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Chefe irresistível: sucumbindo ao seu toque romance Capítulo 1467

"Rafael"

Quando a Hana e eu chegamos ao fim do corredor eu me sentia como quem encontra um tesouro, algo muito especial e que muda a sua vida pra sempre. Nós encontramos a Adèle e ela estava emocionada ainda quando nos abraçou.

- Isso foi incrível, gente! Eu estou muito orgulhosa de vocês. Vivam essa felicidade! - Ela nos abraçou mai uma vez e nos virou, nos deixando de frente com o Patrício e a Lisandra, que estavam com celulares pendendo do pescoço e na tela da Lisandra aparecia a Melissa e na tela do Patrício estava o Fernando, em video chamada.

- Vocês acharam mesmo que nós perderíamos isso? - A Melissa sorriu e ergueu a taça.

- Mel, Nando! - A Hana se emocionou ou ver os dois ali naquela telinha, se esforçando para compartilhar conosco aquele momento.

- Só vocês para nos darem esse presente! - Eu estava muito feliz também por vê-los compartilhando conosco.

- Um brinde a vocês, queridos! Foi linda a cerimônia e a festa está incrível, a Mini Me fez um trabalho maravilhoso. Olha, ela até mandou um kit casamento com tudo o que está sendo servido aí, pra gente se sentir na festa. - A Melissa mostrou a mesa organizada.

- Ah, que bom, Mel! - A Hana tinha o maior sorriso, a Melissa era importante para nós dois.

- Rafael, Hana, que vocês sejam muito felizes e que o amor de vocês seja cada dia maior. - O Fernando levantou a taça.

- Agora vão, porque eu sei que a Mini Me está esperando, nós vamos andar pela festa. - A Melissa nos dispensou.

- Ah, é muito bom andar por uma festa sem realmente nos cansar! - O Nando brincou.

- Você está ficando folgado, Fernando! - O Patrício reclamou. - Aproveita, porque a Lisa não me coloca em outra dessa.

- É, quando foi você pendurado no meu pescoço eu não reclamei! - A Lisandra brincou e ganhou um beijo do marido.

Eles nos cumprimentaram e a Adèle nos puxou para um canto onde a Rúbia já esperava para tirar algumas fotos. Depois das fotos nós fomos levados para a pista de dança, era a nossa primeira dança como um casal e a Hana tinha me deixado escolher a música, eu só não sabia se ela ia gostar, mas aquela música tinha tudo o que eu queria dizer a ela, porque ela era a minha única. E os cantores da banda fizeram um grande dueto com "My only one".

- É perfeita! - A Hana sorriu ao identificar a música e eu a peguei pela cintura a levando comigo no ritmo da música. - Como você consegue ser tão perfeito?

- É que eu te amo, minha doida! - Eu dei um beijo nela. - Agora vamos dar um show para os nossos convidados.

- Se é o que você quer! - Ela sorriu e nós dançamos, eu a girei pela pista como se fossemos bailarinos, com voltinhas e rodopios e mesuras. Ela ria e eu adorava vê-la sorrir.

Depois que a nossa música acabou, ela tirou os sapatos e subiu nos pés do Rubens, dançando com ele com o mesmo sorriso largo, enquanto eu dançava com a Arlete e depois, enquanto ela dançava com o Yusei, eu dancei com a Giovana.

- Pai, eu estou explodindo de felicidade! - A Giovana comentou enquanto dançávamos.

- Minha filha, tenta nem respirar muito, porque o que vai explodir são as costuras desse vestido. Por acaso você engordou ou comprou um número menor? - Eu brinquei e ela riu.

- Que exagero, pai, nem é tão justo assim!

- Quantos os Anderson já tirou de cima de você? - Eu perguntei sabendo que a minha filha era linda e estava exuberante naquele vestido.

- Uns dois ou três! - Ela riu. - Ele não precisa se preocupar, mas eu gosto que ele tenha um ciuminho.

- Claro que gosta! - Eu ri.

Quando a música terminou a Hana e eu levamos uma eternidade cumprimentando os convidados, mas assim que eu notei uma distração da Adèle, eu puxei a Hana para as escadas que iam para o escritório.

- Vem, minha doida, eu sei que a Adèle vai nos manter aqui por horas e eu quero só um minutinho com você! - Eu chamei e ela foi comigo. Assim que eu fechei a porta do escritório, eu a prendi ali. - Me diz, minha doida, o que tem por baixo desse vestido? Eu não acredito que você não colocou a lingerie que a Mel te deu.

- Como você sabe disso?

- Os caras contaram que é tradição da Melissa, ela dá a lingerie do casamento para as amigas e, pelo que eu soube, são algo fora do comum. - Eu dei um beijo no pescoço dela.

- Eu sou uma noiva grávida, Del! - A Hana fez um beicinho.

- Eu falei que era pra pular as negociações. - A Adèle suspirou.

- Está bem, você j**a o buquê logo depois do bolo, nem um segundo menos. - A Adèle cedeu e a Hana comemorou. - Agora vamos, de volta para o salão.

Nós voltamos para o salão e fomos noivos bem comportados até o momento do buquê. Tiramos fotos, conversamos com os convidados, dançamos, mas não nos desgrudamos. E logo depois de partir o bolo a Adèle finalmente chamou a Hana para jogar o buquê.

A Adèle reuniu todas as mulheres solteiras em torno da pista de dança e entregou o buquê a Hana. Era uma cópia menor do buquê original e entre as flores foram colocados vários tsurus um origami de ave. Eles estavam espalhados pelo salão também, junto as flores, nos mais variados tons de rosa e branco. A Hana tinha me explicado que era uma ave sagrada na cultura japonesa e que tê-las no casamento significava a promessa de duas pessoas que escolhem voar juntas por amor. Pelo que eu entendi, aquele pássaro também significava felicidade, longevidade, boa sorte, fidelidade, paz e esperança, era como um amuleto de uma união duradoura e um futuro hamonioso.

Quando ela jogou o buquê, todos aqueles pássaros de papel que estavam presos a ele voaram pelo salão como uma chuva cor de rosa sendo espalhada à medida que o buquê voava e pousava nas mãos da Rúbia, que comemorou alegremente, enquanto o Rubens a abraçava e a girava para dar um beijo arrabatador, arrancando aplausos de todos. Eu fui até o palco e peguei a minha noiva no colo.

- Hora de ir, minha doida, antes que a Del encontre mais algum motivo para nos manter aqui. - Eu falei e ela passou os braços no meu pescoço rindo.

Mas eu estava enganado, eu não estava fugindo. A banda começou a tocar "Um certo alguém" e eu saí caminhando com a Hana sobre o tapete marfim enquando os convidados se juntavam dos dois lados jogando arroz sobre nós. Eu estava casado com o amor da minha vida e agora eu a levaria para a nossa casa, onde construiríamos a nossa história e a nossa família.

N.A.:

Olá, queridos... como estão?

Eu vou repetir o que eu falei lá no amor irresistível hoje, porque sei que nem todos estão acompanhando lá, ainda! rs...

Meus lindos, meu irmão costuma dizer que eu sou estranha, eu brinco dizendo que sou capricorniana e capricornianos são conhecidos por se fechar às vezes em momentos de reflexão e isolamento para processar os sentimentos negativos e as dores da perda. Eu vivi esse momento nos últimos dias, por isso estive ausente aqui dos comentários. Mas, parou de trovejar, a dor é como chuva passageira, né?! E agora, a janela está aberta para o sol! Me desculpem pela ausência, mas mesmo esses dias eu encontrei os braços de vocês abertos me oferecendo conforto e luz e vocês tornaram essa chuva passageira menos densa, menos fria, menos cortante. Obrigada por oferecerem esse carinho.

Outra coisa, dentro desse período de reflexão eu tive noites insones, por isso os horários de publicação estão essa bagunça, porque eu perdi algumas noites de sono e virou bola de neve. Mas eu estou trabalhando em melhorar isso.

Queridos, um beijo no coração!

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