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Laçando o supremo que me traiu. romance Capítulo 223

Liliane

Meus lábios ficam entreabertos, esperando que ele os tome, mas ele não o faz; parece que realmente se importa com minha resposta.

Meu corpo treme, e dentro de mim há uma fome que não consigo compreender, uma necessidade de me agarrar a ele como se estivesse me afogando e ele fosse a tábua de salvação, feita sob medida para mim. Mas levar um assassino nato para o seio de uma família ômega como a minha é como levar uma raposa direto ao galinheiro.

Percebendo meu silêncio, ele me desafia com o olhar, aproximando o rosto do meu; seu nariz roça o meu, e posso sentir sua respiração e as pontas dos dedos deslizando levemente pela minha coxa. Lembro-me do acordo com meu pai, do pacto com a Luna... querer não é poder para os da minha raça; não se iluda, me repreendo mentalmente.

— E o que acontece se eu quiser apenas o agora?

Ficamos em silêncio.

Mas seu olhar se apagou um pouco, tomado pela decepção.

A mão que passava de leve na minha coxa foi espalmada, subindo até meu sexo. Encostando no ponto que eu ansiava, ele me beija com força, sem o cuidado das vezes anteriores.

— Suponho que vamos descobrir.

Há algo assustador em seu olhar. No fim, fui como a mariposa que voa até o fogo.

Ele me beija enquanto sua mão percorre minha intimidade, ladeando minha calcinha, subindo e descendo sobre minha pele. Vez ou outra ele para para apertar meu clitóris, enviando prazer como uma corrente por todo o meu corpo. Agarrei seu pescoço, correspondendo a cada toque com desespero; meu corpo precisa das suas mãos firmes e possessivas.

Aquiles desce seus lábios pela minha mandíbula e logo pelo meu pescoço. Arqueio meu corpo em sua direção, ansiosa, e ele chega até meu colo. Sua mão continua trabalhando em minha intimidade com força, e eu não consigo mais manter distância, me apertando contra ele, passando minhas mãos pelos seus cabelos. Adoro deslizar os dedos por eles; a outra mão se apoia em seu pescoço, quase me pendurando.

— Aquiles... é demais.

Ele introduz um dedo, massageando algo em mim que me faz gozar em pouco tempo. Não tenho tempo de relaxar; ele puxa meu corpo mole para cima do seu, na poltrona. Tão rápido que meu corpo ainda treme, sua mão pressiona minha cintura com força que dói, mas consigo suportar. De sua mão sai uma garra, e o som áspero das fibras do tecido se partindo envia um arrepio direto à minha espinha. Solto um gemido quando seus lábios chegam aos meus seios e os sugam.

Baixo o olhar, a visão me aquecendo ainda mais. Rebolo meu corpo em seu colo, e ele ruge:

— Me leve em sua boca.

Ele fala não como um pedido, mas como uma ordem. Nem quero contestar.

Desço do colo dele e baixo o cós do moletom, colocando minha boca em sua pele. Meu coração acelera; seu gosto é um afrodisíaco, e sinto minhas coxas se fecharem tentando aliviar o tesão novamente.

Ele solta um rugido animalesco, que faria qualquer pessoa com um pingo de juízo fugir, mas meu corpo reage com necessidade ardente. Minha intimidade lateja, e respiro enquanto tento engolir cada vez mais dele. Ele se retira da minha boca, me senta e se posiciona entre minhas pernas, lambendo minha intimidade e introduzindo sua língua.

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