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Meu noivo Morreu e me deixou para o Inimigo romance Capítulo 284

Capítulo 284 – 21 dias

Alexander

Vinte e um dias se passaram, depois de todas as emoções pelas quais minha família passou. O pequeno Andrew, quer dizer, “pequeno Jack”, finalmente recebeu alta. Vai precisar de alguns cuidados, mas a Jo e o Jack dão conta disso.

Convidei Aline e a doutora Catharina para trabalharem para mim. Tenho uma empresa de segurança, mas também tenho uma família. E nessa família temos três crianças, quer dizer, três até a chegada da nossa pequena Aurora, mas acho que chegaremos a cinco, já que Alessa tem passado mal recentemente e minha mulher insiste em dizer que, com certeza, está a caminho um Bradyzinho.

Nos últimos dias em Nova York, Sara e Mike foram de grande ajuda. Ela e Ethan têm se dado bem, e mais uma vez minha mulher insiste em dizer que logo eles se assumem como casal, assim como Andrew e Catharina.

Eu não sei que mania é essa de Evelyn achar que todo mundo tem que casar e ter filhos.

Acabei estendendo meu convite de trabalho aos irmãos, mas somente Sara aceitou. Mike disse que gosta da corporação, e ele tem uma noiva. E, infelizmente, essa nossa vida não é para todos.

Agora minha equipe é completa. Aqui temos de tudo, de médicas a policiais, sem poder esquecer, é claro, do mio amico mafioso. Minha elite agora está no topo.

Tudo pronto, voltamos para Houston. Agora é hora de se preparar para a guerra. E antes de vencer uma guerra, enfrentamos algumas batalhas. E hoje, vamos começar com a primeira.

Descobrir a verdadeira relação entre Robert Anderson e Lorenzo Mancini. Porque a verdade é que isso cheira mais do que parece. Esses dois não eram apenas sócios.

E eu estou prestes a descobrir o que eles realmente são.

— Eu nem acredito que estamos de volta a nossa casa — Evie disse, passando por mim, mas a puxei antes que pudesse se afastar.

— E eu nem acredito que você tem a ousadia de desfilar com essa lingerie perto de mim — eu disse bem próximo ao seu ouvido, depois dei um beijo no seu pescoço, a fazendo gemer.

— Senhor Sterling, não comece uma coisa que não irá terminar.

— Senhora Sterling — Eu disse, a puxando mais para mim, fazendo-a sentir o efeito que ela causa e sempre causará em mim. — Sabe que não sou homem de deixar nada pela metade.

A peguei no colo e caminhei com ela até nossa cama, me deitando sobre ela.

— Alex, a bebê.

— Está com a Amélia. Eu pedi para que ela cuidasse da minha princesa, enquanto eu cuidava da mãe dela.

— Você não disse isso? — ela me perguntou assustada.

— Não, amor, quer dizer, não desse jeito — Dei um sorriso, daqueles que sei que ela gosta.

— Sabe que contei os dias, horas, minutos, até os segundos. — Desci uma das minhas mãos pelo pescoço dela. — Para poder ter você de novo. — Sussurrei em seu ouvido. — Para me enterrar em você. — Minha voz saiu grave, carregada de fome.

O rubor subiu pelas bochechas dela, e o jeito como mordeu o lábio inferior quase me fez perder o controle ali mesmo. Desci as mãos lentamente, sentindo cada curva, cada centímetro quente do que sempre foi meu. Quando alcancei o elástico da calcinha, puxei levemente, apenas para ouvir aquele suspiro abafado que me deixa louco.

— Alex… — ela gemeu, arfando quando minhas mãos deslizaram por sua coxa, abrindo-a.

— Mais — exigi, minha boca roçando no canto da dela. — Quero ouvir você gemendo mais.

O corpo dela reagia a cada toque meu, como se fosse feito para me provocar. As pernas se moveram instintivamente para me prender, e eu sorri contra seus lábios.

— Boa garota… assim…

Desci para o pescoço, provando a pele macia, sentindo o arrepio que percorreu o corpo dela. A cada beijo mais profundo, mais possessivo, eu sentia o coração dela acelerar. Minha mão subiu, segurando firme sua cintura, puxando-a contra mim, para que ela sentisse exatamente o quanto eu a queria.

Ela arqueou o corpo quando minha língua traçou um caminho até o vale entre os seios, e eu a ouvi perder o fôlego.

— Alex… — dessa vez o gemido veio mais alto, mais quebrado, e isso incendiou tudo dentro de mim.

A cada toque, a cada beijo, eu a lembrava o quanto eu a amava. Não havia pressa, havia intensidade. Eu queria que cada segundo fosse marcado na pele e na memória dela. E quando finalmente ela se contorceu sob mim, presa entre o desejo e a rendição, eu soube que não havia volta.

— Geme para mim, amor — ordenei, e vi seus olhos se fecharem no exato momento em que ela se entregou completamente.

O calor entre nós já era insuportável, e quando me posicionei entre suas pernas, ela me olhou como se estivesse pronta para implorar.

— Diga… — murmurei, roçando apenas a ponta contra ela. — Que é isso que você quer.

— Eu quero, Alex, eu quero você — ela sussurrou, e o som da voz dela, carregado de desejo, foi o estopim.

Me separei dela e deitei ao seu lado, por um minuto, fiquei só encarando o teto. Evie se virou para mim, apoiada no cotovelo me encarando. Me virei para encontrar seus olhos.

— Não podemos fazer outro bebê agora. — eu disse.

— Bem, então vamos ter que tomar mais cuidado. — Ela passou a mão pela minha testa, tirando os fios caídos ali.

— Eu adorei o que aconteceu aqui, e pelo visto você já tinha tudo planejado. — Ela desceu os lábios até os meus, me dando um beijo rápido. — Agora me diz qual o problema, o que aconteceu aqui não foi só tesão acumulado.

Sorri para minha mulher maravilhosa. Eu nunca vou conseguir esconder nada dela.

— Eu estou indo para Zurique com Enzo e os caras.

O sorriso dela murchou, e o brilho dos olhos sumiu.

— Como assim? Não iríamos juntos?

Levei a mão em seu rosto, e passei o polegar por seu lábio.

— Sim, mas depois conversei com Enzo e os caras e achamos melhor irmos só nós e deixarmos vocês aqui com a elite.

Ela manteve os olhos nos meus por alguns segundos, levantou sem aviso, entrou no banheiro, batendo a porta, e logo em seguida ouvi o trinco. Um recado claro para que eu a deixasse em paz.

Coloquei um dos braços sobre meus olhos e respirei fundo.

Já enfrentei terroristas, mercenários, até psicopatas. Vivi um inferno, e passei por muitas tempestades. Mas eu nunca, em toda a minha existência, vou estar preparado para o furacão Evelyn.

Tirei o braço dos meus olhos e encarei a porta ainda fechada.

E quando aquela porta se abrir, é melhor eu me proteger.

Porque esse furacão vai vir com vontade para me destruir.

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