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Cláusula Proibida: O Amor Nunca Fez Parte Do Acordo romance Capítulo 136

Capítulo 136 — Sempre cumpre suas promessas

Lucas Avery

— Me responde, você ainda tem alguma coisa para me contar?

A pergunta dela ecoou na minha mente.

Pensei por um segundo em revelar a outra metade da história, o envolvimento direto da Bowers Enterprises no atentado fatal contra os pais dela e os Foley, mas travei a mandíbula.

A morte do avô dela ainda era recente, e ela já tinha absorvido revelações pesadas demais para uma única manhã; jogar a suspeita sobre o assassinato da família dela naquele momento seria covardia.

— Nada com que você precise se preocupar agora, minha princesa — menti com suavidade, estendendo a mão aberta para ela. — Vem cá...

Natalie não hesitou. Ela se jogou para a frente, passando os dois braços ao redor do meu pescoço e afundando o rosto na minha pele. Ficamos abraçados em silêncio por alguns minutos até que eu o quebrei.

— Preciso deixar registrado uma coisa. — falei em um tom rouco. — Eu odiei brigar com você, amor. Eu odeio passar um único minuto da minha vida em conflito com você.

— Eu também odiei cada segundo daquela discussão. — ela sussurrou — E me perdoa, Lu... Me perdoa por ter desconfiado de você, por ter colocado a sua palavra em dúvida. Eu fiquei tão apavorada com a volta dessa mulher... Tive tanto medo de perder o que nós temos.

Passei os braços com firmeza pela cintura fina dela, erguendo o seu corpo para acomodá-la diretamente no meu colo. E encarei seus olhos antes de dizer.

— Nunca você vai perder o que temos. Nunca vai me perder. Porque eu sou seu pra sempre.

Natalie sorriu pra mim, os olhos verdes brilhavam e transbordavam um desejo doce e urgente que acendeu o meu sangue na hora. Não resisti. Colei a minha boca na dela em um beijo profundo, quente e voraz.

A língua dela buscou a minha com uma entrega deliciosa, os dedos finos se enterrando nos cabelos da minha nuca e puxando o meu corpo para colar no dela.

Deitei o corpo da Natalie devagar sobre o colchão macio, me posicionando sobre ela com todo o cuidado para não colocar peso excessivo sobre as suas pernas. As minhas mãos começaram a deslizar pela pele quente e macia da minha mulher, descendo pelas laterais do seu tronco e puxando a camiseta leve que ela vestia por cima da cabeça, deixando-a apenas de sutiã de renda branca.

Desci a minha boca por seu pescoço, distribuindo beijos lentos e chupões suaves que arrancavam gemidos baixos da garganta dela. As mãos dela desceram para a barra da minha camiseta, puxando o tecido para cima até que eu a arrancasse e jogasse no chão, unindo o meu peito nu ao dela.

O contato da nossa pele fez a Natalie suspirar arrepiada, arqueando as costas contra o colchão.

Com extrema paciência e carinho, sabendo exatamente o limite sagrado e puro que nós tínhamos prometido respeitar, desci a minha mão pela barriga lisa dela, desabotoando o seu short jeans e deslizando a peça pelas suas coxas bem torneadas até tirá-la por completo.

Natalie ficou deitada diante de mim apenas de calcinha e sutiã, a pele alva corada pelo calor do momento e os olhos verdes semicerrados em pura rendição.

— Lucas... — ela gemeu manhosa, cravando as unhas nas minhas costas largas enquanto a minha boca descia para contornar a curva dos seus seios por cima da renda fina.

— Você é a mulher mais perfeita deste mundo, Natalie — sussurrei contra a pele do ventre dela, beijando cada centímetro até alcançar a borda da calcinha de algodão.

Afastei o tecido delicado com os dedos e encontrei o centro dela completamente úmido, quente e receptivo ao meu toque. Comecei a massagear o seu ponto mais sensível em movimentos circulares, lentos e precisos, usando o polegar com destreza enquanto a minha boca subia para tomar os lábios dela em um beijo abafado.

Natalie perdeu o fôlego. Os quadris dela começaram a se mover contra a minha mão em um ritmo desesperado e sôfrego, buscando mais contato, mais pressão. Aumentei a intensidade das carícias, sentindo o calor e o tremor gostoso que iam dominando as pernas dela.

Os gemidos manhosos da minha garota se transformaram em suspiros entrecortados contra o meu ouvido, as unhas cravando com força nos meus ombros até que uma onda poderosa e avassaladora de prazer tomou conta de todo o corpo dela.

Natalie se arqueou inteira sobre o colchão, estremecendo em espasmos deliciosos enquanto alcançava um ápice longo e intenso sob o comando dos meus dedos.

Continuei acariciando a pele dela com beijos suaves pelo rosto e pelo pescoço enquanto a respiração da minha mulher ia desacelerando aos poucos. Puxei o edredom macio sobre nós dois, me deitando ao lado dela e puxando o seu corpo mole e relaxado para o meu peito.

Olhei para o rostinho corado e satisfeito da Natalie e não consegui conter um sorriso provocador.

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