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Casei com um cafajeste para me vingar do ex-marido romance Capítulo 49

— Você tem que visitar sua irmã. Seu sobrinho é tão lindo, a criança não tem culpa de nada, minha filha. Ela merece ter uma família unida — minha tia falava enquanto me servia um café.

— Mãe, pelo amor de Deus! A mulher roubou o marido da Isa, além de deixar ela na rua...

— A mãe de vocês não ia gostar de ver as irmãs brigadas — minha tia continuou, ignorando o que Camila havia dito.

Minha prima suspirou de frustração. Desde o início, minha tia passava pano para a situação e achava que eu devia conversar com minha irmã e resolver tudo.

— Esse convite é lindo demais — disse Camila mudando de assunto e admirando os convites que eu tinha vindo entregar para o meu casamento.

— Você vai ser minha madrinha. Vou te mandar a paleta de cores, mas já adianto que vai ser vermelho — falei. Eu não tinha feito convites especiais para as madrinhas, até porque só teria minha prima nesse papel, era um casamento simples, enxuto.

— Minha cor favorita! Quem vai ser meu par? Por favor, escolhe alguém decente, quero ficar bonita nas fotos.

— Provavelmente vai ser o César — Eu não conhecia nenhum homem solteiro, e o meu cunhado parecia bom para o papel.

Minha prima fez uma careta e ficou calada.

— Algum problema? — perguntei. — Não tenho muita intimidade com ele, mas parece legal. E ainda mais depois de tudo que passou. Se quiser, posso marcar um jantar antes do casamento pra vocês se conhecerem melhor.

— Sua irmã foi convidada. Ela me disse que adoraria ir — minha tia se intrometeu.

— É claro que não! Desculpa, tia, mas posso até ter contato com meu sobrinho quando ele estiver maior, mas quero distância da Karen. Ela não é santa, é uma dissimulada que me apunhalou pelas costas de forma cruel, Deus me livre aquela mulher perto de mim.

— Você nunca mais vai falar com ela? — Minha tia perguntou indignada, já sabendo a resposta porque já tinha feito essa perguntas várias vezes.

— Já falei com ela, Fui até o hospital, o que já foi muito. Se puder, vou falar o mínimo possível.

Minha tia ainda tentou continuar o assunto, mas avisei que só tinha ido entregar os convites. Fui embora antes que perdesse a paciência. Era uma discussão antiga e sempre terminava em quase briga.

Eu não estava de carro e fui caminhando até a esquina pra pegar um táxi. Meu dia estava só começando, porque Carlos surgiu do nada na rua da minha tia, o que claramente não era coincidência.

— Isabella, podemos falar um momento? — Ele perguntou fazendo uma cara de coitado.

— Não, não podemos.

Capítulo 49. Peso na consciência 1

Capítulo 49. Peso na consciência 2

Capítulo 49. Peso na consciência 3

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