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Grávida de um mafioso romance Capítulo 210

- Finalmente sexta à noite - desabo no sofá como um saco de batata amassado e acabado, que caiu do caminhão e foi jogado na primeira caçamba de lixo que encontraram. Mas graças ao meu bom Deus, os gêmeos dormiam como anjinhos.

Puro milagre, mas acho que a presença de Luigi deve ter ajudado. Não fiquei chateada de saber que ele subornou a minha babá para passar um tempo com os próprios filhos, isso era bom para ele e para o meu sono.

Era incrível como ele colocava os gêmeos pra dormir facilmente, como se tivesse dramim nas mãos.

De início fiquei preocupada pois não o tinha visto na empresa e até pensei que tinha desistido de tudo após as boladas que a minha mãe deu nele. Ao menos fizeram Luigi refletir e me deixar em paz no trabalho por um dia e finalmente passar um dia com os gêmeos.

Me levanto, arrastando-me pelo escuro até a bancada da cozinha onde se encontravam mais fatias de bolo de casamento pra degustar e me preparo, pegando meus airpods e dando o play em The Bakery da Melanie para combinar com minha situação: trabalhando como condenada até mesmo depois do trabalho.

Se continuar assim vou infartar de estresse ou engordar e explodir como balão, provavelmente vou encher como um balão e não caber no vestido de noiva mas não consigo parar de comer essa fatia maravilhosa de massa de chá verde com recheio de chocolate meio amargo, eu nem sabia que existia massa de chá.

Me senti tão grata pela Camille não ter levado para o lado pessoal o barraco que a minha mãe fez na confeitaria e mais grata quando ela me enviou as fatias hoje, elas seriam o meu sextou.

Começo a dançar no escuro da cozinha com a colher na boca quando toca Favorite da Isabel LaRosa. Cravando a mesma colher numa fatia de chocolate com maracujá, começo a tirar a calça e desabotoar a camisa, balançando o quadril toda sensual, iluminada somente pela lua que entrava pela varanda.

Solto o cabelo num giro e tomo um susto quando mãos seguram meu quadril, me puxando para colar o corpo musculoso nas minhas costas. O coração martela quando sinto aquele cheiro forte me inebriando, antes que eu pudesse falar algo sua mão cobriu minha boca e a outra roubou um airpod.

- Continue - ele diz com a voz baixa em meu ouvido, pousando as mãos novamente em meu quadril, estimulando-os a rebolar.

Mas não conseguia me mover do lugar, apenas fiquei experenciando sua presença rígida nas minhas costas, sua respiração pesada em meu pescoço, a pegada firme e possessiva em meus quadris. Apertando até sentir fraqueza nas pernas, até meu quadril obedecer sua ordem e roçar a bunda nele.

Cada rebolada seu aperto ficava mais faminto, sua outra mão subia pelas minhas curvas beirando meus seios e voltava para o quadril, me obrigando a descer rebolando como uma safada nata para sua mão cobrir meu seio por inteiro, apertando fortemente o biquinho rijo.

Meu corpo implorava por mais do seu toque, o meio entre minhas pernas queimava tanto que não percebi que a música tocava em loop.

- Luigi - gemi e foi o estopim para o italiano. Meu corpo foi curvado brutalmente na bancada e sua ereção esfregou na minha bunda, sem nenhum pudor ou clemência, apenas o desejo encarnado e a luxúria consumindo cada neurônio que funcionasse.

Minha mente estava nublada por Luigi, meu corpo implorava por ele, todo meu ser queria ser dele. Me assustava a forma como ele me deixava tão propensa as suas vontades, mesmo depois de tudo o que aconteceu, acho que nunca deixaria de ser dele.

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