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Cláusula Proibida: O Amor Nunca Fez Parte Do Acordo romance Capítulo 178

Capítulo 178 — Território marcado

Henry Reeves

Saímos da sala de reuniões a passos largos, ignorando os olhares curiosos dos funcionários no corredor de vidro. Sara tentou soltar a mão, murmurando o meu nome entre dentes, mas eu mantive o aperto firme até cruzar a ante-sala da minha própria sala de diretoria.

Passei pela porta, puxei Sara para dentro e empurrei a madeira maciça com força. O trinco correu com um estalo metálico definitivo.

Girei o corpo e a prensei contra a porta fechada antes que ela tivesse tempo de protestar. Segurei o rosto dela entre as minhas mãos com uma fome desesperada, colando a minha boca na dela com uma violência possessiva que me consumia as entranhas.

Minha língua invadiu o espaço dela sem pedir licença, sugando, enquanto eu sentia o coração dela bater em um ritmo alucinado contra a minha camisa. O cheiro doce do perfume dela, misturado ao calor que emanava do seu pescoço, quebrou o restante da minha sanidade.

— Henry... — ela tentou falar quando afastei a boca apenas uma fração de milímetro para puxar o ar, as mãos dela apoiadas firmes contra o meu peito. — Pelo amor de Deus... calma!

— Eu não consigo ter calma, Sara! — rosnei baixo contra os lábios dela, descendo beijos febris pela lateral da sua mandíbula até a pele sensível da orelha. — Só de pensar naquele merdinha do Weber respirando o mesmo ar que você... só de lembrar do olhar daquele desgraçado na sua direção ontem à noite... eu tenho vontade de quebrar aquele prédio inteiro!

Sara soltou uma risada fraca, ofegante, passando os dedos pelos fios curtos da minha nuca.

— Deixa de ser ciumento, Henry... Você viu o que o Adrian falou. É só trabalho. E eu sou a secretária dele, não daquele alemão.

— Você está me pedindo o impossível — sussurrei, cravando os olhos nos dela. — Eu sou completamente doente por você, Sara. E a ideia de outro homem achar que tem o direito de te cobiçar me deixa cego de ódio.

Sara suspirou, o olhar suavizando com uma doçura que sempre me desmontava por inteiro. Ela deslizou os dois braços ao redor do meu pescoço, puxando a minha cabeça para baixo e colando a boca na minha em um beijo mais doce, úmido e envolvente.

O calor foi subindo, as respirações foram se misturando e o atrito dos nossos corpos contra a madeira da porta começou a incendiar o ar do escritório.

Apertei a cintura dela com uma das mãos, trazendo o quadril dela de encontro à minha ereção pesada por baixo do tecido da calça social. Sara soltou um gemido abafado contra a minha garganta, mas tentou rir, afastando o rosto com as bochechas queimando de vergonha.

— Henry... para... a gente está no meio da holding... no horário de expediente!

— Que se foda a holding — soltei com a voz rouca, sem paciência nenhuma para regras.

Desci a mão esquerda pela curva das costas dela, segurei a barra do seu vestido elegante e comecei a subir o tecido com determinação pelas coxas grossas e macias. A pele dela era puro fogo sob as pontas dos meus dedos. Deslizei a palma da mão por baixo da renda da calcinha fina, encontrando a umidade escorregadia e quente que já empapava o seu centro.

Sara arqueou as costas contra a madeira, soltando um gemido sôfrego e manhoso que foi música para os meus ouvidos.

— Henry... meu Deus...

Não dei tempo para ela pensar. Encaixei os dois dedos no calor molhado dela, massageando com um atrito lento e firme que a fez cravar as unhas nos meus ombros. Colei a minha boca na dela novamente, abafando os pequenos gritos de prazer que ela tentava engolir. Comecei a trabalhar os dedos com precisão, estocando devagar e deslizando o polegar sobre o ponto mais sensível da sua intimidade.

O corpo da Sara começou a tremer sob o meu toque. O calor dela aumentou, as pernas dela se abriram instintivamente para me dar mais espaço, e o ritmo das minhas investidas acelerou até que senti as paredes internas dela se contraírem com força desesperada ao redor dos meus dedos.

Ela mordeu o meu lábio inferior, o peito subindo e descendo com violência enquanto o clímax a arrebentava inteira, fazendo-a gemer fino e desmanchar todo o peso contra o meu peito.

Mantive a mão ali até o último tremor cessar. Puxei os dedos encharcados devagar, ajeitei a barra do vestido dela para cobrir as pernas trêmulas e, encarando os olhos dela semicerrados de prazer, levei os meus próprios dedos à boca, sugando o néctar doce dela sem desviar o olhar nem por um segundo.

Sara ficou escarlate da raiz dos cabelos até o colo do vestido. Ela escondeu o rosto no meu peito, me dando um tapinha fraco no ombro.

— Henry Reeves! Para com isso... você é ridículo de tão sem-vergonha!

Soltei uma risada rouca e vitoriosa, envolvendo a cintura dela com os dois braços e deixando um beijo carinhoso no topo da sua cabeça enquanto o coração dela ainda desacelerava.

— Eu sou o seu homem, Sara. Não tem nada de ridículo nisso. Dar prazer à minha mulher, e sentir o gosto dela depois é minha obrigação. — beijei-a novamente, fazendo-a sentir o próprio gosto na minha língua.

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