“Entre quatro paredes, as máscaras caem. E o que resta é puro instinto.”
A porta do quarto mal se fechou com um clique abafado quando Clara já empurrou Adrian contra a madeira, fazendo o som distante do mar e das vozes da varanda desaparecerem completamente.
— Você passou a noite inteira me comendo com os olhos — sussurrou contra a boca dele, abrindo o zíper lateral do vestido longo e deixando o tecido escorregar pelo corpo até o chão.
A lingerie preta de renda contrastava com a pele clara, e os cabelos ruivos caíam soltos pelos ombros, dando-lhe um ar pecaminoso.
Adrian engoliu em seco, encarando com os olhos já escurecendo de desejo.
— E você passou a noite me provocando de propósito, sua safada.
Clara sorriu, selvagem, e empurrou-o contra a parede.
— Cala a boca. Hoje eu mando primeiro.
Ela o beijou com fome, mordendo o lábio inferior dele enquanto as mãos desciam ágeis, abrindo o cinto e a calça. Adrian gemeu quando ela envolveu o pau duro e latejante com a mão quente, masturbando-o devagar, apertando a base. Sem aviso, caiu de joelhos e o tomou na boca inteira, sugando fundo, girando a língua na cabeça sensível enquanto a mão trabalhava no que não cabia.
— Porra, Clara… você me enlouquece — grunhiu Adrian, enfiando os dedos nos cabelos ruivos dela.
Ela o chupava com vontade, gemendo ao redor dele, olhando para cima com olhos cheios de malícia. Levando-o à beira do limite, sugando forte, lambendo as bolas, apertando e acelerando, até Adrian rosnar e puxá-la pelos cabelos, obrigando-a a se levantar.
— Chega. Agora é minha vez.
Ele a virou contra a parede com força, prendendo os dois pulsos dela acima da cabeça com uma mão. A outra desceu direto entre suas coxas, encontrando-a encharcada.
— Tão molhada pra mim… — grunhiu no ouvido dela, enfiando dois dedos fundo e curvando-os.
Clara arqueou o corpo, gemendo alto. Adrian substituiu os dedos pelo seu membro entrando nela num golpe fundo e único. — Ahh… Adrian!
Ele começou a invadir com força, segurando os pulsos dela enquanto a outra mão apertava o quadril, puxando-a contra cada estocada brutal.
— Você é gostosa pra caralho — rosnou, mordendo o ombro dela.
Clara sorriu entre os gemidos. Aquele homem sério, recatado e educado se transformava num dominador selvagem quando ficava sozinho com ela, e ela adorava cada segundo.
Adrian a virou de frente, ergueu uma perna dela sobre o braço e penetrou ainda mais fundo, o novo ângulo a fazia ver estrelas.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Da Cama Para o Altar: Um contrato com o meu Chefe