em seguida me olhar.

ㅡ Além delas... Digo, quando formos fazer sexo...

Surpreso por ele falar primeiro sobre o assunto, pisco incerto, mas observo os olhos grandes e atentos à espera de uma resposta.

ㅡ Claro que sim. ㅡ digo com toda a minha certeza, mesmo que agora eu me sinta ainda mais nervoso. ㅡ Jamais faria nada que você não fosse querer, e te respeitaria em todos os seus limites.

Jaejun mais uma vez no dia tem suas bochechas rubras, tão vermelhas quanto a flor bonita que ele é. O vejo tomar todo o restante do sorvete quieto, pensativo e sorrio, fazendo o mesmo.

Quando enfim retornamos para o hotel, subimos no elevador vazio, senti Jaejun rodear minha cintura e repousar a cabeça em meu ombro, depositando um pequeno selar em meu pescoço, manhoso quando disse:

ㅡ Eu confio em você.

Senti meu peito bater forte, mas numa proporção estranha ele também parecia leve.

Jaejun confia em mim.

O meu garoto confia em mim.

Jaejun adentrou o quarto às pressas, sorrindo à toa quando parou ao ver a garrafa de vinho sobre a bancada.

ㅡ Woah, Hyun, eles já trouxeram.

Aproximei-me e segurei a garrafa, conferindo em seu rótulo se era mesmo a escolhida por mim e vi o selo de autenticidade ali, mostrando a Jaejun, e vendo-o ficar surpreso.

ㅡ Ele parece um vinho comum até demais para o preço. ㅡ ele disse, se recusando a segurar a garrafa para não deixá-la cair.

ㅡ Mas o sabor é único, meu bem. Você irá gostar.

ㅡ Quero experimentar, mas se não for bom eu vou falar a verdade, viu?

ㅡ Tudo bem. ㅡ falei e caminhei até a pequena cozinha da suíte, indo até os armários para buscar duas taças.

ㅡ Podemos tomar banho antes. ㅡ Jaejun pergunta, um pouco tímido demais. ㅡ podemos ficar mais à vontade assim...

Assinto, buscando o balde para pôr gelo e o vinho, enquanto já ouço o cantarolar baixo de Jaejun no banheiro.

Sou rápido em ajeitá-lo ao lado da cama, as roupas do meu ruivo já estão jogadas pelo chão. Também deixo as taças ali e corro para o banheiro, retirando minhas roupas e perdendo-me mais uma vez dentre tantas às vezes que pude apreciar as curvas do corpo desnudo do Jeon.

Não há palavras para descrevê-lo senão a mais perfeita criação na terra.

Jaejun sorriu ao me ver lá, parado, e me chama para adentrar o box e lhe fazer companhia.

E eu vou, apressado demais para estar consigo ali, caminho afoito e o sinto me puxar para debaixo da água, juntando nossos corpos enquanto seu riso preenche o cômodo.

Sou ligeiro ao segurá-lo pela cintura e buscar sua boca. Ele ri ao sentir o toque, mas abraça meu pescoço, molhando-nos enquanto suspira e dá início a um beijo lento.

Sinto rapidamente sua tranquilidade me preencher e acalmar meu coração que jamais havia acelerado tanto com a percepção de que eu faria sexo com alguém.

Mas não era qualquer alguém, não era qualquer corpo. Era o Meu Jaejun, a minha paixão e ele merecia sentir a cada segundo do tempo que eu o queria e o desejava.

E sentindo o sabor de sua boca, ouvindo o arfar que ele libera a cada vez que sua língua encontra a minha, sei que estou a um fio de deixar que meu corpo tenha suas reações e atice o dele a me acompanhar.

ㅡ Senti saudade. ㅡ ele fala baixinho, manhoso, ainda com a boca sobre a minha ㅡ passar um dia completo sem te beijar é maldade demais...

Assinto em concordância, buscando-o mais uma vez para beijá-lo, mas o empurro com o seu corpo no meu, e o encosto na parede fria e úmida.

Jaejun geme baixo ao sentir suas costas baterem ali, e ondula o corpo no meu como se já não se controlasse. É nítida sua necessidade de ter toques meus, mas admito que nunca o vi tão necessitado como hoje.

Ele parece sensível.

É ele quem inclina o pescoço me pedindo beijos em sua pele e geme ainda mais quando eu o faço. Manhoso e lento, eu o sinto dedilhar minhas costas para subir até minha nuca, adentrando os dedos lá, suspirando quando os prendem com força em meus cabelos.

Mas eu o impeço de seguir, deixando meu tronco mais alto que o seu, aprumando minha postura para encarar seu rosto embevecido em meus toques, segurando suas mãos para juntá-las no alto.

ㅡ Você quer brincar hoje? ㅡ pergunto, baixo, passeando a língua por seu queixo, antes de levá-la até seu pescoço e ondular meu corpo sobre o seu, fazendo nossos paus se tocarem.

Não necessito de respostas, a dureza que sinto bater contra a minha já diz muito. Mas ver Jaejun assentir enquanto mordisca o lábio e inclina ainda mais a cabeça é tentador.

O solto e volto a beijá-lo, segurando com força quando meus braços rodeiam sua cintura em uma abraço e o ergue, fazendo subir e prender as pernas em minha cintura.

Com apenas uma mão o seguro contra meu próprio corpo, e com a outra fecho o registro da água que sequer foi bem aproveitada em um banho real.

ㅡ Vamos tomar o vinho. ㅡ ele pede, gemendo e me arranhando.

Concordando com o pedido de Jeon, guiando-me para fora ainda consigo em meu colo.

O sinto segurar meu rosto e me beijar com desejo quando o encosto contra a parede outra vez. Devagar, desço Jaejun e tomo cuidado para que seus pés toquem o chão, mas nosso beijo sequer quebra, e isso me acende de formas que não sei se posso agir com ele agora.

Mas é preciso ter calma no início, eu sei disso.

O beijo vai se tornando mais lento aos poucos, e quando o último selar nos faz afastar e conectar os olhares, percebo como o dele se torna tímido e sequer o consegue manter sobre o meu.

Isso é algo único dele. Ser tão tímido, mas tão intenso ao mesmo tempo, a um nível que me leva à loucura. Misturando a necessidade e desejo, junto a sua juventude e modo bobo de agir.

Único.

Quando caminhamos para o quarto, sou eu quem enxuga o corpo dele, passeando o tecido por cada curva e me perdendo principalmente em sua bunda empinada.

Ouso beijá-la, o que o faz rir, mas Jaejun me atiça, virando-se para sair nu como está e assim buscar as taças.

Ele me entrega uma e apaga as luzes do quarto. Busca o controle das janelas e usa o privilégio de estarmos no topo do hotel, deixando que a apenas a lua nos veja como somos, nos amando sem sequer se importar.

Os lençóis que cobrem a cama agora são vermelhos, possivelmente um pedido feito por Jaejun com o intuito de deixar tudo um pouco mais romântico, e quando ele busca a garrafa já aberta e me entrega, seu corpo nu e úmido é parcialmente coberto por eles.

Mas ele ainda quer me provocar, e desse modo o vejo jogar a perna e deixá-la nua, assim como parte de seu quadril, mostrando-me que está tímido, mas que continua disposto a me fazer enlouquecer ainda mais.

E talvez vermelho seja a nossa cor, porque eu sinto meu peito queimar quando Jaejun me olha e rir.

ㅡ Não servirá o vinho?

Suspiro, sentando-me e não me importando em estar completamente erguido por ele e para ele.

Percebo Jaejun me observar e umedecer os lábios, se remexendo sobre o lençol vermelho quando ergue a taça para que eu o sirva.

Nós brindamos e bebemos mantendo os olhares conectados.

Esperei ansiosamente pela gentil e verdadeira opinião dele, e sorri ao v

ouvi-lo dizer:

ㅡ É gostoso... Mas é bem marcante.

ㅡ Um vinho gostoso para uma ocasião gostosa.

Finalizando bebendo todo o líquido, e sirvo mais uma taça. Com meu peito acelerado como está, tenho certeza que sequer seis taças me fariam acalmar.

Mas degusto a nova taça e o olho, vendo-o ainda tímido, mas bebendo o vinho forte.

ㅡ Você quer falar algo? ㅡ pergunto.

Jaejun nunca me olha por mais de alguns poucos segundos, mas agora ele não desvia o olhar.

ㅡ Hyun... Você é tão bonito.

Rio baixo, levando meu corpo sobre a cama para mais perto do dele, e tomo todo o restante do meu vinho outra vez antes de dizer:

ㅡ Você é cem vezes mais.

Jaejun navega por meu olhar, sorrindo calmo antes de fazer como fiz, tomando todo o restante do vinho de uma só vez, finalizando com uma sutil caretinha.

ㅡ Não beba tão rápido. ㅡ aviso, tocando suas coxas, deslizando minha mão por ali. ㅡ pode ficar tonto e isso não é bom.

Ele torna a me olhar com suas bochechas saltadas e rosadas, e tímido, ele pergunta:

ㅡ Posso te pedir uma coisa?

Estamos a centímetros de distância e sinto até mesmo o hálito fresco com o sutil odor do vinho bater em mim. Assinto, repousando a taça sobre o móvel do canto, tocando-o sobre a bochecha.

ㅡ Pode me pedir o que você quiser. ㅡ respondo-o.

Jaejun deixa a taça ao lado da minha e toca sutilmente meu rosto também.

a espera do que ele quer, mas Jaejun se desfaz do toque e sem quebrar o olhar, desce a mão por seu tronco, tocando uma ponta do lençol de seda e o puxa devagar.

Vejo o modo em como ele respira fundo ao fazer, e quando ele enfim o puxa completamente me dando a visão de seu corpo outra vez desnudo, o ouço perguntar:

ㅡ Faz amor comigo hoje?

não são capazes de desviar dele, mas sobem por toda a pele exposta, parando quando apenas encontra os

E meu coração bate rápido quando ambos se conectam outra vez, fazendo meu nervosismo retornar, mesmo que eu consiga controlar e não deixar evidente, antes de perguntar:

ㅡ Você tem certeza?

Jaejun assente. Sorrateiramente eu vejo seu corpo se mover pela cama e descer até estar deitado sobre os lençóis vermelhos, e como um ímã, o meu corpo se aproxima ainda mais, encaixa-se ao dele ao subir e adentrar suas pernas, sem sequer notar que sou levado a parar bem ali.

Eu quero, Hyun... quero fazer amor hoje.

explicar com palavras o que se passa por meu corpo sequer em um milhão de anos.

É um sentimento novo, um desejo tão forte que

Minha respiração pesa, meu coração pulsa forte. Meu corpo se arrepia e meus olhos não são capazes de se afastar dos dele.

Então me aproximo, vendo Jaejun piscar lento e atento, e quando nossas bocas estão próximas, vejo-o sorrir.

Então tudo se bagunça ainda mais.

O sentimento é completamente indecifrável para mim.

Eu o beijo com lentidão, enquanto Jaejun sobe seus dedos lentamente, espalhando suas mãos por minhas costas, findando o toque em um abraço. Assim, juntos, o beijo enfim ganha intensidade. Nossos sabores se misturam e isso faz tudo ao redor simplesmente sumir.

Jaejun suspira, apertando-me ainda mais contra si. A pouca luz que adentra as janelas, deixa tudo ainda mais intenso. Não sei sequer por onde começar, mas o beijo sem direção, indo por seu queixo. Jaejun ergue o rosto, dando-me passe para distribuir beijos por seu pescoço, e quando eu o faço, ele geme, tão baixo e manhoso que sinto a necessidade de tocá-lo do jeito em como sempre o toco. Com força.

Minha mão sobe pela lateral de seu corpo, passeando pelas curvas, subindo por seu ombro, até parar em seu pescoço.

Meus dedos se apertaram ali sem muita força. Ele geme outra vez, abrindo as pernas um pouco mais. Meus beijos descem para sua clavícula e não resisto quando encaro seus mamilos durinhos.

Toco com suavidade um de cada vez. Sinto-o remexer o quadril quando prendo o esquerdo entre os dentes e brinco com o outro com a ponta dos dedos.

Chupo o biquinho de Jaejun, lambendo-o em seguida para descer com a boca.

Meu corpo ferve, mas ouvi-lo gemer a cada toque intensifica tudo a cada segundo.

Seus dedos arranham lentamente as minhas costas, fazendo-me suspirar em controle, não querendo ir além tão rápido como é meu desejo.

ㅡ Hyun...

em um gemido, tão bagunçado e frágil que sinto a necessidade de parar o que faço para apenas olhá-lo e apreciá-lo.

são guiados a mim outra vez, e como a bagunça em vermelho que ele é, ouço dizer:

ㅡ Deixei camisinha na gaveta...

Sorrio do seu dito, mas me inclino para o lado, abrindo a gaveta do móvel e vendo algumas camisinhas junto ao lubrificante.

Busco tudo e deixo ao nosso lado, inclinando-me outra vez, mas apenas para beijar sua boca.

Você pensou em tudo, uh? ㅡ pergunto sorrindo ladino, vendo-o ficar ainda mais tímido ao

ㅡ Continua, estava tão bom...

Assinto, tornando a distribuir beijos por sua pele, mas provocando-o, deslizo a língua e faço um caminho frio de saliva por entre seu peito, findando em seu umbigo quando afundo minha língua e o vejo apertar os lençóis entre os dedos, suspirando pesadamente antes de rir baixo.

ㅡ Que maldade, Hyun...

Jaejun e também sorrio, mas volto com a língua e capturo seu mamilo esquerdo entre os dentes, ouvindo-o gemer outra vez antes de voltar a chupá-los.

Jaejun parece descontrolado, uma de suas mãos aperta meu ombro enquanto a outra volta a se perder entre meus cabelos.

Isso é tão bom... ㅡ ouço-o dizer, inclinando o quadril para cima, a fim de esfregá-lo mais em mim.

Sorrio em como ele está necessitado e resolvo brincar ainda mais, tentando-o ao máximo. Solto seus mamilos e sento em suas coxas. Minha bunda se encaixa em seu pau, e rebolo provocativo quando ouso gemer de modo arrastado.

Jaejun olha ligeiramente para meu quadril, hipnotizado. Seus olhos vêm até os meus e comigo ainda sorrindo e rebolando, sou capaz de vê-lo engolir em seco.

posso te tocar? ㅡ ele pergunta, incerto.

Busco as mãos de Jaejun e o sinto ansiar para tocar minha cintura, largo a esquerda, vendo-o me olhar curioso, então guio a direita até meu pau, encaixando-a para estocar devagar, sentindo como a umidade do meu pré-gozo faz seu toque ser macio, me

ㅡ Toque aqui. Tudo bem?

O vejo olhar para a própria mão e deslizar os dedos por conta própria, mas gosto de respostas verbais, então volto minha mão para seu pescoço e a deslizo para seu queixo, fazendo-o me olhar.

Não ouvi a resposta, meu bem.

Jaejun engole em seco outra vez e inicia uma masturbação lenta em

ㅡ Sim, senhor.

para beijar sua boca, mordendo o lábio inferior ao me afastar.

sinto Jaejun rodear o polegar por minha glande, não sou capaz de conter o gemido, e sôfrego, o olho.

ㅡ É assim que o senhor faz em mim... Estou fazendo certo?

Assinto vendo os olhos atentos voltarem para a mão, massageando meu caralho com cuidado.

Percebo que jamais deixei que outra pessoa me tocasse com tanta liberdade assim.

Jaejun é o primeiro. O único.

Mas faço-o soltar meu pau, descendo por suas coxas para assim fazê-lo me encarar.

Hoje faremos diferente, tudo bem? Sem amarras.

assente, tocando minhas coxas antes de sorrir.

ㅡ Faremos amor de namorados.

Sorrio envergonhado, mas abaixo-me e deposito um sutil beijo no centro de sua barriga.

Continuo a traçar um caminho sem pressa por sua pele, descendo e percebendo como a cada novo beijo ele volta a apertar os lençóis, ansiando por meu toque também em si.

E quando enfim chego em seu pau, passeio a ponta da língua pela glande inchadinha, sentindo seu gosto tão único e bom. Encaro seu pau a frente de meu rosto e sorrio, tocando a ponta do meu indicador sobre a fenda, vendo o fio de pré-porra que se estende, me dando ainda mais desejo de colocá-lo por inteiro na boca.

Minha boca volta a massageá-lo e não tardo a tê-lo afundando sobre minha língua. O chupo com prazer, preenchendo-me com o meu doce Jaejun que não chega a ser rude, mas é largo e delicioso, o que me faz deleitar a cada vez que o retiro para afundar novamente.

com os movimentos repetitivos, sempre parando sobre a glande para afundar a língua ou chupá-lo como se realmente fosse um doce, o que faz o som ecoar no quarto junto aos seus gemidos, mas a cada vez que faço tal movimento Jaejun parece ficar um pouco mais fraco, apertando mais os dedos, enquanto suas pernas tremem em puro prazer.

E caralho, isso é delirante!

Ele volta a tocar meus cabelos e desta vez aperta os dedos com força, inclinando o quadril para estocar uma única vez antes de anunciar:

Hyun, eu não vou aguentar assim.

com um fino filete de saliva escorrendo por meu queixo, e o encaro, vendo-o

ㅡ Vira para mim. ㅡ Peço.

parece precisar de um segundo para raciocinar meu pedido, mas quando me ergo, parando ao lado da cama, o vejo respirar fundo e me obedecer, virando-se sobre os lençóis, empinando a bundinha redonda na minha

baixo, parecendo ficar tímido com a posição, mas vejo-o juntar as mãos e deitar sobre os braços quando cruzam, e girando a cabeça para o lado, ele me olha, balançando os pés no ar em pura

subir sobre o colchão e o puxo com firmeza, encaixando-o em mim. Ouço seu ofegar alto, mas me inclino para deixar um beijo em sua nuca, causando-lhe

namorado. ㅡ sussurro, passeando a língua por sua nuca, descendo por suas costas ㅡ

outra vez, mas cessa quando meus beijos retornam, indo para o meio de

fica quieto quando minha boca chega a altura de sua lombar, meus beijos se distribuem por aquela região, mas prendo meu riso quando o percebo empinar, sedento para que meus beijos desçam

frente da cama, puxando-o mais para perto quando meu desejo é chupá-lo diretamente em sua intimidade. Apalpo cada uma das nádegas e as afasto vagarosamente, ouvindo o suspirar que ele deixa escapar, antes de afundar o rosto em um dos

mãos e deixo um pequeno tapinha que o faz empinar ainda mais. Deixo um beijo sobre a carne macia e volto a distribuí-los de forma que vagarosamente eu possa chegar onde

minha língua deslize por entre suas nádegas e as afasto outra vez, vendo-o piscar para

nesse exato segundo meu coração erra algumas batidas. Jaejun é lindo, inteiramente lindo, mas vê-lo piscar em puro prazer, ansiando por mim, me faz enlouquecer. Quero fodê-lo, quero fazer isso de todas as formas, em todos os jeitos, mas apenas toco meu indicador ali e o vejo retrair, suspirando vagarosamente como se estivesse tão ansioso que seu corpo instantaneamente congelasse a qualquer

a beijar sua carne e afasto ainda mais as bandas de sua bunda. Ele olha brevemente sobre o ombro e está completamente vermelho, mas não tarda com aquilo e volta a esconder o rosto, e quando minha boca deixa um beijo bem no centro de sua intimidade, ouço-o gemer tão arrastado que me faz

quiser que eu pare, sabe o que

assente, mas ergue o

ㅡ Vermelho.

ㅡ Exato.

a abaixar o rosto, mas desta vez não o esconde. Ele apenas deita a cabeça sobre os braços cruzados e me espera. Não volto com os beijos, mas sim com apenas minha língua. Deslizo de uma nádega a outra, e quando toco sua intimidade com a ponta da minha língua, sinto-o pulsar antes de afundá-la e iniciar o toque que eu sei que ele desejava tanto quanto eu

geme outra vez de modo manhoso, erguendo sutilmente o quadril um pouco mais, empinando a bunda, fazendo-me tocar-lhe com

língua repousa sobre a entrada dele e desliza para cima e para baixo. O sinto pulsar outra vez, implorando por mais, e apenas seguindo os desejos, volto a molhá-lo no caminho cujo anseio

ㅡ ele chama outra vez, olhando-me com suas bochechas

lubrificante sem deixar de chupá-lo, e intercalando de sua entrada para seus testículos, colocando-os na boca para soltá-los e chupá-los ainda mais babados, abro a embalagem e lambuzo meus

afasto meu rosto, vejo Jaejun ainda empinar. Abro suas nádegas com apenas uma mão e toco os dedos sujo de

quer que eu te foda assim? ㅡ perguntei, deslizando-os, brincando enquanto o preparava para

favor, senhor. Entra em mim com os

quer? ㅡ apertei o indicador, ouvindo Jaejun gemer mais alto quando devagar ele deslizou e lhe adentrou. ㅡ como quer, meu

O meu senhor faz tão gostoso, não me importo

controlo o sorrio satisfeito que é vê-lo tão entregue, manhoso, empinando a bunda com meu dedo já dentro de si. Movo-o devagar e o retiro por completo. Observo Jaejun pulsar ainda

o lubrificante e deposito mais. Meu dedo volta a adentrá-lo com calma, mas não demora até que os movimentos tornem-se mais sutis, leves e cheios de

vou pôr o segundo dedo e tudo o que escuto é um murmuro seu. Jaejun parece febril, seu rosto é tomado pela coloração carmim enquanto está afundado em um dos travesseiros, com seus cabelos bagunçados caindo sobre

dedo lhe adentra. Desta vez temo machucá-lo e coloco com ainda

tive tanta calma e preocupação ao foder, mas com ele não é tão simples e sequer chega a ser um sexo sujo. Tudo o que me cerca a mente é seu bem-estar e o desejo de fazê-lo sentir como nosso encaixe pode ser

gozar enquanto choraminga por mais

dedos deslizam com destreza. Jaejun aperta os lençóis e geme abafado quando aumento a velocidade. Tento fazê-lo relaxar com isso e parece funcionar, pois, vejo-o remexer o quadril e tentar se aliviar enquanto seu pau é esfregado no colchão, mas é quando lhe adentro com mais brutidão que o ouço gemer alto e parar os remexidos. Olho-o e o vejo com os lábios

sei que acertei em seu ponto de

movimento e continuo a lhe acertar. Jaejun volta a tremer e a ficar descontrolado. Sua bunda está ainda mais empinada e ele parece querer devorar os meus dedos com ela, pois remexe com mais destreza, fazendo-me lhe foder com ainda mais

meus dedos e observo como ele se frustra. Sorrio, gosto de brincar e de fazê-lo implorar por mim, mas quando vejo seu rosto febril junto aos seus olhos bambos me encararem, admito que quis mandar qualquer provocação para o inferno e lhe foder com meu caralho indo o mais fundo que eu

quero você. ㅡ ele pediu, baixo. Jaejun deitou o rosto e suspirou, cansado. Aproximei-me e beijei sua bunda, o fazendo abaixá-la devagar enquanto suspirava em pura

é lindo, mas é meu puro delírio. Toco sobre suas pernas e o viro com brutidão. Ele ofega, mas rir, seu pau salta em

Você quer que eu te foda? ㅡ perguntei baixo, iniciando uma masturbação lenta em mim mesmo, fazendo-o morder o lábio inferior ao assentir. ㅡ eu quero

Eu quero que me

confia em mim? ㅡ deslizo minha mão por seu joelho, dedilhando

De corpo, alma e coração. ㅡ ele sussurra, fechando os olhos ao sentir meu dedo brincar por seu

me abaixo sobre si. Beijo seu tronco levemente suado, mas alcanço sua boca. O toque é calmo, sequer precisa de língua, mas Jaejun abre as pernas e me faz se encaixar bem ali, ficando de joelhos sobre o

meu caralho e toco sobre sua entrada, sujando-o de lubrificante, enquanto ele mesmo pinga a pré-porra que Jaejun me faz

Eu quero você dentro de mim, Hyun. ㅡ ele sussurra outra vez, inclinando o rosto para cima, pedindo por meus beijos em seu pescoço. ㅡ você vai cuidar de mim,

as pernas ao meu

sempre, para sempre, vou cuidar

e assente, tocando meu rosto para me levar a erguê-lo, roubando-me um selar

nos meus olhos e

ㅡ Faz amor comigo.

encantado e busco o lubrificante. Jaejun ainda tem suas pernas ao meu redor, mas me solta lentamente e as repousa ao lado, ficando completamente exposto

cai sobre sua barriga e ele até o toca, mas não o masturba. Abro o lubrificante e o olho nos olhos antes de puxá-lo mais

relaxa um pouco mais o corpo, e a imagem é a mais perfeita em toda minha

corpo magro e pálido iluminado apenas com a luz do luar, me encanta. Os cabelos vivos num vermelho forte se encontram completamente bagunçados e espalhados, e o rosto suado e bonito carrega um olhar curioso em minhas

camisinha e rasgo o pacote sem pressa. Encaixo-a em mim e despejo o líquido sobre meu caralho, o lambuzo e massageando-o do início ao

Vai doer muito? ㅡ ele pergunta,

me encara, ainda aberto e

Um pouco, mas prometo que

Vejo o modo em como Jaejun fecha os olhos rápidos quando coloco mais lubrificante em si e toco-o com meu pau. Sorrio, me inclinando outra vez para beijá-lo e tentar acalmá-lo, mas quando empurro devagar o sinto tocar em meus ombros e afundar as unhas ali, me machucando com seu nervosismo e medo, fazendo as coisas tornarem-se um pouco

Meu bem, você precisa relaxar. ㅡ digo, sem deixar

de Jaejun se abrem vagarosamente. Eles parecem assustados ao se encontrarem com os meus. Sorrio, olhando-o assim, de pertinho, e voltando a empurrar com calma, toco-o com meu lábio, beijando-o, sentindo-o arfar e piscar com pressa quando minha glande lhe adentra, mantendo o aperto em meu