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Massimo - A Obsessão do Don romance Capítulo 180

POV: Massimo

Os meses haviam corrido e, embora a rotina com os meninos no jardim trouxesse uma paz que eu nunca imaginei conhecer, a dinâmica entre mim e Chiara dentro das quatro paredes da nossa suíte continuava tão visceral e implacável quanto no primeiro dia. Naquela noite, o quarto parecia pequeno demais para a quantidade de desejo que nos consumia. Eu já a havia possuído de várias formas diferentes, mas não estava nem perto de estar satisfeito. A pele dela estava quente, emanando aquele perfume que me enlouquecia. Sentindo a iminência do nosso ápice naquela posição de lado sobre os lençóis bagunçados, decidi mudar drasticamente o ângulo para aumentar o nível daquela foda e retomar o controle absoluto da situação.

Segurei Chiara pela cintura com força total, sentindo os meus dedos se cravarem na sua pele macia, e puxei o corpo dela para cima com um único movimento bruto, forçando-a a ficar de pé no colchão por um breve segundo. Sem dar tempo para ela respirar ou se recuperar do susto, eu a guiei para fora da cama, empurrando seus passos trôpegos até a parede mais próxima do quarto.

Pensei em cada detalhe de como a queria naquele momento: totalmente dominada, sem espaço para reagir, submetida à minha vontade. Prensada contra a alvenaria fria que contrastava com o calor da sua pele, Chiara entendeu o comando silencioso. Ela apoiou as duas palmas das mãos na parede, curvando o tronco para a frente e arrebitando o quadril na minha direção. Eu me encaixei logo atrás dela, sentindo o meu peito colar nas suas costas suadas. Ergui uma de suas pernas, sustentando-a com a minha coxa para ter o caminho totalmente livre, e a penetrei com força por trás, afundando de uma só vez.

O impacto do corpo dela contra a parede a cada estocada minha era tão forte que fazia os quadros de moldura escura vibrarem ao nosso redor. Chiara soltou um grito abafado que ecoou pelo quarto, os dedos arranhando a pintura da parede enquanto eu mantinha um ritmo brutal, castigando a sua boceta sem nenhuma piedade, buscando o fundo da sua carne a cada movimento.

Depois de gozarmos juntos em uma explosão que nos deixou arfantes contra a parede, a adrenalina no meu sangue continuava no topo. Eu não pretendia deixá-la descansar. Peguei-a pelos braços e a guiei, ainda trêmula, até a poltrona de couro escuro que ficava no canto do quarto. Ordenei com a voz firme que ela ficasse de joelhos no assento, virada de costas para o encosto de couro. Juntei as suas duas pernas com as minhas mãos, colando uma coxa na outra para estreitar o espaço, e mandei que ela empinasse a bunda bem para cima, apoiando o peito nos braços estofados da poltrona.

Nessa posição, com as pernas presas e juntas, a sua boceta ficou ainda mais apertada, espremendo o meu membro de um jeito que quase me fez perder a cabeça no primeiro movimento de encaixe. Quando a penetrei de novo, senti a carne dela sugar o meu pau com uma força absurda, prendendo-me ali dentro como uma armadilha perfeita. Segurei os seus cabelos escuros com firmeza perto da nuca, puxando a sua cabeça para trás para que ela sentisse o peso do meu corpo sobre o dela.

— Olhe para você... — rosnei bem perto do seu ouvido, a minha voz saindo completamente alterada pelo esforço e pela luxúria que comandava o meu cérebro. — Esqueça a pose de rainha, Chiara. Esta noite, neste quarto, você será a minha puta. Minha safada particular.

— Sim, Massimo... me fode, come com força a sua puta e enche minha boceta com sua porra — ela suplicou em um gemido arrastado, a cabeça jogada para trás, os olhos semicerrados, completamente entregue ao papel de submissão que ela mesma adorava desempenhar quando estávamos a sós, longe dos olhares do resto do mundo.

Para elevar o prazer dela ao limite do suportável, estiquei o meu braço livre até o criado-mudo próximo e peguei o vibrador que ela guardava na gaveta. Liguei o aparelho na potência máxima, fazendo o pequeno motor zumbir no silêncio do quarto, e o posicionei diretamente contra o seu clitóris, enquanto continuava a empurrar o meu quadril contra a sua bunda empinada com violência. A combinação da vibração intensa com as minhas estocadas fundas e brutas quebrou o restante da resistência de Chiara. Ela começou a tremer por inteiro, choramingando alto de prazer, até que o seu corpo explodiu em um orgasmo tão intenso que as paredes internas da sua boceta prenderam o meu pau em espasmos dolorosos de tão gostosos.

Passamos horas naquele ritmo insano. Foram várias posições, mudando da poltrona para o tapete felpudo e de volta para os lençóis de seda. Chiara experimentou vários orgasmos seguidos, um atrás do outro, entregando-se ao meu controle até que o corpo dela simplesmente não aguentou mais a sobrecarga de prazer. Suas pernas ficaram completamente bambas e ela amoleceu nos meus braços, quase desmaiando de exaustão e de tanto gozar. Os olhos dela reviravam levemente, as pálpebras pesadas pelo cansaço extremo, a respiração saindo em fios curtos e sôfregos.

Sabendo que havíamos chegado ao limite físico daquela noite, relaxei o corpo. Envolvi os meus braços ao redor dela e a carreguei no colo, sentindo o peso do seu corpo totalmente relaxado contra o meu peito. Caminhei em direção ao banheiro privativo da suíte, onde liguei a água morna e a deitei com cuidado dentro da banheira de hidromassagem para relaxarmos os músculos.

CAPÍTULO 180 1

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