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Doce Pecado romance Capítulo 47

Sabrina Becker

-Acorda dorminhoca!

-Hummm…

-Nada de Hummm... Você já dormiu demais... Está na hora de acordar. Eu estou muito animado para ir para a jacuzzi com você…

-Qual jacuzzi? Aquela que tinha centenas de casais nus transando. Ela precisa de uma faxina antes.

Falo ainda com os olhos fechados.

Ele solta uma gargalhada.

-Já é meio dia Hanī. Uma empresa já veio aqui, limpou o apartamento inteiro, menos seu quarto claro... E você continua na mesma posição que te deixei hoje de manhã…

O que?

Meio dia?

Merda! Eu não fiz o café da manhã e nem o almoço.

Como fui dormir desse jeito?

- Meu Deus! Mestre me desculpe... Eu dormi demais…

Me levanto rápido e sinto meu corpo todo reclamar... Dou um gemido de dor…

- Ei...não se atormente! Você precisava descansar... Está tudo sob controle…

-Eu nunca dormi tanto na minha vida…

-O estresse, o nervosismo, a ansiedade, a atividade sexual ... tudo isso contribuiu para seu corpo ficar cansado. Faz parte! Você precisa levantar para comer algo e ir comigo para a jacuzzi que está super limpa, pronta para nós dois.

É impossível não sorrir com aquele sorriso lindo que ele me dá, contribuindo para que seus olhos fiquem mais fechados. Eu amo esse sorriso.

Não resisto e acabo beijando a sua boca sem pedir permissão e me levanto em seguida para ir ao banheiro.

Faço minha higiene e vou até o closet, pegando a camisa dele, que agora é minha. Vestindo só ela, porque hoje eu estou com muita preguiça.

Volto para o quarto e ele está sentado no meio da minha cama, com o peito nu , trajando apenas um short larguinho.

-Tem sol?

Pergunto a ele, me sentando ao seu lado…

-Sim…

-Eu preciso de um biquíni?

-Não... Antes de descermos quero um pouco de carinho... Te compartilhei ontem e nem reivindiquei minha posse, porque sei que estava bem cansada…

- Vai deixar eu te chupar, meu senhor?

-Sim Hanī... Estou sedento por essa boquinha no meu pau.

Eu vou engatinhando até ele, enquanto ele abaixo o short deixando aquele pau glorioso ao meu alcance.

Nem me faço de rogada, o abocanho de uma vez, sem nenhuma vergonha levando ele até o fundo da garganta.

-Ahhh kuzo!!! Como estava sedento disso…

Ele me segura pela nuca, numa das argolas da coleira e comanda o meu mergulho.

Eu fico de quatro, me escorando com minhas mãos apoiadas ao redor dele na cama, trabalhando apenas com a minha boca, num vai e vem lento.

Como amo seu cheiro... Seu gosto…

Sinto um tapa na bunda dado pelo seu pé... Ele adora surrar minha bunda assim... Gemo com seu pau na minha boca…

-Minha onī safada!

Tiro o pau da boca e beijo sua virilha.

-Eu comi um lanche reforçado de tarde. Nem estava com fome.

Ficamos em silêncio por um tempo comendo.

-O que achou da festa?

-Foi muito boa! Adorei... O pessoal é respeitador e discreto... Não vi nada escandaloso como em outra festas que fui…

-Por isso gostamos de dar festas particulares. Aqui tudo é muito seleto! Não temos problemas nenhum…

-Seus pais também eram assim? Pergunto porque vocês três são bem diferentes da grande maioria.

-Eram sim... Acho que esse cuidado também foi uma herança passada de pai para filho.

Eu sorrio... Eles não são do mesmo sangue, mais são uma grande família. Próspera e unida!!! Dá gosto de ver o quanto isso é importante para eles. Eu queria muito ter uma família assim! Que me amasse e fizesse tudo por mim…

-É tão bonita essa união que vocês tem. Valorizem sempre isso e não deixem nada interferir na amizade de vocês. Porque esse tipo de união é raro.

Falo e ponho um sashimi na boca, para não denunciar o quanto eu fico sentindo pena de mim mesma, quando penso que nunca tive essas coisas.

-Que foi?

Ele percebe. Como um bom dominador que é, nada passa despercebido.

-Nada... Só me emociono com a lealdade, o respeito e o amor que vocês e suas famílias tem um pelo outro... Ahhh eu sou boba!!!

Ele sorri, acaricia minha bochecha e diz.

-Não Sá... Você é linda!!!! E o seu coração também…

Sinto minha bochecha esquentar.É porque ele não sabe que eu ameacei ontem esfregar a cara da sua secretária no asfalto. Infelizmente não tenho sangue de barata.

Pela primeira vez ele me chamou de Sá. E eu fodidamente, amei ser chamada assim por ele.

Eu definitivamente... Estou perdida!

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