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Emprestar o Meu Marido pra Ter um Bebê romance Capítulo 952

De volta ao carro, Eduardo tocou no assunto mais importante.

— Patrão, o nascimento do jovem herdeiro ainda não pode ser revelado. Precisamos esperar até que o noivado com a família Âncora seja totalmente desfeito. — advertiu o mordomo. — Caso contrário, eles vão insistir que o jovem mestre e a Srta. Naiara tiveram um caso, e que a criança é fruto disso. Se isso acontecer, não teremos como nos explicar.

Henrique Xavier despertou de sua alegria profunda.

— Aquele parceiro internacional que desistiu da colaboração de repente... com certeza teve o dedo de alguém nisso.

Eduardo assentiu. — Pensei o mesmo, patrão. Acha que foi obra da concorrência ou da família Âncora?

— Até o momento, Ricardo Âncora e a esposa não sabem de nada. Duvido que tenham sido eles. — Henrique bufou. — Mas o Ricardo não saber não significa que o Fausto também não saiba. Aquele filho adotivo mima a Isabella além da conta. E como a Isabella conta tudo para ele, é bem provável que o Fausto já tenha descoberto.

— O senhor suspeita que o Fausto esteja por trás dessa sabotagem?

A expressão de Henrique escureceu.

— Aquele lobinho é igual ao Ricardo, rancoroso e vingativo. O noivado da irmã favorita dele foi rompido; ele jamais deixaria isso barato.

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No quarto do hospital, Fábio Marques encarava o recém-nascido, incapaz de desviar o olhar. Sem conseguir se conter, esticou um dedo e tocou levemente a bochecha do bebê.

Era uma bolinha minúscula enrolada nas mantas, com cabelos finos e escuros grudados na cabecinha redonda. As mãozinhas estavam fechadas em punhos apertados, revelando unhas minúsculas e transparentes. Ele dormia tranquilamente, exalando um cheirinho puro de leite.

Era mágico. Simplesmente adorável.

Gualter também estendeu a mão para tocá-lo, estalando a língua.

— Então foi esse carinha que ficou nove meses na barriga da minha irmã.

Yara ia estender a mão para acariciar o bebê, mas Fábio deu um tapa nela.

— Que foi? Eu também quero tocar! — reclamou Yara, insatisfeita.

— Você lavou as mãos para querer encostar nele?

— Lavei, sim! Até passei álcool para desinfetar.

— Mesmo assim, não. Você é toda desajeitada, vai que machuca o moleque.

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